19
Ago 14

Novo Banco já está a preparar mudança da marca

O Novo Banco vai mudar de nome. Segundo o Dinheiro Vivo apurou o plano de reestruturação que a instituição financeira está a preparar prevê um rebranding que passa pela alteração do nome do banco. Assim, todas as agências, produtos e comunicação serão alterados de acordo com o que for escolhido.

O Dinheiro Vivo sabe que já há equipas a trabalhar na alteração da marca e está previsto que esta operação esteja concluída dentro de dois meses. Ou seja, até ao final de outubro, início de novembro deverá estar desenhado o rebranding do Novo Banco. Assim, já será possível desenvolver uma oferta de produtos debaixo da nova marca.

Uma das preocupações da atual administração passa, entre outros fatores, por um maior enfoque no retalho. A equipa liderada por Vítor Bento quer recuperar os clientes que perdeu, na sequência da crise que envolveu o Grupo Espírito Santo (GES) e o BES.

O Novo Banco foi criado a 4 de agosto como o "banco bom" que veio substituir o centenário BES, com a assinatura "mais forte e mais seguro". Chegou a pensar-se que o Novo Banco iria manter-se com esta designação até à concretização da sua venda, que deverá ocorrer em 2015, tal como o Dinheiro Vivo noticiou. "O novo acionista poderá querer manter a sua própria marca, caso seja um banco, ou alterá-la. Talvez por isso fizesse mais sentido esperar pela concretização da venda", afirmou uma fonte do sector que pediu para não ser identificada.

No entanto, a administração liderada por Vítor Bento quer criar uma nova marca que não tenha qualquer referência ao antigo BES e optou por não esperar pela venda para o fazer.

Atualmente, ao aceder ao site do BES os clientes são reencaminhados para o endereço do Novo Banco (www.novobanco.pt). Nesse site é notório que alguns produtos já deixaram cair a marca BES, como é o caso do crédito à habitação ou do crédito individual.

No entanto, ainda existem ofertas que têm a marca do BES associada, o que pode gerar alguma confusão. Isto porque o nome BES ficou definido como o "banco-mau", ou seja, a instituição que agregada todos os ativos tóxicos que pertenciam ao antigo Banco Espírito Santo.

O Novo Banco foi capitalizado em 4,9 mil milhões de euros através do Fundo de Resolução. A instituição financeira tem dois anos para pagar o empréstimo, cuja taxa de juro é de 2,95%. Vítor Bento já deixou claro que pretende cumprir esse prazo.

fon te:http://www.dinheirovivo.pt/

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18
Ago 14

Presidente do Montepio tranquiliza clientes

O presidente do Montepio, António Tomás Correia, garantiu esta segunda-feira que os clientes e mutuários da instituição podem estar descansados, já que o grupo está "muito bem capitalizado", tem muita liquidez e está bem provisionado.

"Os clientes e os mutuários podem estar descansados. O Montepio é um grupo muito bem capitalizado, muito líquido e com um balanço e ativos muito bem provisionados", afirmou o gestor, numa entrevista à estação televisiva TVI.

Estas declarações surgem dias depois de ter sido noticiado que está em curso uma auditoria forense ao Montepio, a pedido do Banco de Portugal.

"Aquilo que está em causa é uma avaliação de procedimentos na carteira de crédito, sendo a maioria crédito à habitação e não crédito às empresas a que se referiu [do universo Grupo Espírito Santo]", sublinhou Tomás Correia.

Segundo o presidente do Montepio, a auditoria forense que está em curso no Montepio "é um procedimento de rotina, normal e desejável", tendo-lhe sido comunicada através de uma carta do Banco de Portugal datada de 30 de outubro de 2013.

"Há sempre diversas auditorias em curso desde que a 'troika' [União Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional] veio para Portugal", frisou, reforçando que esta inspeção do supervisor "insere-se num quadro de normalidade".

Tomás Correia revelou que o Monteio tem um rácio de cobertura para o crédito em incumprimento de 136% e afastou a ideia de que a entidade tenha um montante de crédito sem garantia exagerado.

"Desafio que olhem para o crédito sem garantia no Montepio e o que é prática corrente no sistema financeiro", disse, sublinhando que o mesmo tem por base financiamento a "grandes empresas", bem como as áreas do crédito ao consumo e dos cartões de crédito.

Numa altura em que decorre uma auditoria forense no Banco Espírito Santo (BES), além de mais duas noutras instituições que ainda não se sabe quais são, segundo revelou recentemente o governador do Banco de Portugal, o facto de ter sido noticiado que está a decorrer uma auditoria forense no Montepio poderá causar preocupações aos clientes e mutuários do banco mutualista, um cenário que Tomás Correia fez questão de afastar.

"Sendo isso potencialmente penalizador, tenho a dizer que ao longo do dia de hoje não houve qualquer anormalidade no acesso dos clientes do Montepio aos balcões, nem aos outros canais do banco", assegurou.

E salientou: "Hoje foi um dia completamente normal".

A auditoria forense visa as contas do período entre 2009 e 2012, revelou Tomás Correia.

O responsável garantiu ainda que a Associação Mutualista - que é atualmente supervisionada pelo Ministério da Segurança Social, aplicando as regras prudenciais do código mutualista, e cuja casa-mãe (onde se encontra a área seguradora) vai passar a ser supervisionada pelo Instituto de Seguros de Portugal (ISP) - "está preparada para cumprir as regras da atividade seguradora".

Já a Caixa Económica Montepio Geral, ou seja, a parte bancária do grupo, continuará sob a alçada do Banco de Portugal.

 

fonte:http://www.jn.pt/P

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15
Ago 14

Novo Banco vai fazer propostas aos clientes de compra de papel comercial

O Novo Banco está determinado em comprar aos clientes o papel comercial da Espírito Santo International (ESI) e da Rioforte, subscrito aos balcões do Banco Espírito Santo (BES) até 14 de Fevereiro deste ano, tal como já fora anteriormente afirmado pelo BES.

Em comunicado, o Novo Banco admite que o processo sofreu algum atraso face ao desejado porque foi necessário acertar algumas questões técnicas com o Banco de Portugal, nomeadamente a salvaguarda de obrigações prudenciais e outras obrigações que resultaram do processo de resolução.

O comunicado refere ainda que o Novo Banco conta ter tudo resolvido com o Banco de Portugal nos primeiros dias da próxima semana e nessa altura apresentar aos clientes propostas comerciais de comprar desse papel comercial.

O BES, tal como era conhecido, acabou depois de o Banco de Portugal ter anunciado a sua separação num "banco bom" e num "banco mau". O Novo Banco ficou com os activos bons que pertenciam ao BES, como depósitos e créditos bons, e recebe uma capitalização de 4.900 milhões de euros, enquanto o mau ficou com os activos tóxicos.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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Novo Banco garante que funcionários mantêm todos os direitos

O presidente do Novo Banco, Vitor Bento, tranquiliza os trabalhadores da instituição bancária.

Os sindicatos receberam a garantia de que todos os trabalhadores passaram para o Novo Banco mantendo os seus direitos e deveres, incluindo o fundo de pensões com a manutenção do acordo colectivo.

Em entrevista à SIC, Bento adiantou inda que quaisquer consequências da reorganização do banco vão ser sempre avaliadas com os representantes dos trabalhadores. Vítor Bento admite reduzir o número de trabalhadores, mas não avança dados concretos.

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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02
Ago 14

Lucros do Totta sobem com mais margem e menos provisões

O banco apresentou um resultado de 80,2 milhões de euros no primeiro semestre.

O Santander Totta registou, nos primeiros seis meses de 2014, um lucro de 80,2 milhões de euros, resultado que compara com os 30,9 milhões de igual período do ano passado. A justificar esta subida nos lucros esteve, nomeadamente, a subida de 6,5% da margem financeira e a redução das imparidades e provisões líquidas em 21,9%.

O banco liderado por António Vieira Monteiro registou ainda uma mais-valia de 65,7 milhões de euros com a venda de dívida pública. Este resultado extraordinário, contabilizado no primeiro trimestre, fez subir os resultados de operações financeiras dos 11,4 milhões de Junho de 2013 para os 79,3 milhões de Junho deste ano. No entanto, a equipa de gestão explicou ontem que estes ganhos "foram totalmente anulados pela constituições de provisões de natureza voluntária e por uma amortização extraordinária de ‘software'". Ainda nas receitas, e ao contrário do que aconteceu na margem financeira e resultados de ‘trading', o banco apresentou uma queda de 21,6% nas comissões.

Nos principais indicadores de balanço, o Totta contabiliza uma descida de 3,7% nos depósitos e, no crédito, uma queda de 3,4%. Dentro dos empréstimos, é no crédito à habitação que há um maior decréscimo de 3,4%.

Totta garante estar bem sozinho

António Vieira Monteiro sublinhou ontem o facto de o banco nunca ter apresentado prejuízos durante a crise e de ter sempre "uma situação rentável", ao mesmo tempo que garantiu que o grupo está satisfeito com a posição no mercado português.

Questionado sobre um eventual interesse em participar num eventual reforço de capital do BES, respondeu dizendo: "somos obrigados a olhar para todas as oportunidades que nos surgem mas estamos muito contentes com a operação em Portugal". O responsável assegurou ainda que "o banco não contactou o Banco de Portugal nem foi contactado" no sentido de avaliar uma eventual entrada no BES.

Sobre a eventual existência de exposição do Santander Totta ao Grupo Espírito Santo (GES), Vieira Monteiro garantiu não existir qualquer crédito concedido às empresas que pediram protecção contra credores - Rioforte, ESI e ESFG. Existe apenas, explicou, algum crédito "relativamente pequeno" a empresas operacionais do grupo.

Sobre o caso GES/BES, o CEO do Totta foi parco em comentários, referindo apenas que "surpreendidos estamos todos nós" e, a propósito dos prejuízos ontem apresentados pelo BES assumiu tratar-se de "algo de inédito".

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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BES pode ser recapitalizado com ajuda do Estado

O Estado vai entrar na recapitalização do Banco Espírito Santo (BES) e a decisão vai ser anunciada até domingo à noite, avançam a SIC e a TVI

As negociações entre a nova administração do BES, liderada por Vítor Bento, e o Banco de Portugal, com o acompanhamento do Governo, estão a decorrer desde esta sexta-feira.

As autoridades adiantam que os depósitos estão completamente garantidos, sublinha a SIC.

A estação de Carnaxide e a TVI adantam que a entrada do Estado deve ser feita num modelo semelhante ao que foi usada no BANIF, por duas vias: uma entrada directa com a subscrição de acções e um empréstimo em regime de capital contingente, ou seja, se não forem pagas as obrigações no final do prazo previsto, são convertidas em acções.

Os pormenores da intervenção no BES devem ser conhecidos até ao final de domingo, antes da abertura dos mercados na segunda-feira de manhã.

O primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, afirmou esta sexta-feira, no Algarve, que o Governo está “preparado” para actuar de forma a garantir a estabilidade financeira na sequência da crise no universo Espírito Santo.

O secretário-geral do PS rejeitou uma intervenção do Estado no BES, a exemplo do que sucedeu com o Banco Português de Negócios (BPN). António José Seguro considera que não devem ser os contribuintes a pagar pelos erros de privados.

A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) suspendeu esta sexta-feira a negociação das acções do BES, até "à divulgação de informação relevante". Antes desta decisão do regulador os títulos do banco atingiram um novo mínimo histórico, de cerca de 10 cêntimos.

Também a terminar a semana, a Espírito Santo Financial Portugal admitiu esta sexta-feira a sua incapacidade para honrar compromissos e avançou com um pedido de insolvência que visa lançar um processo especial de revitalização, ao abrigo do Código de Insolvência e Recuperação de Empresas (CIRE).

Os desenvolvimentos no BES foram precipitados depois do anúncio, na quarta-feira, de prejuízos de 3.577 milhões de euros no primeiro semestre do ano, o pior resultado alguma vez registado por um banco português. As perdas são superiores à almofada financeira que o banco possuiu, no valor de 2 mil milhões de euros.

 

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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19
Jul 14

BES assegura reembolso de aplicações na ESI e Rio Forte

O Banco Espírito Santo (BES) garante que “tem assegurado o reembolso” das aplicações de clientes particulares em papel comercial da Rioforte e da Espirito Santo Internacional (ESI), que pediu esta sexta-feira protecção contra credores.

Numa nota enviada à agência Lusa, o BES acrescenta que irá contactar os clientes abrangidos por estas emissões.

O reembolso está garantido “dentro dos prazos” contratados, acrescenta o banco. De fora deste mecanismo de reembolso estão os “clientes institucionais”.

A posição do BES foi divulgada depois de a ESI, a empresa de topo da família Espírito Santo, ter pedido protecção contra credores.

A “holding” admite, em comunicado, que não está em condições de pagar as suas dívidas e ao accionar este mecanismo impede a execução judicial dos seus bens, desde que as autoridades do Luxemburgo, onde está sediada, aceitem o pedido.

A Espirito Santo Internacional é detentora da Rio Forte e entre os seus credores estarão empresas como a Portugal Telecom e empresários como Américo Amorim. No caso da PT, recorde-se, existe um reembolso de quase 900 milhões que está em dívida por parte da Rio Forte.

 

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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15
Jul 14

38 cêntimos. O valor mais baixo de sempre das acções do BES

O PSI20 fechou esta terça-feira a cair 1,13% para 6.111,85, acompanhando a tendência negativa da Europa, com as acções do Banco Espírito Santo (BES) a voltarem a liderar as quedas, ao recuarem quase 15%.

Entre os 20 títulos que compõem o principal índice da bolsa portuguesa, 12 desvalorizaram, sete subiram e a Espírito Santo Financial Group (principal accionista do BES, com 20%) continuou com as suas ações suspensas de negociação.

O BES voltou a liderar as quedas em Lisboa, numa sessão de volatilidade para as acções do banco agora presidido por Vítor Bento, que variaram entre o máximo de 0,47 euros e o mínimo de 0,35 euros, tendo fechado a cair 14,61% para 0,38 euros, o valor mais baixo de sempre. Esta foi a sétima sessão consecutiva em que o título do BES caiu.

Ainda entre as maiores quedas ficaram os títulos da Impresa (-3,33% para 1,45 euros), Sonae (-2,39% para 1,10 euros) e Portugal Telecom (-2,14% para 1,83 euros).

As acções da operadora oscilaram esta terça-feira de modo significativo, no dia em que termina o prazo para a Rioforte, empresa do Grupo Espírito Santo (GES), pagar 847 milhões de euros dos 900 milhões de euros de papel comercial subscrito pela operadora.

Os jornais económicos têm avançado a possibilidade de a empresa liderada por Henrique Granadeiro acordar com a Rioforte o adiamento do reembolso da dívida.

Vítor Bento disse, esta terça-feira, ter como missão "reconquistar a confiança dos mercados". O novo presidente executivo do BES quer um "novo capítulo" no banco, que garante ser uma instituição "capitalizada" e "assente na economia real".

 

fonte:http://rr.sapo.pt/in

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30
Jun 14

Portugueses usam cada vez menos cheques

Relatório do Banco de Portugal regista crescente utilização de pagamentos electrónicos. As compras e os levantamentos no multibanco tiveram no ano passado um ligeiro aumento em valor.

 

Os portugueses utilizam cada vez menos cheques, sobretudo nas operações de menor valor, mostra o Relatório de Sistemas de Pagamento em 2013 do Banco de Portugal, divulgado esta segunda-feira. 

A diminuição aconteceu tanto na quantidade utilizada, como no montante global transaccionado, com descidas de 14,4% e 13%, respectivamente. O número de cheques liquidados caiu para 56.518 milhões, com o montante associado a ficar-se pelos 119.902 milhões de euros.

Já nas operações de valor mais elevado, o uso de cheques manteve-se estável. O valor médio dos pagamentos foi de 1318,3 euros. Não só aumentou 21,5 euros (1,7%) face ao ano anterior, como voltou a ficar acima (93,7 euros) do montante médio das transferências a crédito.

No ano passado, foram devolvidos 302.436 cheques, ou 0,54% dos cheques emitidos em 2013. Ainda assim, a percentagem de cheques sem provisão devolvidos pelos bancos em 2013 atingiu os 73,5%, menos do que no ano anterior.

Acompanhando a tendência de diminuição do número de cheques, baixou também o número de entidades que fazem parte da lista de utilizadores de “cheques que oferecem risco” (a diminuição foi de 23% em relação a 2012).

Em contrapartida, registou-se uma crescente utilização de pagamentos electrónicos, nomeadamente de cartões de débito (32,1%), incluindo os chamados cartões de débito diferido. Os cartões de débito passaram de 10,2 milhões para 13,5 milhões.

As compras e os levantamentos no multibanco (ATM) tiveram no ano passado um ligeiro aumento em valor.

 

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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29
Jun 14

BPI já não abre 28 agências esta segunda-feira

Quase 30 agências do BPI não vão abrir as portas esta segunda-feira, depois de terem encerrado definitivamente no final da semana passada, no âmbito da reestruturação que o banco está a fazer na sua rede.

Segundo uma nota informativa interna do BPI, a que a Lusa teve acesso, no fim do dia de sexta-feira encerraram "definitivamente", em concreto, 28 balcões do banco em Portugal continental.

O BPI tem vindo a reduzir balcões e trabalhadores com o objectivo de diminuir os custos operativos e de cumprir com as metas do plano de reestruturação acordado com a Comissão Europeia, obrigatório depois de ter recebido dinheiro público em 2012.

fonte:http://rr.sapo.pt/inf

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