16
Out 11
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Out 11

Casas penhoradas valem três mil milhões

Desde o início da crise, o volume de casas entregues aos bancos por falta de pagamento disparou 350%.

O final do primeiro semestre deste ano os seis maiores bancos nacionais tinham mais de três mil milhões de euros em imóveis recebidos por falta de pagamento. E isto num momento em que a banca está mais receptiva do que nunca a renegociar créditos. A razão é simples: "O montante que têm já é elevado, até porque os bancos não existem para vender casas", comentava um analista ao Diário Económico.

Desde o início do ano, e até Junho, o montante de imóveis em carteira subiu 10%. No entanto, olhando para o final de 2007, este valor mais do que quadruplicou, ao disparar 350% - valor que exclui o BCP já que a instituição não disponibilizava estes dados em 2007. Um reflexo de uma crise que atingiu a economia real, e que só terá a tendência a piorar daqui em diante. Até à data, e de acordo com a Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), a maioria dos imóveis terá sido entregue por promotores e construtores imobiliários que não conseguem vender os imóveis, e consequentemente saldar dívidas. No entanto, o crédito malparado entre os particulares, nomeadamente o crédito à habitação, atingiu em Agosto o valor mais alto de sempre. Além disso o ritmo de aumento do crédito malparado parece estar a acelerar: só nos últimos dois meses o incumprimento na habitação aumentou 65 milhões de euros, mais do que no total dos seis meses anteriores, quando subiu 60 milhões de euros.

Num momento em que a banca necessita de liquidez, não é do interesse dos bancos receberem imóveis em dação de pagamento. "Actualmente só mesmo em última instância é que os bancos recorrem à via judicial, só depois de tentarem todos os outros recursos", explicava ao Económico Natália Nunes, responsável pelo Gabinete de Apoio ao Sobreendividado da Deco. Isto porque a excessiva oferta de imóveis no mercado, combinada a actual conjuntura económica do país, torna morosa a venda destes imóveis. Além disso, "para os bancos o mais preocupante é o facto de incorrerem em perdas quando vendem estes imóveis. E dado o ‘stock' que têm, os bancos vão ter de vender mais, o que vai pressionar o preço e aumentar as imparidades", explica o mesmo analista. Sobre o valor actual da carteira os bancos já estimam perdas de 585 milhões de euros.

Perante esta situação, os bancos têm concentrado esforços na venda destes imóveis. Além de oferecerem condições mais vantajosas de financiamento a quem queira comprar estas casas (ver texto ao lado), as instituições começaram também a recorrer às imobiliárias. Os maiores bancos já realizaram este ano parcerias com algumas das principais imobiliárias a operar em Portugal, como a ERA e a ReMax. Luís Lima, presidente da APEMIP, refere mesmo que "70% dos imóveis dos bancos estão a ser encaminhados para as imobiliárias". De acordo com a mesma associação, cerca de 3.900 imóveis terão sido entregues em dação de pagamento entre Janeiro e Julho deste ano. No entanto, a realidade pode ser mais negra: segundo o relatório e contas do primeiro semestre, só o Santander - o único a revelar estes números - recebeu 38.585 imóveis em dação de pagamento no primeiro semestre.

No final de Junho, o BCP era o banco mais pressionado por esta realidade, com uma carteira de imóveis para venda no valor de 1,18 mil milhões de euros e imparidades estimadas no valor de 222,4 milhões de euros, seguido pelo BES, cuja valor carteira ascendia a 751,9 milhões de euros. No extremo oposto estavam o BPI e o Santander Totta, com carteiras de imóveis para venda avaliadas em 122,6 milhões e 152,6 milhões de euros, respectivamente.

De notar ainda que, aos três mil milhões de euros em imóveis entregues por falta de pagamento, somam-se ainda mais de dois mil milhões de euros de crédito malparado na habitação, os quais têm o potencial de vir a aumentar o ‘stock' de casas já existente.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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10
Out 11
10
Out 11

Quase 4 mil imóves entregues à banca este ano por incumprimento dos donos

As áreas metropolitanas de Lisboa e Porto concentram 48,7% das ocorrências.

Quase 4.000 imóveis foram entregues aos bancos nos primeiros oito meses deste ano em dação em pagamento por famílias e promotores imobiliários, em resultado de incumprimento nos créditos à habitação e à construção, segundo estimativas divulgadas hoje.

Segundo a análise das dinâmicas imobiliárias divulgada hoje pela Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), "ao longo dos oito primeiros meses de 2011 foi possível contabilizar cerca de 3.900 imóveis entregues em dação em pagamento tanto por famílias, como por promotores imobiliários".

Este valor, afirma a associação, "representa um agravamento de 7,9% face a igual período de 2010".

As áreas metropolitanas de Lisboa e Porto "concentram 48,7% das ocorrências relativas a imóveis entregues em dação em pagamento em Portugal este ano".

A área metropolitana do Porto representa 18,8% das dações em pagamento registadas em termos nacionais e a de Lisboa 29,9%.

A APEMIP salienta que o "arrefecimento do mercado imobiliário afectou de forma bastante significativa todos os que investiram na promoção imobiliária e no desenvolvimento de novos projectos e empreendimentos, pelo que parte significativa dos imóveis entregues em dação em pagamento provêem destes atores, em particular, em municípios, como os de Alcochete, Ponta Delgada, Vila do Conde e Portimão, em que esta realidade representa, pelo menos, metade da totalidade dos imóveis em causa".

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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09
Out 11

BCP quer abrir sucursal na China

O Banco Comercial Português (BCP) pediu uma licença de pleno direito para abrir uma sucursal na China para explorar «nichos de mercado» com a mira apontada às cidades de Pequim, Xangai e Cantão, disse em entrevista à Agência Lusa o director-geral da sucursal de Macau.

«Apresentámos o pedido de licença de abertura e ainda estamos a estudar um dos três pólos», apontou José João Pãosinho, ao indicar que o banco «não está a considerar» Hong Kong por se tratar de «um mercado maduro».

Na China «o objectivo do banco não será fazer retalho porque seria um suicídio em termos financeiros», vincou o director da sucursal do BCP. «A orientação será mais para nichos de mercado privilegiando-se a necessidade de empresas chinesas e de particulares com negócios no âmbito da lusofonia».

«Basta que consigamos penetrar nessa área para que o volume de negócios seja suficientemente atractivo».

Um ano depois de ter iniciado actividade plena em Macau, deixando o «offshore», o balanço do BCP «é positivo», avaliou José João Pãosinho.

«Foi-nos possível oferecer taxas de juro competitivas nos depósitos, beneficiar de operações de crédito com «spreads» interessantes e, simultaneamente, alargar operações com algumas empresas da China, em especial da província de Cantão, que têm relações comerciais com países africanos de língua portuguesa», explicou.

O desenvolvimento da filial «assentou naquilo a que o banco chamou de triângulo China-Europa-África» e que passou a «losango» depois de o banco somar ao seu «objectivo estratégico» operações com o Brasil, onde apresentou um pedido de licença numa parceria com o Banco Privado Atlântico de Angola.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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09
Out 11

Contas de depósito e crédito a consumidores lideram reclamações

Depósitos aumentam peso face a 2010. Síntese de supervisão revela ainda que Banco de Portugal emitiu 618 recomendações e instaurou 16 processos.

A totalidade dos 19 depósitos duais e indexados submetidos à verificação do Banco de Portugal (BdP) durante o primeiro semestre deste ano foram objecto de alterações exigidas pelo supervisor, "para corrigir, clarificar ou complementar a informação" disponibilizada. Ou seja, nenhum estava, à partida, de acordo com as exigências da lei.

Este dado, que consta da Síntese intercalar das actividades de supervisão comportamental do BdP, revela uma exigência cada vez maior no sentido da protecção do cliente bancário, em produtos mais complexos mas não só.

Os depósitos foram um dos principais focos de atenção e fiscalização do banco central, com as contas depósito a serem a matéria mais reclamada, seguindo-se o crédito a consumidores. No primeiro semestre deste ano, o Banco de Portugal adianta que, "foi particularmente significativa a actuação" junto das instituições de crédito no mercado de depósitos simples, "dada a sua importância na captação da poupança dos clientes e o lançamento de novos produtos". Nos últimos meses, os bancos têm fomentado a captação de depósitos - uma das formas que têm de se financiar - oferecendo taxas mais atractivas nos depósitos a prazo.

Durante o semestre, o banco central efectuou 625 acções de inspecção de depósitos simples e suas contas junto de 51 entidades, abrangendo o universo das instituições que podem aceitar depósitos. Os principais incumprimentos objecto de correcção foram os relativos à não entrega ou disponibilização imediata da ficha de informação aquando da apresentação de condições de abertura de conta ou de contratação de um depósito; a não observância do modelo harmonizado de ficha informativa e a não adequação dos termos do contrato de depósito às normas aplicáveis.

Foi aliás sobre as contas de depósito que os clientes bancários mais reclamaram no primeiro semestre, com o número de reclamações a ascender a 2.101, "um crescimento de 8% na média mensal [...], apresentando o maior aumento do peso relativo no total de reclamações (de 25,9%, em 2010, para 28,3%, no primeiro semestre de 2011)". O crédito aos consumidores e outros crédito recebeu o segundo maior número de reclamações entre Janeiro e Junho - 1.912 -, tendo um peso relativo no total de 25,8%, em decréscimo contudo face ao ano passado. "Estas matérias já haviam sido as mais reclamadas em 2010", sublinha o Banco de Portugal.

Aumentam reclamações consideradas com fundamento

No total, os clientes bancários fizeram 7.420 reclamações durante o primeiro semestre deste ano - nos livros de reclamações e enviadas directamente ao BdP - numa média mensal de 1.237, menos cerca de 2% que a média de 2010.

Em cerca de 43% do total de reclamações recebidas "não se observaram indícios de infracção por parte da instituição de crédito e, em cerca de 57% dos casos verificou-se uma resolução" pela entidade, por sua iniciativa ou por advertência/determinação do Banco de Portugal.

Comparativamente com 2010, estes dados evidenciam "uma maior proporção de reclamações consideradas com fundamento, o que parece revelar um melhor conhecimento por parte dos clientes bancários" das normas de relacionamento com as instituições de crédito.

Face às reclamações recebidas, o banco central emitiu 602 recomendações e determinações específicas e instaurou 16 processos de contra-ordenação.

Além da evolução das já referidas reclamações sobre contas de depósito e crédito aos consumidores, referência ainda para a descida de 8% do número médio mensal de reclamações no crédito à habitação, tendo ainda havido uma redução na quantidade média de reclamações nos cheques, operações com numerário, máquinas ATM e débitos directos.

Quanto às instituições mais reclamadas foram, nas contas de depósito, o Deutsche Bank; no crédito aos consumidores e outros e no crédito à habitação o BBVA; e nos cheques a CGD.


Fiscalização

- No primeiro semestre, o BdP fiscalizou 2.667 campanhas de publicidade, de 56 instituições de crédito; 92 foram alteradas e duas suspensas.

- Foram fiscalizados 209 contratos de crédito aos consumidores, pedidos pelo BdP, por reporte de indícios de TAEG acima das taxas máximas.

- Das 602 recomendações e determinações emitidas pelo BdP, 222 eram referentes ao preçário (regras de transparência) e 183 a serviços de pagamento.

- O BdP recebeu 1.439 pedidos de informação (média de 240 por mês); maioria sobre aquisição de produtos e serviços bancários e responsabilidades de crédito.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

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07
Out 11

Banca europeia pode colapsar "em duas ou três semanas"

Assessor do Fundo Monetário Internacional (FMI) pede resposta urgente à crise da dívida soberana da Zona Euro.

Robert Shapiro assegura que se os políticos não encontrarem uma fórmula "credível" para atacar a crise, em duas ou três semanas "teremos uma crise da dívida soberana que vai levar a um colapso do sistema bancário europeu".

Em entrevista à BBC, o assessor do FMI adiantou que "não estamos a falar de um banco belga relativamente pequeno, mas dos maiores bancos do mundo, os maiores bancos na Alemanha, em França, e alargaria-se ao Reino Unido e a todos os sítios porque o sistema financeiro global está ligado".

Shapiro admitiu ainda que a crise actual pode ser "pior do que a de 2008", já que se desconhece o impacto da dívida pública nos bancos, em caso de incumprimento de algum governo". Ainda assim deixa o aviso: "o FMI não tolerará um novo Lehman Brothers", o banco norte-americano que ruiu em 2008.

Esta semana, o FMI sugeriu que fossem injectados 100 a 200 mil milhões de euros nos principais bancos europeus para estabilizar o sector, sendo que o presidente da Comissão Europeia (CE), Durão Barroso, confirmou ontem a proposta de uma "acção coordenada" para ajudar à recapitalização dos bancos.

Já Angela Merkel adiantou ontem que "o aviso de que os bancos europeus não têm capital suficiente deve ser levado muito a sério. Se for preciso [recapitalizar os bancos], será dinheiro bem empregue, e não devemos hesitar, porque os prejuízos daí resultantes seriam muito mais elevados".

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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Banco Popular anuncia intenção de comprar o Banco Pastor

O Banco Popular anunciou hoje a sua intenção de tomar o controlo do Banco Pastor, numa operação de integração que abrange todo o capital do banco galego.

Em comunicação à Comissão Nacional do Mercado de Valores (CNMV), o Popular explica ter transmitido essa intenção aos acionistas do Pastor.

A oferta está condicionada ao compromisso de aceitação de acionistas que representem pelo menos 50,1 por cento do capital social do Pastor.

Fonte:Lusa

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07
Out 11

Estado aumenta recurso à banca nacional

Sector público vira-se para os bancos portugueses.

O recurso do Estado à banca nacional aumentou este ano, sobretudo desde a ajuda externa a Portugal. Com os mercados internacionais de costas voltadas para a economia portuguesa, o Tesouro e as Administrações Públicas viram-se para os bancos.

De acordo com o boletim económico de Outono do Banco de Portugal, tem havido um "significativo aumento do financiamento junto dos bancos domésticos", fruto da "escalada das taxas de rendibilidade das Obrigações do Tesouro para níveis economicamente incomportáveis" e das "acrescidas dificuldades no acesso a financiamento por parte do sector público". Este recurso à banca nacional é particularmente visível desde o pedido de ajuda externa: "As responsabilidades das Administrações Públicas perante os bancos residentes aumentaram consideravelmente no segundo trimestre de 2011". Um reforço que, sublinha o banco central, coloca "uma pressão adicional sobre as condições de financiamento do sistema bancário".

Desde Dezembro de 2009 até agora, os títulos emitidos e os empréstimos concedidos às Administrações Públicas duplicaram o seu peso no balanço das instituições bancárias. Em Julho deste ano, representavam já "cerca de 8% do activo bancário". Já o crédito ao sector privado, ou seja, à economia, que continua a ter "um contributo positivo", está a abrandar, abrandamento esse que se tem "acentuado nos últimos meses".

fonte:http://economico.sapo.pt/

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03
Out 11

Banco de Portugal abriu 16 processos contra bancos

O Banco de Portugal acaba de divulgar a Síntese Intercalar das Actividades de Supervisão Comportamental, relativa aos primeiros seis meses do ano, no qual revela os resultados das análises feitas a campanhas de publicidade, aos preçários, aos depósitos, e os resultados das acções de inspecção, bem como as reclamações recebidas.

Nos primeiros seis meses, o Banco de Portugal (BdP) analisou 2.667 campanhas publicitárias de 56 instituições, das quais 92 foram alteradas e 2 foram suspensas. Segundo a autoridade, os incumprimentos detectados foram a "dissimulação ou omissão de informação necessária para avaliar as características dos produtos".

Sobre os preçários, o BdP revela que foram realizadas 1.263 acções de inspecção a 136 entidades. A autoridade exigiu a correcção de 360 preçários antes da sua publicação.

Os depósitos também estiveram na mira. Entre Janeiro e Junho deste ano, foram submetidos 19 prospectos ao Banco de Portugal relativos a depósitos indexados e duais. "Todos eles foram objecto de alterações exigidas pelo Banco de Portugal, para corrigir, clarificar ou completar a informação aí disponibilizada".

A autoridade presidida por Carlos Costa revela ainda que recebeu informação de 55 instituições de crédito relativa a 683.737 novos contratos de crédito aos consumidores. O BdP identificou 209 contratos de 7 instituições cujos elementos de reporte "indiciavam eventuais desconformidades com as normas aplicáveis em matéria de crédito aos consumidores e solicitou informação complementar sobre esses contratos às respectivas instituições".

Nos primeiros seis meses do ano, o BdP emitiu 602 recomendações e determinações específicas , na sua grande maioria (222) relacionadas com os preçários. Como resultado, a instituição instaurou 16 processos de contra-ordenação: 12 dos quais relativos ao incumprimento de preceitos imperativos que regem a actividade das instituições de crédito, 3 processos por violação dos deveres de prestação de informação ao Banco de Portugal e 1 por inexistência de Livro de Reclamações.

Os 16 processos de contra-ordenação instaurados nos primeiros seis revelam um ligeiro aumento face a 2010. No relatório do ano passado, que dizia respeito aos primeiros oito meses do ano, tinham sido instaurados 14 processos de contra-ordenação, todos por violação de preceitos imperativos que regem a actividade das instituições de crédito.

Ainda assim, o número de reclamações recuou até Junho deste ano face ao período homólogo. De acordo com o documento, o Banco de Portugal recebeu 7.420 reclamações de clientes bancários nos primeiros seis meses deste ano, o que significa uma queda de 2% face às 7.561 reclamações registadas no primeiro semestre de 2010. Os principais motivos das reclamações estiveram relacionadas com as contas de depósito, com o crédito aos consumidores e com o crédito à habitação.

Segundo o relatório, as instituições financeiras estrangeiras lideraram as queixas dos consumidores. No caso da abertura de contas à ordem, o Deutsche Bank, com 62 reclamações por cada mil contas de depósitos, e o Barclays, com 35 queixas, ocupam os primeiros lugares dos bancos mais visados. A média nacional foi de nove queixas por cada mil contratos.

Já no crédito ao consumo, as queixas dirigiram-se em maior número contra o BBVA, com 133 reclamações por cada mil contratos, e a Crediagora, com 117 queixas, contra uma média nacional de 14.

O Banco de Portugal acrescenta ainda que foram feitas várias acções de inspecção, incidindo na sua maioria (625 acções) nos depósitos bancários e suas contas.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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03
Out 11

Utiliza banca online? Então, não faça isto!

A banca online é cada vez mais popular. Poupa tempo e em muitos casos dinheiro, já que os bancos começam a não cobrar comissões por algumas operações feitas via net. Mas impõem-se sempre as questões de segurança. E há erros que não se devem cometer.  
1. Ter uma password fácil de adivinhar. Já lhe disseram isto milhares de vezes, mas caso ainda não tenha prestado atenção veja as dez passwords mais comuns no mundo. -123456, -12345, -123456789, -Password, iloveyou, princess, rockyou, 1234567, 12345678, abc123. O nome do filho ou do namorado também são um sucesso. Não acha que está na hora de puxar um pouco mais pela imaginação?

2. Usar um Wi-fi Spot público. Quase toda a gente o fez, mas só uma rede segura é garantia de… segurança. Segundo alguns especialistas, consultar o seu saldo bancário repetidamente em locais públicos vai acabar por atrair a atenção de pessoas que estão à procura disso mesmo. Não se esqueça que agora há coisas como o Bluetooth, que podem interceptar transmissões. E depois, há os vírus, os spywares, etc, etc. 

3. Revelar demasiada informação nas redes sociais. Este é um dos grandes erros que cometemos actualmente, seja a partilhar o nome do seu animal de estimação, o nome de solteira da sua mãe ou o seu número de segurança social. Há «especialistas» à cata do mais ínfimo sinal que possa parecer a sua password.

4. Não ter um antivírus no seu computador. Não acontece só aos outros. Mesmo que não clique em sites suspeito, está sempre sujeito a ter algum desconhecido a cirandar pelo seu disco rígido. É a forma mais usada para roubar passwords e aceder a informação reservada. 

5. Não controlar as contas. É estranho, mas é verdade. Muita gente raramente controla as contas on-line para verificar se há algo suspeito. Uma vez por dia é o ideal, mas no mínimo deve fazê-lo uma vez por mês. Os bancos são obrigados a repor as perdas originadas por acções fraudulentas, mas você dispõe de um curto espaço de tempo para reclamar. Se não vai lá ver…

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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01
Out 11
01
Out 11

Banca tem de divulgar novo rácio de malparado nas contas de Setembro

Os bancos vão ter de divulgar, nas suas contas de Setembro, o seu nível de crédito malparado calculado de acordo com as determinações da troika, diz o Jornal de Negócios.

O indicador é muito mais abrangente dos que eram publicados até agora, mas o governador do Banco de Portugal garante que o resultado das instituições financeiras nacionais "compara com a média europeia".

O rácio de crédito em risco reflecte apenas os financiamentos com prestações de capital ou juros em dívida e os créditos de cobrança duvidosa. Por um lado, o novo indicador inclui os descobertos bancários que não tenham sido contratualizados com os clientes e que se verifiquem há mais de 90 dias. Por outro lado, para calcularem este rácio, os bancos têm ainda de somar os créditos reestruturados, ou seja, os contratos cuja condições foram renegociadas, depois de terem estado sem pagamento durante 90 dias ou mais.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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