14
Abr 14

Contas de serviços mínimos bancários triplicaram num ano

Os Serviços Mínimos Bancários (SMB) foram criados com o objetivo de proporcionar acesso a uma conta à ordem e um conjunto de serviços financeiros às pessoas com rendimentos mais baixos, que outra forma não poderiam pagar as comissões exigidos pelos bancos. Mas a alteração legislativa de 2012, que possibilitou que qualquer pessoa possa ter acesso a estas contas, levou a um aumento da procura. Num ano, a abertura destas contas mais que triplicou: em 2012, o número de contas constituídas no âmbito dos serviços mínimos bancários totalizou 1849; no ano passado, esse número ascendeu a 6528, o que representa um aumento de 253%, segundo os dados do Relatório de Supervisão Comportamental, do Banco de Portugal.

Das contas constituídas, uma fatia de 18,9% foram criadas “por conversão de uma conta de depósito à ordem já anteriormente detida pelo cliente bancário”, adianta o relatório do Banco de Portugal.

Apesar de se ter verificado um aumento de 50% do encerramento de contas, no final o balanço é positivo. Em 2013, o número total destas contas ascendeu a 9646, ou seja, mais 186% face ao ano anterior.

Para abrir uma ‘conta mínima’, os interessados devem “declarar em documento assinado que não são titulares de outra conta de depósito à ordem e que autorizam a instituição de crédito a confirmar a veracidade dessa declaração”, adianta o portal do Cliente Bancário, do Banco de Portugal. Uma das vantagens destas contas é o custo reduzido, ou mesmo inexistente.

Atualmente apenas seis instituições disponibilizam este serviço: Caixa Geral de Depósitos (CGD), BCP, BES, BPI, Santander Totta e Montepio. Destes bancos, apenas o BPI e CGD não cobram qualquer comissão pela manutenção desta conta low cost. Os restantes cobram entre 4,64 euros e 4,85 euros (acrescido de imposto de selo.)

As contas de serviços mínimos bancários incluem abertura e manutenção da conta, cartão de débito, acessos aos balcões e caixas automáticas, serviço de homebanking, depósitos, levantamentos, pagamentos de bens e serviços, débitos diretos e transferências intrabancárias.

Os bancos não podem cobrar, por esses serviços, comissões, despesas ou outros encargos que, anualmente e no seu conjunto, representem um valor superior a 1% do salário mínimo nacional, ou seja, 4,85 euros.  

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/M

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Montepio fecha 2013 com prejuízos de 299 milhões

O Montepio fechou as contas do último ano com prejuízos de 298,6 milhões de euros, o primeiro resultado negativo da instituição em, pelo menos, uma década. Reforço de imparidade e provisões disparou por indicação do regulador.

 

Em Portugal os prejuízos 311 milhões de euros, que foram parcialmente compensados pelos 12,3 milhões de euros de lucros da actividade internacional. O resultado operacional do banco caiu 46,7% em 2013, para 37,6 milhões de euros, a reflectir uma quebra de 20% na margem financeira, enquanto o produto bancário diminuiu 12,3%, para 377,7 milhões de euros. O resultado operacional positivo do Montepio foi no entanto anulado pela constituição de provisões no valor de 372 milhões de euros, mais do dobro do registado em 2012.

Segundo o Relatório e Contas da instituição, o aumento das provisões e imparidades para risco de crédito cifraram-se em 127,5 milhões de euros (+74,4%), em 2013, a que se junta o aumento de provisões e imparidades associadas a outros activos, essencialmente imóveis detidos para negociação e propriedades de investimento. Um reforço que teve origem nas inspecções transversais ao sector bancário promovidas pelo Banco de Portugal, e que incluíram ainda uma revisão das metodologias de cálculo de imparidade utilizadas pelo banco.

O rácio de crédito em incumprimento aumentou de 6,3% para 7,1%, e o crédito em risco atingiu os 12,2%.

O crédito total a clientes diminuiu 1,5%, enquanto a base de depósitos aumentou 7,1%.

O Montepio fecha 2013 com um rácio de solvabilidade de 13,03%, abaixo dos 13,58% atingidos no período homólogo, melhorando no entanto o rácio Core Tier I, de 10,6% para 11%.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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08
Abr 14

Saiba quais são as soluções para financiar o seu MBA

Muitos dos programas têm bolsas de estudo e linhas de crédito específicas para os alunos.

 

Muitas das escolas oferecem bolsas de estudo que financiam parte ou a totalidade do MBA. E, em quase todos os programas, há acordos com a banca para linhas específicas de crédito mais vantajosas.

1 Onde se deve dirigir? 
Há várias soluções junto da banca para conseguir financiar o seu MBA: pode pedir um crédito para formação ou pode optar pelo sistema de empréstimos com garantia mútua. Se optar por um crédito para formação pode recorrer a qualquer banco mas só há sete - CGD, Santander Totta, BPI-1.62%, Millennium bcp, Montepio, Crédito Agrícola e BES-2.5% - que oferecem o sistema de garantia mútua.

2 O que deve ter em atenção?
No caso de recorrer ao crédito para formação peça várias simulações para facilitar a decisão. Na garantia mútua as condições são semelhantes em qualquer um dos bancos, mas fora deste sistema o crédito para a formação oferece condições diferentes. Depois de estudar as ofertas de crédito disponíveis, escolha a que tiver a Taxa Anual Efectiva Global (TAEG) mais baixa. Entre as duas soluções na banca o sistema de crédito com garantia mútua pode ser vantajoso. Isto porque o ‘spread' é mais baixo e é possível a qualquer estudante conseguir o financiamento sem dar qualquer tipo de garantia ao banco.


3 Quanto pode pedir?
O montante máximo dos empréstimos de garantia mútua é de 25 mil euros. Nos restantes empréstimos o valor pode subir até aos 60 mil euros. Qualquer um destes créditos pode ser aplicado em licenciatura, mestrado, doutoramento ou MBA. No entanto, este ano o crédito com garantia mútua deixou de estar disponível para as pós-graduações.

4 Qual é o ‘spread'? 
No crédito com garantia mútua o ‘spread' máximo é de 1%, que pode baixar para os alunos que tenham mais de 14 valores de média. Para os estudantes com médias entre os 14 e os 16 valores, o ‘spread' pode descer para os 0,65%e, se o estudante conseguir ultrapassar esta média, desce até aos 0,2%. Se o banco permitir, opte por receber o dinheiro em tranches. É a opção mais vantajosa porque só paga juros sobre o valor entregue em cada tranche. Nos restantes tipos de crédito o ‘spread' médio ronda os 3% a 3,5% indexado à Euribor a três ou a seis meses.

5 Quanto tempo tenho para pagar o empréstimo? 
No sistema de garantia mútua, após a conclusão do curso o aluno tem um ano para começar a pagar o crédito. Enquanto frequenta o curso não é exigido qualquer pagamento ao banco, é o chamado período de carência. depois deste período o aluno tem entre seis a dez anos para concluir o pagamento. Nos outros créditos o período de carência pode variar entre seis e os 42 meses.

6 Posso candidatar-me a uma bolsa de estudo? 
Sim. Existem várias programas de MBA que oferecem bolsas de estudo para os melhores estudantes que cobrem parte ou a totalidade das propinas. No entanto, os alunos de MBA não são elegíveis para as bolsas de estudo públicas que são geridas pela Direcção Geral do Ensino Superior (DGES). Isto porque, a maioria dos MBA não confere grau académico. Apenas os estudantes de licenciaturas e mestrados podem concorrer a uma bolsa da DGES. Os alunos de doutoramento têm um outro sistema gerido pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT).

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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BCP lidera banca pelo telemóvel

Os portugueses estão cada vez mais a utilizar os telemóveis para aceder aos serviços bancários. Segundo os dados do estudo BASEF Internet Banking, 26% dos utilizadores que utilizam a banca online em Portugal, com mais de 15 anos, usam também o serviço de mobile banking. Isto significa que são já cerca de 641 mil portugueses que usam o telemóvel para aceder ao seu banco.

A percentagem de utilizadores deste serviço duplicou desde abril de 2013, até fevereiro deste ano. No último inquérito 13,9% dos utilizadores da banca através da internet utilizavam o mobile banking, número que passou para 26,3%.

Dos bancos em análise, o BCP é o que apresenta uma maior percentagem de utilizadores do ser-viço mobile banking do banco (22,3%), seguido do BES (21,6%), BPI (20,3%), CGD (19,9%) e Santander Totta (18,2%)

“Mais de 70% dos utilizadores deste serviço pela internet têm entre 25 e 44 anos, estando 42,6% no escalão etário dos 25 aos 34 anos”, acrescenta o estudo. Já nas faixas etárias seguintes a utilização é mais reduzida: de 45 a 54 anos (11,7%) e mais de 55 anos (6,8%). Os homens (57,6%) superam as mulheres (42,4%) na utilização deste meio.

Este serviço é também utilizado maioritariamente nas grandes cidades, com quase metade dos utilizadores a residirem nos grandes centros urbanos, e quase um terço a residir na Grande Lisboa (30,3%), seguido pelo Grande Porto (16,5%), Litoral Centro (16,9%), Litoral Norte (14,5%), Interior Norte (14,3%) e Sul (7,4%).

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/M

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07
Abr 14

Barclays foi o banco que mais reclamações teve de clientes

O banco britânico Barclays foi o que teve mais reclamações de clientes, em 2013, no crédito ao consumo e nas contas de depósito, enquanto o BIC liderou as queixas referentes a crédito à habitação.
 

O Banco de Portugal divulgou hoje o Relatório de Supervisão Comportamental de 2013, ano em que houve 17.911 reclamações por parte dos clientes bancários, mais 15% do que em 2012.
As queixas sobre crédito aos consumidores e crédito à habitação foram as que mais aumentaram em 2013, enquanto as reclamações relativas às contas de depósito diminuíram ligeiramente, posicionando-se, ainda assim, no segundo lugar entre as matérias mais reclamadas.
 

O Barclays foi o banco em que os clientes mais se queixaram sobre o crédito ao consumo, com 291 queixas por 100 mil contratos, seguido do FCE Bank (de financiamento automóvel, com 259) e o Banque PSA Finance em Portugal (1,83).

Já entre os principais bancos portugueses, o destaque sobre reclamações referentes ao crédito ao consumo vai para o Montepio Crédito, ao ocupar o 5.º lugar com 152 queixas por cada 100 mil contratos. Também o Banif Mais, Caixa Leasing e Factoring (da CGD), Banco Santander Consumer Portugal, Banif e Caixa Económica Montepio Geral ficam acima da média do sistema, que foi em 2013 de 48 queixas por 100 mil contratos.

Nas contas de depósito, o Barclays voltou a liderar nas reclamações, com 121 por 100 mil contas de depósitos à ordem, enquanto o Banco ActivoBank (do Millennium BCP) teve a média de 59 e o Deutsch Bank ¿ sucursal em Portugal de 52.
Santander Totta, BCP e BES tiveram também uma média de reclamações acima da média do sistema, que foi o ano passado de 21 reclamações por 100 mil contas.

Já no crédito à habitação, o ano passado, o banco que teve mais queixas por parte dos clientes foi o Banco BIC Português, com 345 por 10 mil contratos de empréstimos à habitação, seguido do Barclays, com 287, e do Santander Totta, com 211.

A Caixa Económico Montepio Geral ficou acima da média do sistema (101 por cada 10 mil contratos) quanto às reclamações sobre crédito à habitação.

À semelhança deste ano, também em 2012 o Barclays estava nos lugares cimeiros das reclamações. Era a instituição com mais queixas nos depósitos à ordem (183 por 100 mil contas) e crédito à habitação (249 por 10 mil contratos) e no terceiro lugar no crédito ao consumo (150 por 100 mil contratos).

 

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/e

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02
Abr 14

Número de contas bancárias 'low cost' triplica num ano

Os Serviços Mínimos Bancários (SMB) foram criados em 2000, mas só agora começam a ser mais visíveis os efeitos práticos da medida que visa promover a inclusão no sistema bancário dos consumidores em situação financeira mais frágil. Segundo dados do Banco de Portugal, no final do ano passado, existiam um total de 9.646 contas bancárias no âmbito dos SMB. Este número representa quase o triplo face às 3.371 contas ‘low cost' que existiam no fim de 2012. Valores que contrastam ainda face ao número ligeiramente acima das mil contas verificado nos anos anteriores.

fonte:_http://economico.sapo.pt/

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31
Mar 14

BBVA poderá estar de saída de Portugal

Depois das vendas feitas no ano passado do negócio de pensões na América Latina e de algumas filiais em países como o Panamá, o BBVA poderá estar de saída de Portugal. A notícia é avançada hoje pelo 'El Confidencial', segundo o qual o banco espanhol já terá começado a sondar possíveis compradores da sua atividade em Portugal, que nos últimos anos tem gerado perdas.

Fontes financeiras confirmaram ao jornal espanhol que o BBVA contratou os serviços do Nomura para analisar o interesse de potenciais comprados que queiram ficar com o negócio em Portugal que conta com ativos de 5,5 mil milhões de euros. A filial perdeu 107 milhões de euros no ano passado mas o grupo com sede em Bilbao conta com outras atividades, como sociedades imobiliárias, gestão de pensões, fundos de investimento.

Numa declaração ao Dinheiro Vivo, fonte oficial do BBVA Portugal afirmou apenas que "o BBVA não comenta rumores de mercado".

O 'El Confidencial' salienta que "a operação, que poderá ascender a 300 milhões de euros, é pequena dentro do balanço da casa-mãe mas representaria a saída de um país que não tem dado muitas alegrias a Paco González e a centralização em negócios considerados estratégicos".

No entanto, o jornal admite que encontrar "uma noiva para o BBVA não será fácil", uma vez que a maioria dos bancos fechou com prejuízos no ano passado ou com quebra de lucros. A somar a isto, alguns bancos portugueses têm de devolver as ajudas recebidas do Estado para se recapitalizar.

"A CGD e o Espírito Santo surgem como favoritos nesta venda, ainda que não se descarte a entrada em jogo de um private equity que esteja a tomar posições na Península Ibérica para aproveitar a reestruturação, como tem feito a Apollo em Espanha com o Evo Banco", conclui o 'El Confidencial'.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/M

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30
Mar 14

Oito maiores bancos obrigados a fazer provisões de mil milhões

O Banco de Portugal reviu as imparidades e provisões de crédito que os oito maiores grupos bancários nacionais  tinham afetas a 12 grandes grupos empresariais, tendo concluído pela necessidade de um reforço de cerca de mil milhões de euros. 


A inspeção à situação financeira destes 12 grupos empresariais, que são, simultaneamente, clientes de vários bancos decorreu em Setembro do ano passado e os resultados foram divulgados ontem pelo supervisor bancário.  

A principal preocupação do Banco de Portugal foi perceber se o valor das empresas estaria adequado ao seu nível de crédito bancário, ou seja, se tinham capacidades para gerarem fluxos financeiros de modo a cumprir com o pagamento desses empréstimos. Além disso, foi também analisada se os ativos dados como garantia dos empréstimos estavam devidamente avaliados.

Esta foi a quarta inspeção especial realizada pela instituição liderada por Carlos Costa a partes das carteiras de crédito mais afetadas pela evolução da atividade económica. Um processo que pretende evitar más surpresas na passagem da supervisão bancária para o Banco Central Europeu, que irá ocorrer em Novembro deste ano.

O exercício abrangeu ativos da Caixa Geral de Depósitos (CGD), BCP, Espírito Santo Financial Group (a ‘holding’ que controla o BES), BPI, Santander Totta, Montepio, Banif e Crédito Agrícola, que representam mais de 80% do total do sistema bancário nacional.

Entre os 12 grupos empresariais cujas contas foram analisadas, segundo noticiou o Jornal de Negócios, empresas do sector de media (Prisa/Media Capital, Impresa, Controlinveste e Ongoing), da construção (Soares da Costa, Sacyr e Lena), promoção turística (Promovalor), indústria (Artland), engenharia (Efacec) e “holdings” com vários interesses (Grupo SGC e Espírito Santo International).

De um universo total de 9,4 mil milhões de euros afetos aos 12 grupos económicos foram alvo de uma análise individual 8,4 mil milhões de euros, ou seja, quase 90% do total desta carteira.

Esta inspeção do Banco de Portugal envolveu 18 colaboradores do Banco de Portugal e 37 colaboradores e auditores externos do supervisor.

Com este exercício de avaliação, o Banco de Portugal dá por encerrado o ciclo de inspeções especiais às carteiras de crédito dos bancos, que teve início em junho de 2011. 

No conjunto das quatro inspeções, os bancos tiveram de reforçar as imparidades e provisões para crédito em 3,8 mil milhões de euros.

ESFG reforça 700 milhões
Dos mil milhões de euros de provisões que os oito maiores grupos bancários tiveram constituir, o  Espírito Santo Financial Group (ESFG) foi aquele que teve de fazer o maior reforço.

A ‘holding’ que controla o Banco Espírito Santo (BES) anunciou esta semana que teve de constituir uma almofada financeira de 700 milhões de euros para cobrir o risco de não pagamento de papel comercial de empresas do grupo que tinha sido vendido pela rede de retalho.

Embora em montantes distintos, o Dinheiro Vivo sabe que os restantes sete grupos bancários tiveram todos de fazer provisões.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/M

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BCP quer ajudar as famílias a poupar

Leiloar a taxa de juro de um depósito ou ter uma conta que tem apenas a duração do objetivo de poupança são apenas duas das novas opções que o BCP apresenta no “Centro de Poupanças”.

O BCP quer ajudar as famílias a poupar e desenvolveu um novo conceito, lançado esta semana, que agrega produtos, ferramentas e serviços num portal.

“A poupança tem um papel cada vez mais central na vida das famílias, e o BCP quer ser o parceiro, na lógica de poupança ajustada a cada tipologia de família”, explicou Ricardo Valadares, diretor de marketing do Millennium bcp, em declarações ao Dinheiro Vivo.

 

O banco agregou num único portal “um conjunto de produtos, área de multimédia e dicas da poupança porque as pessoas valorizam cada vez mais o que os outros dizem. Temos dicas bastantes simples como por exemplo como fazer uma lista de supermercado, a outras de gestão do orçamento das famílias”, adiantou o diretor de marketing da instituição financeira.

A estes juntam-se ainda ferramentas de apoio à gestão do orçamento familiar, informação de caráter fiscal e legal, de uma área de perguntas e respostas.

Uma das novas contas a prazo que o banco criou (e que não tem custos para o cliente) é a poupança objetivo. Trata-se de um depósito com possibilidade de associar uma imagem ligada ao objetivo que se pretende. Permite fixar um objetivo e receber informação segundo o grau de concretização desse objetivo. Ou seja, se o objetivo é poupar para os livros da escola, a conta a prazo tem apenas a duração necessária até atingir esse objetivo. Além disso, no site poderá ver quanto lhe falta para atingir o objetivo.

Já a poupança duodécimos,  aproveita o facto de o subsídio de férias ser pago em doze mensalidades e incentiva à poupança programada com entregas mensais. Para tal é aplicada uma grelha de taxas de juro progressivamente aplicada por parcelas de montante.

O depósito net leilão é outro dos novos produtos e que apenas pode ser subscrito online. Trata-se de um depósito que feito em sistema de leilão com prazo a definir previamente. Na licitação a apresentar a leilão, o cliente indicará a taxa de juro pretendida, que deverá situar-se dentro do intervalo mínimo e máximo definido pelo banco no leilão em questão. O banco efetuará o apuramento das licitações, as quais serão tratadas de acordo com critérios e ordem de prioridades até que o somatório dos montantes das mesmas atinja o “plafond” definido pelo banco para esse leilão.

Ricardo Valadares dá o exemplo: “Imaginando que o BCP disponibiliza um milhão de euros para o leilão com um intervalo de taxas entre 1% e 3%. Um cliente que tenha 10 mil euros pode propor uma taxa, por exemplo, 1,5%. Quando o banco for apurar as taxas irá começar por satisfazer as mais baixas, até ter distribuído o plafond que definiu, neste caso um milhão”.

O depósito net flexível permite que um cliente contrate um depósito entre 15 e 360 dias, havendo uma grelha extensa que varia em função do montante e prazo.

Segundo responsável de marketing do BCP, mais do que “captar poupança e recursos”, o banco pretende, com o lançamento deste novo conceito “aproximar-se mais das famílias dando-lhes ferramentas que as possam ajudar a gerir o seu dinheiro”.

“Para criarmos esta solução fomos ouvir os clientes. Fizemos um focus group e as soluções apresentadas no ‘Centro de Poupança’ são o resultado do que os clientes nos disseram que querem”, concluiu Ricardo Valadares.

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/M

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25
Mar 14

Santander Totta paga “spread” abaixo de 100 pontos base em emissão de mil milhões

Procura de obrigações hipotecárias do banco português superou a oferta em 2,7 vezes, levando o "spread" a descer para 88 pontos base.

O Santander Totta realizou esta terça-feira, 25 de Março, uma emissão de obrigações hipotecárias a 3 anos, tendo pago um “spread” inferior a 100 pontos base, o que o banco diz ter acontecido pela primeira vez na banca portuguesa nos últimos três anos.

 

O banco emitiu mil milhões de euros, com um cupão fixo anual de 1,5% e uma procura 2,7 vezes superior à oferta, refere o Santander Totta em comunicado.

 

“O sucesso desta emissão sublinha de forma muito positiva o processo de retoma da economia portuguesa e da capacidade de Portugal regressar aos mercados. Para além disto, reforça o posicionamento e competitividade do Banco Santander Totta no apoio às empresas e famílias portuguesas”, refere António Vieira Monteiro, presidente do Santander Totta, citado no comunicado.

 

O Santander Totta salienta que esta foi a primeira “emissão de bancos portugueses a 3 anos, com spread abaixo dos 100 pontos base, depois do pedido de resgate por parte de Portugal”, sendo que o spread inicial “estava marcado a 100 pontos base mas face ao nível da procura”, desceu para 88 pontos base.

 

O Crédit Agricole, BNP Paribas, Bank of America, Merryll Lynch, Unicredit e Santander integraram o sindicato de book runners que geriu a operação.  

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

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