20
Dez 11

CGD tira fundos da Madeira: "Nem tudo irá para as Ilhas Caimão"

A Caixa Geral de Depósitos vai encerrar no final deste ano a sua Sucursal Financeira Exterior (SFE) da Madeira. Os clientes serão transferidos para outras unidades do grupo Caixa, entre as quais, a das Ilhas Caimão.

O fim de alguns benefícios fiscais de que aquela zona usufrua, nomeadamente o fim da isenção de IRC e a tributação dos juros nas contas dos não-residentes a 21,5% por cento são apontados pelo banco do Estado como a justificação para esta medida, segundo confirmou o banco estatal ao Dinheiro Vivo.

“Face à alteração do regime legal que enquadra a actividade do sector financeiro da Zona Franca da Madeira, a CGD decidiu encerrar, no final do ano, a Sucursal Financeira Exterior da Madeira e transferir a actividade e respectivos clientes para outras Unidades do Grupo CGD”, explicou ao Dinheiro Vivo, fonte oficial da Caixa. 

A mesma fonte do banco estatal reforçou ainda que nem todos serão transferidos para as Ilhas Caimão mas serão antes distribuídos por várias unidades.

Segundo já tinha avançado o Jornal Público, há umas semanas, a Caixa terá informado os seus clientes residentes no estrangeiro, através de uma circular, que as respectivas contas que actualmente possuem na SEF da Madeira serão transferidas para a Sucursal Caimão, caso aqueles não se oponham expressamente à concretização desta mudança.

O banco terá ainda informado os clientes que independentemente da unidade do grupo para onde venham a ser transferidas as contas, mantêm-se as condições contratuais actualmente em vigor quanto à titularidade, condições de movimentação, taxa de remuneração, cálculo e pagamento de juros, isenção de tributação sobre os juros, comissões e despesas e data de vencimento. Deixam apenas de ficar abrangidas pelo Fundo de Garantia de Depósitos, alterando-se o regime fiscal aplicável, com a tributação dos juros em sede do IRS/IRC.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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Prazo do Estado na banca alargado para 5 anos

A comissão parlamentar de Orçamento e Finanças aprovou esta terça-feira o alargamento de três para cinco anos do prazo inicial de investimento do Estado nos bancos durante a votação na especialidade da proposta de lei que de recapitalização da banca.

Esta tarde os deputados da Comissão de Orçamento e Finanças discutiram e votaram ponto a ponto a proposta de lei do Governo que enquadra o recurso dos bancos privados ao fundo de recapitalização de 12 mil milhões de euros destinados ao sector financeiro no âmbito do acordo com a 'troika'. O objectivo desta linha pública é contribuir para o reforço de capitais das instituições bancárias.

Uma das principais alterações feitas à proposta de lei tem a ver com a passagem de três para cinco anos do prazo do investimento inicial do Estado nos bancos, momento a partir do qual o Estado pode passar a exercer a totalidade dos direitos de votos correspondentes à participação social que detenha na instituição bancária. 

Esta proposta de alteração à lei da recapitalização da banca foi apresentada por PSD e CDS-PP.

Foi ainda aprovada a proposta de alteração do PSD e do CDS ao artigo 17.º, desaparecendo assim a referência de que o pacote de ajuda financeira vai até 12 mil milhões de euros, o que poderá levar a alterações do montante.

O deputado do Bloco de Esquerda Pedro Filipe Soares perguntou qual a motivação da queda da inscrição dos 12 mil milhões de euros no diploma. Segundo o social-democrata Paulo Batista Santos, «esta alteração melhora a participação da Assembleia da República neste processo».

«É mais transparente, remete o valor para o Orçamento do Estado, onde terá a participação dos deputados nesta discussão», afirmou o deputado.

Quanto à proposta do PS de que os termos da recapitalização, como a remuneração do capital investido e os poderes dos representantes do Estado na banca, fiquem inscritos em projecto-lei e não em portaria, esta foi chumbada pelo PSD e pelo CDS.

Para Basílio Horta, do PS, a inscrição destes pontos em decreto-lei tinha a vantagem de permitir «alterações da Assembleia da República e a análise do Presidente da República».

O social-democrata Duarte Pacheco considerou esta uma «questão pertinente num processo que se pretende transparente», mas justificou a recusa desta alteração afirmando que este é um diploma que «garante as regras genéricas» das operações que venham a ser necessárias, pelo que os pontos em análise devem ser tratados em portaria da responsabilidade do Governo.

«Mas, como já disse o ministro das Finanças, a portaria será pública e será remetida ao parlamento para que possa analisá-la a discuti-la de forma transparente», afirmou Duarte Pacheco.

A proposta de lei, que tinha sido aprovada na generalidade em plenário a 22 de Novembro e hoje foi aprovada na especialidade, será levada novamente a plenário esta quinta-feira para a votação final global da proposta de lei.

A legislação deverá ser aprovada com os votos favoráveis do PSD, PS e CDS, tal como aconteceu na votação na generalidade.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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20
Dez 11

Banco Millennium inaugura balcão no Dundo

A província da Lunda Norte conta desde segunda-feira com um balcão do Banco Millennium Angola, inaugurado na cidade do Dundo pelo governador provincial, Ernesto Muangala.
 
Na ocasião, a vice-presidente do Banco Millennium Angola, Hermenegilda Benge, disse que o estabelecimento, quinquagésimo oitavo no país, contribuirá para o desenvolvimento económico da região.
 
Garantiu estar prevista, até final do mês em curso, a extensão da rede comercial Millennium Angola nas 18 províncias do país.
 
A instituição bancária, a primeira na província, contará com seis colaboradores. Vai prestar serviços da banca tradicional.
fonte:http://www.portalangop.co.ao/
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19
Dez 11

CGD corta nas horas extra e deslocações

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) decidiu aplicar aos seus trabalhadores as regras da função pública sobre o pagamento do trabalho suplementar e o valor das deslocações de serviço em viatura própria. 
A notícia é avançada pelo jornal «i» que cita o sindicato do sector.

A Federação do Sector Financeiro (Febase) acusa a administração da CGD de ter feito estas decisões «unilateralmente», violando o Acordo da Empresa, e já solicitou uma reunião.

Os funcionários da Caixa souberam das alterações através de um e-mail interno: «As alterações introduzidas pelo Orçamento do Estado para 2011 ao regime do Sector Empresarial do Estado, onde a CGD se insere, determinam a aplicação, ao bancário, das regras aplicáveis à função pública para o valor dos quilómetros nas deslocações em serviço e para a atribuição devida por trabalho suplementar», cita o jornal.

De acordo com o banco estatal, o valor das deslocações pago, actualmente, é de 0,492 euros, enquanto o valor da função pública em vigor é de 0,36 euros.

Quanto ao trabalho suplementar a administração faz saber que os parâmetros serão «harmonizados e alinhados com os da função pública», nomeadamente no que diz respeito à base de cálculo e respectivos escalões. De acordo com estas regras, a base de cálculo passa a ser estipulada «segundo o valor da retribuição hora, remuneração base, em vez da remuneração mensal efectiva».

Outra das decisões está relacionada com os ditos escalões de trabalho. A CGD adianta que apenas estarão activos três escalões de trabalho extraordinário: primeira hora, paga a 50%; segunda hora e seguintes, com pagamento a 75%; e dias de descanso semanal e feriados, pagos a 100%. 

Assim, os escalões referentes à primeira hora, segunda hora e subsequentes horas nocturnas ¿ actualmente pagas a 118,75% -passam a ser pagas a 87,5%. Finalmente, o pagamento de dias de descanso e feriados, superiores a sete horas, serão pagos a 150%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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19
Dez 11

BCP desiste de vender banco na Polónia

O BCP anunciou esta segunda-feira que decidiu manter a sua participação no polaco Bank Millennium, optando, assim, por não vender o negócio naquele país.

«Da análise efectuada, concluiu o Millennium bcp que a opção que melhor defende os interesses dos seus stakeholders e que melhor potencia a criação de valor é a de manutenção da sua participação no Bank Millennium», afirma o banco liderado por Carlos Santos Ferreira em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

O banco «reafirma a sua confiança no progresso da economia polaca e o seu compromisso de continuar a apoiar e sustentar o desenvolvimento orgânico do Bank Millennium, suportado pela sua forte posição no mercado de retalho, pelo baixo risco demonstrado pela sua carteira de crédito e pelos ganhos de eficiência e produtividade que têm vindo a ser alcançados com sucesso».

Em Julho, numa conferência de imprensa, o banco havia revisto a sua agenda estratégica, tendo anunciado que tinha iniciado um «processo de avaliação de diferentes cenários tendo em vista a criação de valor relativamente à operação na Polónia», nomeadamente a venda, mas assumiu agora que vai manter a posição.

As acções do BCP fecharam a sessão de hoje a cair 1,81 por cento para 0,108 euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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16
Dez 11

Bancos precisam de 838 milhões para cobrir riscos de crédito

Os bancos nacionais necessitam de registar imparidades adicionais de 838 milhões de euros, que dizem respeito à avaliação das carteiras de crédito.

Segundo comunicado do Banco de Portugal, as «conclusões» do exame imposto pelo troika vem «confirmar a resiliência e a solidez do sistema bancário nacional em matéria de fundos próprios».

«No que se refere à avaliação das carteiras de crédito, para o conjunto dos oito grupos bancários e com referência a 30 de Junho de 2011, foi estimada a necessidade de reforço de 838 milhões de euros no valor das imparidades registadas para a carteira de crédito analisada (não considerando almofadas de imparidade existentes nessa data), de forma a atingir níveis de provisionamento robustos. Este montante corresponde a 9,1% do total da imparidade constituída para os créditos abrangidos pelos trabalhos de inspecção e 0,3% do montante global desses créditos», escreve o Banco de Portugal, em comunicado, enviado às redacções.

O supervisor explica que as «necessidades de reforço são parcialmente compensadas pela reafectação de imparidades identificadas como disponíveis» em Junho, e no terceiro trimestre - 339 milhões e 208 milhões, respectivamente - indicando que ficam assim em falta 291 milhões de euros.

As inspecções que foram levadas a cabo às carteiras de crédito de oito instituições de crédito (Caixa Geral de Depósitos, BPI, BCP, BES, Santander Totta, Montepio Geral, Banif e Caixa de Crédito Agrícola) tinham como objectivo identificar as necessidades adicionais de imparidades de cada instituição.

Montepio e também a CGD têm contabilizadas mais provisões do que seria até necessário e tanto o BPI como oTotta não precisam de reforçar imparidades.

BES precisa de 104 milhões, porque já reforçou 21 milhões, e o Banif de 70 milhões, porque reforçou já 20.

BCP apresenta a maior necessidade: 381 milhões e não especifica quanto pode estar já coberto.

fonte:_http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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Inspecções: BCP precisava de 381 milhões

O BCP precisava, em Junho deste ano, de um reforço de 381 milhões de euros para cobrir as imparidades relacionadas com o risco do seu crédito concedido.

Foi este o valor apurado pelo Programa Especial de Inspecções (SIP) pedido pela troika aos bancos portugueses. «Esta avaliação concluiu existir necessidade de reforço de 381 milhões de euros no valor da imparidade registada nas contas consolidadas do Grupo», revela o BCP em comunicado.

O impacto agregado destes resultados na avaliação da solvabilidade do grupo, a 30 de Junho de 2011, tendo em conta a almofada prudencial existente à data, traduzir-se-ia numa redução do rácio de Tier 1, de 9,3% para 8,5%, mantendo-se acima do mínimo de 8% exigido naquela data. 

O BCP informa que, até Outubro, para a actividade em Portugal, tinha provisionado cerca de 174 milhões de euros, mas não revela quanto deste bolo pode ser abatido às necessidades identificadas na inspecção. 

O exercício incidiu sobre créditos no valor de 55,4 mil milhões de euros, cobrindo 72% do total da carteira de crédito do Grupo BCP. Este montante corresponde a 0,7% do montante global dos créditos analisados e 16,0% do valor da imparidade da carteira abrangida pela análise. 

No contexto do SIP, foi também apurada a necessidade de efectuar correcções pontuais aos valores dos activos ponderados pelo risco, que implicariam um aumento de 1,3% no montante total calculado para aquela data. 

«Refira-se, contudo, que as alterações regulamentares aplicáveis após a data de referência do SIP, em especial a entrada em vigor, no final de 2011, das alterações introduzidas pela legislação comunitária (CRD III), irão implicar uma redução do valor dos activos ponderados pelo risco, equivalente a 0,6%», lembra o BCP.

«As necessidades de reforço do capital resultantes das recomendações do SIP deverão, de acordo com orientações do Banco de Portugal, ser supridas até Junho de 2012, pelo que serão contempladas no plano estratégico de capitalização que o Grupo BCP irá apresentar no início de 2012 e no qual especificará as medidas a adoptar para fazer face às necessidades globais de reforço dos fundos próprios, incluindo as decorrentes do exercício da EBA».

No que respeita ao ajustamento do valor dos activos ponderados pelo risco, «cerca de metade do efeito das correcções identificadas já estava incorporado nos rácios de capital comunicados ao Banco de Portugal, com referência ao final do mês de Outubro».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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BPI passa no teste da troika sem precisar de mais provisões

O BPI não precisa de reforçar provisões para cobrir riscos de crédito, revelou a inspecção levada a cabo sobre os bancos portugueses a pedido da troika.

O Banco de Portugal divulgou esta sexta-feira os primeiros resultados globais do Programa Especial de Inspecções (SIP) e concluiu «ser adequado o valor global da imparidade registada nas contas consolidadas do Grupo para cobertura do risco de crédito da carteira analisada», revela o banco em comunicado.

O exercício incidiu sobre créditos no valor de 28,1 mil milhões de euros, cobrindo 95% do total da carteira de crédito do Grupo BPI. 

O impacto agregado da inspecção na avaliação da solvabilidade do grupo a 30 de Junho de 2011 traduzir-se-ia numa redução do rácio de Tier 1 de 9,6% para 9,4%, acima do mínimo de 8% exigido naquela data. «Estima-se que as alterações regulamentares antes referidas terão um impacto positivo de 0,3 pontos percentuais sobre este rácio», disse ainda o BPI.

Foi também apurada a necessidade de efectuar correcções pontuais aos valores dos activos ponderados pelo risco, que implicariam um aumento de 2.5% no montante total calculado para aquela data. Refira-se, contudo, que alterações regulamentares aplicáveis após a data de referência do SIP, em especial a entrada em vigor, no final de 2011, das alterações introduzidas pela legislação comunitária (CRD III), irão implicar uma redução do valor dos activos ponderados pelo risco, equivalente a 3.4% tendo por base os dados de 30 de Junho de 2011.

No que se refere a oportunidades de melhoria de políticas e procedimentos na gestão do risco de crédito, da inspecção resultou um conjunto reduzido de recomendações, «cuja aplicação estará concretizada a curto prazo».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/m

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Exame da troika: Totta não precisa de reforçar imparidades

O Santander Totta não precisava, em Junho deste ano, de qualquer reforço relativo às imparidades com crédito, segundo concluiu a inspecção feita aos bancos portugueses a pedido da troika.

O Banco de Portugal divulgou hoje os primeiros resultados globais do Programa Especial de Inspecções (SIP) e concluiu «ser adequado o valor global da imparidade registada nas contas consolidadas do Grupo para cobertura do risco de crédito da carteira analisada». 

O exercício incidiu sobre créditos no valor de 30,1 mil milhões de euros, cobrindo a totalidade da carteira de crédito do Grupo Santander Totta. 

O impacto agregado destes resultados na avaliação da solvabilidade do Grupo a 30 de Junho de 2011 traduzir-se-ia num aumento do rácio de Tier 1 de 11,3% para 11,4%, mantendo-se acima do mínimo de 8% exigido naquela data. 

No contexto do SIP, foi também apurada a necessidade de efectuar correcções pontuais aos valores dos activos ponderados pelo risco, que implicariam uma redução de 2% no montante total calculado para aquela data. 

«Refira-se, contudo, que as alterações regulamentares aplicáveis após a data de referência do SIP, em especial a entrada em vigor, no final de 2011, das alterações introduzidas pela legislação comunitária (CRD III), irão implicar uma redução adicional do valor dos activos ponderados pelo risco, equivalente a 0,8% tendo por base os dados de 30 de Junho de 2011», lembra.

Tendo sido identificadas algumas oportunidades de melhoria em matéria de políticas e procedimentos seguidos na gestão do risco de crédito, «o Grupo Santander Totta irá estabelecer e apresentar ao Banco de Portugal um plano para a implementação a curto prazo das situações que ainda subsistam».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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Dez 11

BES necessita reforçar imparidades em 104 milhões

O BES anunciou esta sexta-feira ter actualmente necessidade de registar imparidades adicionais de 104 milhões de euros, depois de concluídas as inspecções da troika à carteira de crédito dos oito principais bancos.

A informação consta de um comunicado do Banco Espírito Santo divulgado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) sobre os primeiros resultados das inspecções exigidas pela troika, que abrangeu a avaliação de créditos no valor de 44,1 mil milhões de euros (85% do total da carteira de crédito do grupo), e no qual se concluiu «existir uma necessidade de reforço de 125 milhões de euros», dos quais 21 milhões tinham sido já provisionados, em Setembro, o que significa que as necessidade actuais somam 104 milhões de euros.

O BES diz que «o impacto agregado destes resultados na avaliação da solvabilidade do grupo, a 30 de Junho, traduzir-se-ia numa ligeira redução do rácio de Tier 1, de 9,2 por cento para 8,9 por cento, mantendo-se acima do mínimo de oito por cento exigido naquela data».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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