16
Dez 11

Banif precisa de reforçar imparidades em 90 milhões

O Banif precisa de reforçar as provisões relativas a imparidades relacionadas com risco de crédito no valor de 90 milhões de euros, concluiu a inspecção levada a cabo sobre os bancos portugueses, exigida pela troika. 

O Banco de Portugal divulgou hoje os primeiros resultados globais do Programa Especial de Inspecções (SIP) e concluiu «existir necessidade de reforço de 90 milhões de euros no valor da imparidade registada nas contas consolidadas do Grupo». 

Este montante corresponde a 0,8% do montante global dos créditos analisados e a 15,7% do valor da imparidade da carteira abrangida pela análise.

No entanto, o banco anuncia que, até 30 de Setembro de 2011, tinham já sido reforçadas extraordinariamente as imparidades em cerca de 20 milhões de euros. 

«Até ao final do ano, estão em curso iniciativas que permitirão atenuar o impacto da diferença apurada, designadamente, pela regularização ou reforço de garantias de uma parte significativa dos montantes das operações avaliadas. No final do presente exercício, o Grupo planeia efectuar a necessária dotação de imparidade que permita colmatar a necessidade de reforço remanescente», refere em comunicado.

O exercício incidiu sobre créditos no valor de 11,9 mil milhões de euros, cobrindo 96% do total da carteira de crédito do Banif - Grupo Financeiro. 

O impacto agregado destes resultados na avaliação da solvabilidade do grupo, a 30 de
Junho de 2011, tendo em conta a almofada prudencial1 existente à data, é nulo, mantendo-se o rácio de Tier 1 em 7,2%.

No contexto do SIP, foi também apurada a necessidade de efectuar correcções pontuais aos valores dos activos ponderados pelo risco, que implicariam um aumento de 0,3% no montante total calculado para aquela data. Refira-se, contudo, que as alterações regulamentares aplicáveis após a data de referência do SIP, em especial a entrada em vigor, no final de 2011, das alterações introduzidas pela legislação comunitária (CRD III), irão implicar uma redução do valor dos activos ponderados pelo risco, equivalente a 1,4% tendo por base os dados de 30 de Junho de 2011. 

Tendo sido identificadas algumas oportunidades de melhoria em matéria de políticas e procedimentos seguidos na gestão do risco de crédito, o Banif - Grupo Financeiro irá estabelecer e apresentar ao Banco de Portugal um plano para a implementação a curto prazo das situações que ainda subsistam.

As alterações regulamentares acima referidas, aplicáveis ao cálculo dos activos ponderados pelo risco, traduzir-se-ão numa melhoria do rácio Tier 1 em 0,1 pontos percentuais.

fonte:_http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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Montepio: provisões ultrapassam o necessário

O Montepio não precisa de reforçar provisões para cobrir eventuais imparidades relacionadas com risco de crédito, concluiu o exame levado a cabo sobre os bancos portugueses por exigência da troika.

Segundo um comunicado do grupo, «a avaliação concluiu ser adequado o valor global da imparidade registada nas contas consolidadas do Grupo».

Foram identificadas «divergências de 43 milhões de euros» no valor da imparidade registada na carteira do crédito analisado (0,2% da carteira do crédito analisado e 6,2% do valor da imparidade registada relativamente a essa carteira) mas essas divergências «foram cobertas pela afectação aos créditos referidos de imparidades já existentes a 30 de Junho, mas ainda não alocadas nessa data, num valor de 50 milhões de euros». Ou seja, estava previsto dinheiro mais do que suficiente para cobrir essa necessidade.

O Banco de Portugal divulgou hoje os primeiros resultados globais do Programa Especial de Inspecções (SIP) e conclui-se que o impacto agregado dos resultados do SIP na avaliação da solvabilidade do Grupo Montepio Geral, a 30 de Junho de 2011, «é imaterial, mantendo-se o rácio de Tier 1 em 9,0%, acima do mínimo de 8% exigido naquela data».

O exercício incidiu sobre créditos no valor de 17,4 mil milhões de euros, cobrindo a totalidade da carteira de crédito do Grupo Montepio Geral. 

No contexto do SIP, foi também apurada a necessidade de efectuar correcções pontuais aos valores dos activos ponderados pelo risco, que implicariam um aumento de 0,8% no montante total calculado para aquela data. No entanto, que as alterações regulamentares aplicáveis após a data de referência do SIP, em especial a entrada em vigor, no final de 2011, das alterações introduzidas pela legislação comunitária (CRD III), irão implicar uma redução do valor dos activos ponderados pelo risco, equivalente a 0,3% tendo por base os dados de 30 de Junho de 2011. 

«Tendo sido identificadas algumas oportunidades de melhoria em matéria de políticas e procedimentos seguidos na gestão do risco de crédito, o Montepio Geral irá estabelecer e apresentar ao Banco de Portugal um plano para a implementação a curto prazo das situações que ainda subsistam. 

Adicionalmente, o grupo Montepio Geral informa que prevê realizar um aumento de capital de 100 milhões de euros até ao final do corrente ano, o que em conjunto com o processo de desalavancagem em curso lhe permitirá reforçar os actuais níveis de solvabilidade tendo em vista a meta de 10% para o rácio Core Tier 1 definida para o final de 2012».

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16
Dez 11

CGD tem provisões de 5 milhões acima do exigido

A Caixa Geral de Depósitos passou na avaliação imposta pela troika, que ordenou inspecções às carteiras de crédito de oito instituições nacionais, com o objectivo de identificar necessidades adicionais de imparidades de cada instituição.

O exercício incidiu sobre créditos no valor de 71,8 mil milhões de euros, cobrindo 84% do total da carteira de crédito do grupo, e concluiu ser adequado o valor global registado, «uma vez que as divergências de 153 milhões de euros» foram cobertas em Junho, num valor de 158 milhões de euros, escreve a Caixa em comunicado. Assim, o banco tem um «extra» de 5 milhões de euros, acima do valor exigido, e em Setembro, voltou a reforçar as imparidades em 123 milhões de euros

Em comunicado, a CGD refere que o impacto dos resultados na avaliação do grupo traduzir-se-ia num aumento do rácio de Tier 1, de 8,5% para 8,6%, mantendo-se acima do mínimo de 8%.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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15
Dez 11
15
Dez 11

Banca mundial anunciou corte de 200 mil empregos este ano

As instituições financeiras de todo o mundo anunciaram este ano planos para eliminar mais de 200 mil postos de trabalho.

As razões não são difíceis de apontar: turbulência nos mercados, fracas perspectivas económicas, contracção das receitas de ‘trading', queda no número de operações de M&A e IPO, maiores exigências de capital, e a crise das dívidas soberanas na Europa estiveram na origem de um ano difícil para os bancos de todo o mundo. Nas bolsas, as acções afundaram e no dia-a-dia os bancos enfrentaram condições cada vez mais difíceis de se financiar, o que se reflectiu no emagrecimento da concessão de crédito a empresas e famílias.

Como resultado da crise à escala mundial, as financeiras revelaram este ano planos para eliminar mais de 200 mil empregos, de acordo com dados compilados pela agência Bloomberg.

Hoje foi o Morgan Stanley, cujas acções acumulam perdas de perto de 50% em bolsa este ano, que anunciou planos para eliminar 1.600 empregos em todo o mundo no primeiro trimestre de 2012. É o equivalente a 2,6% do número total de funcionários do banco, que rondava os 62.650 colaboradores em Setembro. 

Também esta semana, o Citigroup, que é o terceiro maior banco norte-americano, comunicou aos reguladores que vai eliminar 4.500 empregos em todo o mundo, o equivalente a cerca de 2% da sua força de trabalho, que atingia os 267 mil colaboradores no final do terceiro trimestre. O CEO do Citi, Vikram Pandit, revelou que os cortes serão implementados nos próximos trimestres. 

O Citi e o Morgan Stanley juntaram-se assim a outros bancos de todo o mundo, que anunciaram cortes de postos de trabalho este ano devido à imposição de regras mais exigentes para o sector e à fraqueza da economia mundial.

O Bank of America, por exemplo, anunciou em Setembro que tenciona eliminar 30 mil empregos nos próximos anos - o equivalente a 10% da sua força de trabalho - e cortar a despesa anual em 5 mil milhões de dólares. Só entre Julho e Setembro o banco liderado por Brian Moynihan eliminou 6.000 empregos.

Na Europa, também proliferam exemplos. O britânico HSBC anunciou no início de Agosto que vai eliminar um total de 30 mil empregos, o equivalente a 10% do seu número total de funcionários. Deste montante seriam eliminados 5.000 postos de trabalho uma vez terminadas as operações de reestruturação na América Latina, Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Médio Oriente. Os restantes 25 mil serão eliminados até ao final de 2013. Europa e América do Norte são as regiões onde o HSBC mais vai cortar na mão-de-obra.

Também o suíço Crédit Suisse revelou há um mês que vai eliminar mais 1.500 empregos, além dos 2.000 postos de trabalho comunicados em Julho.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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12
Dez 11

Financiamento do BCE a bancos portugueses aumenta

O financiamento dos bancos portugueses junto do Banco Central Europeu aumentou em Novembro 151 milhões de euros, para os 45,69 mil milhões de euros, face ao valor registado no final de Outubro.

De acordo com os dados divulgados esta segunda-feira pelo Banco de Portugal, o financiamento da banca portuguesa junto do regulador europeu voltou a aumentar após dois meses em queda, aproximando-se dos mais de 46 mil milhões de euros registados no final de Agosto.

Assim, no final de Novembro, os bancos portugueses tinham um total de financiamento através dos diversos mecanismos do Banco Central Europeu de 45.691 milhões de euros, enquanto no final de Outubro este valor situava-se nos 45.540 milhões de euros, no final de Setembro nos 45.621 milhões de euros, e no final de Agosto nos 46.017 milhões de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

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Banca paga menos impostos nos próximos 20 anos

Os bancos vão ter um perdão fiscal nos próximos anos como forma de compensar os prejuízos com a transferência do fundo de pensões para o Estado. Significa que durante os próximos 20 anos, a banca vai pagar menos impostos. 

Assim, apesar de as instituições financeiras terem de assumir as perdas com a transferência do fundo de pensões para o Estado já este ano, vão ser compensadas com o facto de os prejuízos serem transformados em crédito fiscal nos próximos anos, ou seja, num período que pode ir até 20 anos, os bancos vão pagar menos impostos.

Os bancos vão ter de transferir os fundos a valor de mercado, o que implica assumir uma desvalorização significativa destes activos. Os encargos com as responsabilidades futuras no pagamento de pensões também vão ser maiores.

Além disso, a transferência dos activos só poderá ser feita em dinheiro ou títulos de dívida pública. Isto poderá implicar um encargo para as instituições financeiras de pelo menos 800 milhões de euros.

Só o Millennium BCP tem um desvio no fundo de 1.900 milhões de euros. O BES 903 milhões e o BPI 274 milhões de euros. 
Até dia 15 deste mês, os bancos têm de divulgar o valor exacto a transferir para a Segurança Social. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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12
Dez 11

Fundo de pensões: Bancários do Sul dão OK a acordo

O Conselho Geral do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI) já deu «luz verde» ao texto que servirá de base ao acordo tripartido com o Governo e os bancos para a transferência dos fundos de pensões para a Segurança Social.

O documento já foi aprovado e deverá ainda passar pelo crivo do Sindicato dos Bancários do Norte e no do Centro, indo terça-feira ao Conselho Geral da Federação do Sector Financeiro, designada de FEBASE.

«O texto do acordo tripartido prevê cobrir as insuficiências do decreto-lei quanto aos direitos dos bancários», embora formalmente o Governo não tenha de integrar estas propostas na legislação, disse à Lusa o presidente do SBSI, Rui Riso, no final do Conselho Geral.

O diploma que enquadra a transferência dos fundos de pensões dos bancários já reformados para o Estado foi já aprovado em Conselho de Ministros e está actualmente em consulta pública.

«Queremos que o acordo tripartido clarifique situações que não estão no decreto-lei. Em consulta pública, vamos propor que sejam incluídas no decreto as pretensões que estão no acordo tripartido».

Rui Riso demonstrou ainda surpresa pelo facto de o decreto-lei ter avançado sem haver acordo tripartido. «Nos casos anteriores, chegava-se aos acordos tripartidos primeiro e os decretos contemplavam as matérias destes, agora foi o inverso», afirmou o dirigente sindical, acrescentando que «o acordo tripartido é fundamental para clarificar as matérias que não constam do decreto».

O representante dos trabalhadores da banca quer assegurar que os direitos dos bancários reformados acordados entre os sindicatos e os bancos se mantêm mesmo com estes funcionários integrados no regime geral da Segurança Social, sobretudo o pagamento de um rendimento anual equivalente a 14 prestações, já que os fundos dos bancos estão provisionados nesse sentido.

«É fundamental que não haja uma diminuição do rendimento dos trabalhadores até ao fim da vida, o que está previsto em contratação colectiva». Mais: a contratação colectiva «não pode, nem deve ser alterada por decreto».

A confirmar-se a aprovação pelos sindicatos do texto que servirá de base ao acordo tripartido, este poderá ainda ser assinado esta semana pelas estruturas representativas dos bancários, Governo e bancos.

A transferência dos fundos de pensões vai valer aos cofres públicos cerca de seis mil milhões de euros, mas fica a cargo do Estado as responsabilidades futuras com estas pensões.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

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11
Dez 11
11
Dez 11

Banif com subida histórica de 52% em seis dias

Rumor de OPA fez disparar as acções do Banif nas últimas seis sessões.

Desde o passado dia 2 de Dezembro, as acções do Banif dispararam 52%, algo nunca antes visto. Também o volume de negociação (em euros) neste período foi três vezes superior à média dos últimos doze meses.

Por causa destes movimentos anómalos, a CMVM pediu esclarecimentos ao Banif, que, diz desconhecer as razões das subidas.

Operadores ouvidos pela Reutres atribuem as recentes fortes valorizações do Banif em bolsa a uma especulação sobre Fusões e Aquisições.

"Há muito que há rumores de que o Banif poderá ser alvo de uma OPA até pela sua pequena dimensão. Agora é mais apetecível devido ao seu preço baixo", explicou Pedro oliveira, trader da GoBulling.

"Para já não há nenhuma indicação do que possa estar a acontecer no Banif, mas estas valorizações são um forte sinal de interesse por parte de outras empresas", adiantou.

Francisco Goarmon, trader da Probolsa, referiu, por seu turno, que "das duas uma: ou é um reforço de capital ou uma OPA", acrescentando que "não é novidade para ninguém" que o Banif vai fazer um aumento de capital e que "a entrada de novas empresas seria uma boa forma de o fazer".

Em Dezembro, o banco liderado por Joaquim Marques dos Santos acumula ganhos de 46%. Ainda assim, o Banif contabiliza uma perda de 55,4% desde o início do ano.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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08
Dez 11

BES precisa de 188 milhões de euros para reforço de capital

De acordo com a EBA as necessidades do BES a 30 de Setembro fixavam-se em 810 milhões de euros, mas BES diz que valor foi colmatado pela oferta pública de troca de valores mobiliários que registou um reforço de 622 milhões.

O Banco Espírito Santo (BES) anunciou hoje que as suas necessidades de reforço de capital, em Dezembro, eram de 188 milhões de euros, na sequência do aumento de capital terminado na semana passada.

De acordo com os resultados divulgados hoje pela Autoridade Bancária Europeia (EBA, no original), as necessidades do BES a 30 de Setembro fixavam-se em 810 milhões de euros, um valor que terá sido colmatado pela oferta pública de troca de valores mobiliários que registou um reforço de 622 milhões.

Por seu lado, o Espírito Santo Financial Group (ESFG) necessitava, a 30 de Setembro, de um total de 1.597 milhões de euros para fazer face aos objetivos definidos pela EBA e que têm que ser cumpridos até junho de 2012.

Na semana passada, o administrador do BES Amílcar Morais Pires disse que o objectivo de atingir os 9% do rácio 'Core Tier 1' "está cumprido" com a operação e que o banco "vai manter-se independente e sem a ajuda do Estado".

"Esta operação gerou um efeito positivo no rácio de 'Core Tier I' do banco de 93 pontos base, considerando os ativos ponderados pelo risco de 66,7 mil milhões de euros em 30 de Setembro de 2011", explica a instituição liderada por Ricardo Salgado em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Os bancos portugueses precisam de um total de 6.950 milhões de euros para reforçarem os seus níveis de capital, de acordo com os critérios estabelecidos pela Autoridade Bancária Europeia (EBA), que hoje divulgou estes números.

Estes valores são inferiores em 854 milhões de euros aos montantes divulgados pela EBA aquando do exercício publicado a 26 de Outubro. Segundo o comunicado da EBA, estes valores têm como objectivo "reassegurar os mercados acerca da capacidade dos bancos de resistir a uma gama de choques, ao mesmo tempo que mantêm um capital adequado".

"Para os bancos portugueses participantes, o exercício aponta para necessidades de reforço do capital 'Core Tier' 1 de 3,718 mil milhões de euros resultantes da avaliação a preços de mercado das exposições a dívida soberana", revelou o Banco de Portugal em comunicado simultâneo, valor ao qual acrescem "ainda necessidades de reforço de capital no valor de 3,232 mil milhões de euros para o objetivo fixado pela EBA de um rácio de 'Core Tier' 1 de 9%".

Segundo lembrou hoje o Banco de Portugal, até 20 de Janeiro de 2012, as instituições deverão apresentar ao banco central "planos de capitalização onde detalhem a forma de dar cumprimento, até final de Junho de 2012, às necessidades de reforço de capital identificadas".

fonte:http://economico.sapo.pt/

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08
Dez 11

Bancos europeus precisam de 114,7 mil milhões

Os bancos europeus precisam de 114,7 mil milhões de euros como parte das medidas para responder à crise da dívida soberana na Zona Euro, segundo documentos da Autoridade Bancária Europeia (EBA, sigla em inglês) citados pela agência Bloomberg.

Este valor representa uma subida de 8 mil milhões de euros face à estimativa anterior da EBA.

Os documentos a que a Bloomberg teve acesso indicam que osbancos alemães precisam de 13,1 mil milhões de euros e os italianos 15,4 mil milhões de euros.

A EBA divulga, às 17h00 de Lisboa, os resultados do exercício de recapitalização da banca, que incluem os maiores bancos nacionais.

O Banco de Portugal também vai participar na divulgação dos resultados agregados finais do exercício de reforço dos níveis de capital dos bancos, divulgando os números pela mesma hora.

Segundo comunicado da EBA, os bancos vão publicar os respectivos resultados individuais nas suas próprias páginas pela mesma hora.

A 26 de Outubro, a EBA veio dizer que os bancos portugueses precisam de se capitalizar em 7.804 milhões de euros para atingir o novo rácio de capital de 9 por cento.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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