09
Abr 11
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Jerónimo de Sousa diz que é a banca que governa

O secretário-geral do PCP acusou este sábado a banca de governar actualmente o País, numa altura em que o Executivo de José Sócrates apenas obedece. As declarações de Jerónimo de Sousa foram proferidas durante um comício do PCP em Lisboa.

«A banca manda e o Governo obedece. PS, PSD e CDS-PP ajoelham. Assim tem sido e assim foi nesta vergonhosa opção», afirmou Jerónimo de Sousa, referindo-se às pressões dos principais banqueiros nacionais antes do anúncio de ajuda externa.

«Os mesmos banqueiros que, enquanto exigem mais apoios do Estado e severas diminuições da despesa nos serviços públicos, dos salários, das pensões, dos apoios sociais, escondem dos portugueses que a maioria da dívida do país não é do Estado, é sua, dos privados, em particular da banca», acrescentou o líder comunista.

Recorde-se que dias depois dos principais donos de bancos portugueses terem manifestado publicamente a sua opinião de que o País necessitava de apoio financeiro internacional, José Sócrates fez uma declaração aos portugueses, anunciando o pedido de ajuda externa.
fonte:http://www.abola.pt
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06
Abr 11
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Abr 11

PCP acusa banca de "descarada cartelização"

Os comunistas contestam a posição dos maiores bancos nacionais de deixarem de comprar dívida pública portuguesa, denunciando as medidas governativas que beneficiaram estas instituições ao longo dos últimos anos. “A banca portuguesa, que recebeu milhares de milhões do erário público, em financiamento e em avales; que paga taxas baixíssimas de impostos, mesmo com altíssimos lucros; que enche os cofres com parcerias publico-privado que são um esbulho a todos os portugueses, que beneficiou das medidas do Governo de ataque aos certificados de aforro encaixando milhares de milhões nos seus produtos de poupança; que empresta dinheiro ao Estado a 5% ou 6% financiando-se junto do BCE a 1%. A banca portuguesa, coitadinha, não pode fazer mais sacrifícios”, ironizou esta tarde o líder parlamentar do PCP, Bernardino Soares.

Durante o último debate parlamentar antes da dissolução decidida pelo Presidente da República após a demissão do Governo, Bernardino Soares resumiu que a decisão dos maiores bancos portugueses decidiram mesmo não emprestar mais dinheiro ao Estado e não ir aos leilões da dívida “trata-se de uma clara e descarada cartelização, que pelos vistos foi combinada, pasme-se, numa reunião com o Banco de Portugal, o regulador do sector financeiro”.

Perspectivando a campanha eleitoral que se avizinha, Bernardino Soares resumiu que "com os mesmos governantes PS, PSD e CDS, não vamos lá", sendo "por isso que o momento de exigir e de construir uma mudança política está aí também nas próximas eleições".

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
publicado por adm às 19:42 | comentar | favorito
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Abr 11
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