20
Abr 12
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Abr 12

Rácios de capital: BPI precisa de mil a 1.400 milhões

O BPI necessita de mil a 1.400 milhões de euros para cumprir as exigências de capital dos reguladores, depois de ter encerrado o primeiro trimestre do ano com um Core Tier 1 de 9,4%, afirmou o presidente da instituição, Fernando Ulrich, na conferência de imprensa de apresentação de resultados.

O rácio registado pelo BPI em março está acima da meta de 9% exigida pelo Banco de Portugal no final de 2011, mas já em junho o banco terá de cumprir uma nova meta: a da Autoridade Bancária Europeia (EBA), que é de 9% mas incluindo já a desvalorização de ativos como os títulos de dívida pública. Em dezembro, a exigência do Banco de Portugal sobe para 10%.

O BPI não explicou ainda onde vai conseguir o dinheiro de que necessita, mas o banco admitiu já no passado recorrer à linha de recapitalização no âmbito do acordo com a troika e que tem um pacote de 12 mil milhões de euros.

Ulrich explicou que o valor necessário depende ainda de alguns fatores, como a evolução dos títulos de dívida pública (o banco detém 4,7 mil milhões em dívida portuguesa e cerca de 1,3 mil milhões em dívida italiana e irlandesa) e ainda o impacto da transferência para o Estado do fundo de pensões.

No âmbito deste negócio, o Estado comprometeu-se a comprar ao BPI créditos ao setor público no valor de 700 milhões de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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19
Abr 12
19
Abr 12

Banco de Portugal investiga campanha da Cofidis

O Banco de Portugal está a investigar uma campanha da Cofidis relacionada com venda de crédito.

Em causa, está o envio para casa de antigos e atuais clientes de um contrato de crédito pessoal já parcialmente preenchido com dos dados pessoais dos potenciais clientes e com os montantes do empréstimo, segundo o «Diário Económico».

A Cofidis anexa ainda à papelada um envelope RSF com o intuito de os clientes enviarem depois o processo ao banco, sem qualquer custo. 

Ao mesmo jornal, o Banco de Portugal confirmou que está a analisar o caso e a Cofidis defende-se, dizendo que se trata «apenas de uma proposta, à qual o cliente pode aderir ou não» e que está «ajustada à capacidade financeira do cliente». 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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17
Abr 12
17
Abr 12

Bloco quer obrigar bancos com apoio estatal a dar crédito

O Bloco de Esquerda quer que os bancos que recorrerem à linha de recapitaliação de 12 mil milhões de euros acordada no âmbito do programa de assistência financeira sejam obrigadas a criar um programa de crédito à economia.

O partido quer ainda que as instituições apresentem ao Ministério das Finanças um plano com metas mínimas para a utilização dos fundos.

Esta é uma das nove propostas de alteração ao orçamento retificativo que o partido irá apresentar e que serão alvo de discussão e votação na especialidade esta quarta-feira, avança a Lusa.

A proposta do BE introduz uma nova alínea na lei de recapitalização da banca, que obriga «à elaboração e apresentação ao Ministério das Finanças de um programa de crédito à economia, tal como estabelecido no número anterior, especificando as áreas prioritárias e metas mínimas definidas pela instituição financeira».

Na lei está estabelecido que a utilização dos meios facultados para o reforço dos fundos próprios dos bancos, enquanto estas se encontrarem abrangidas pelo investimento público, «no que se refere ao contributo da instituição de crédito para o financiamento da economia, nomeadamente às famílias e às pequenas e médias empresas, em particular no âmbito dos setores de bens e serviços transacionáveis», estará sujeita às regras incluídas num despacho a publicar pelo ministro das Finanças onde decide sobre cada operação de recapitalização com fundos próprios.

O BE pretende que esta utilização seja feita de acordo com um programa com prioridades e metas mínimas a cumprir no crédito a conceder à economia, em particular a famílias e PME exportadoras, como condição para os bancos poderem aceder aos fundos necessários para aumentar o seu capital.

O Bloco apresenta ainda quatro propostas de alteração ao código contributivo, a serem incluídas nesta primeira alteração ao Orçamento do Estado para 2012, onde pretende que os trabalhadores independentes possam pedir a diminuição da sua base contributiva se tiverem reduções no rendimento, que as pessoas que recebam por ano menos de 12 vezes o valor do Indexante dos Apoios Sociais (pouco mais de 5.000 euros por ano) possam reduzir a sua contribuição para a Segurança Social.

O Bloco pretende ainda que a Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) investigue os casos dos trabalhadores independentes que estejam economicamente dependentes de apenas uma entidade contratante para averiguar se se trata de um caso de falso recibo verde.

O Bloco apresentou também uma proposta para reduzir o IVA da eletricidade para 6%.

Também o PCP e o PS apresentaram as suas propostas de aletração ao orçamento retificativo. Os socialistas querem alterar a Lei de Compromissos.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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16
Abr 12

Mário Lino sai da CGD por acumulação de pensão e salário

Mário Lino teve de sair da Caixa Geral de Depósitos (CGD), onde exercia o cargo de presidente do conselho fiscal da Fidelidade Mundial e da Império Bonança desde 2010, por estar a acumular a reforma que ganha atualmente com o salário relativo ao cargo que desempenhava no grupo Caixa. 

De acordo com a edição desta segunda-feira do «Diário Económico», tal deve-se à entrada em vigor das novas regras, que exclui tal possibilidade.

Para ocupar o cargo deixado por Lino foi eleito Pedro Nunes de Almeida, consultor da Casa Civil do Presidente da República e antigo secretário de Estado do Turismo de Durão Barroso. José António Figueiredo e Luís Vilhena da Cunha mantêm-se como vogais.

fonte_:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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16
Abr 12

Best muda marca e imagem

O Banco Best mudou de imagem e de marca passando a chamar-se Best Bank, um nome que pretende um posicionamento mais global do banco e emancipar-se da imagem demasiado segmentada de banco «online», criada em 2001.

A nova imagem, criada pela Euro RSCG, vai ser comunicada aos atuais e potenciais clientes através de uma campanha «mass media», que se inicia na próxima quarta-feira, dia 18 de abril.

«Vamos estar na imprensa, rádio e na Internet. O tema da campanha vai ser o [termo inglês] up, porque estamos a fazer um upscale da imagem e ao mesmo tempo vamos fazer um «upgrade» da oferta», disse Bruno Monteiro, diretor de marketing do Banco Best, citado pela Lusa.

O responsável recusou avançar com os valores investidos no processo de alteração de imagem do banco, designadamente custos com mudanças dos diversos sistemas, «website», «mobile banking», redes sociais e centros de investimento físicos, assim como os gastos associados à campanha, em plano de meios e ofertas.

«O banco tem como política não divulgar o valor, apenas posso dizer que somos sempre muito comedidos com os investimentos que fazemos e que tivemos em consideração o contexto de mercado em que vivemos. Mas foi um investimento normal para a envergadura do projeto», disse Bruno Monteiro.

A campanha vai ter duas âncoras principais. A primeira é a oferta de um depósito a prazo a quatro meses, denominado «Best Up to Seven», que culmina numa taxa TANB de sete por cento no último mês e com uma taxa média ao longo dos quatro meses de 5,25 por cento.

A campanha promove ainda um sorteio para uma viagem ao Dubai, com uma estadia para duas pessoas no Hotel Armani, situado no Burj Khalifa, o edifício mais alto do mundo.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

 

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15
Abr 12

Pensões da banca pagam dívidas dos hospitais

Dinheiro deve começar a chegar aos fornecedores este mês.

A chegada da ‘troika' a Portugal desvendou o número: quase três mil milhões de euros de dívidas do Serviço Nacional de Saúde aos fornecedores. Um valor que fez soar todos os alertas e colocou o pagamento das dívidas no topo das prioridades do ministério liderado por Paulo Macedo.

A transferência dos fundos de pensões dos bancários trouxe parte da solução, ao permitir o pagamento de 1.500 milhões aos hospitais para que estes paguem dívidas vencidas aos fornecedores. Dinheiro que começa a ser pago ainda este mês, mas que só deverá chegar em força em Maio e Junho, admitiuesta semana o ministro Paulo Macedo.

O plano de pagamentos ainda está a ser ultimado pelo Ministério das Finanças, mas os critérios já foram aprovados a semana passada em Conselho de Ministros. Os pagamentos em atraso há mais tempo devem ser pagos em primeiro lugar, os fornecedores que cobrem juros de mora também têm prioridade e o risco de consequências económicas e sociais que possam decorrer da não regularização de pagamentos (como a suspensão de fornecimento de medicamentos) também será tido em conta na altura de decidir quem recebe primeiro. O Diário Económico sabe que a negociação de descontos sobre as dívidas também está em cima da mesa e que é, aliás, uma indicação dada pela ‘troika'.

Em troca da autorização para usar os 1.500 milhões no pagamento das dívidas, os hospitais não podem voltar a acumular novas dívidas. A Lei dos Compromissos - que só permite a realização de despesa se houver dinheiro em caixa para a pagar - já está no terreno, mas a Comissão Europeia, nos documentos divulgados na terça-feira, deixa bem claro que o Governo terá de encontrar uma estratégia para garantir que as dívidas não voltam a acumular-se.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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15
Abr 12

Poupe nas comissões bancárias

Conheça 5 formas de poupar dinheiro com o seu banco

 

Desde que apareceram, os bancos facilitaram em muito a vida das pessoas. Longe de serem apenas o sítio onde guardam o seu dinheiro, as instituições bancárias de hoje são lojas onde pode fazer quase tudo: ir às compras, guardar dinheiro, colocar as suas poupanças a render ou pedir dinheiro emprestado. A relação com o seu banco é forte e pode durar para sempre, mas é necessário ter cuidado porque poderá estar a perder dinheiro. As despesas de manutenção variam de banco para banco, mas há sempre formas de as evitar.

Os serviços bancários implicam custos, que vão desde comissões, taxas a anuidades. As comissões devem respeitar algumas regras: os preços devem ser afixados em local visível ao público, o preçário. Saiba como poupar ao fintar as comissões bancárias. Conheça as 5 dicas do Sapo para conseguir reduzir ou eliminar alguns desses custos.

  

Cartão de crédito sem anuidade

Quase todos os agregados familiares têm pelo menos um cartão de crédito para fazer face a situações de emergência. Um dos principais critérios a analisar na hora de escolher um retângulo de plástico é a anuidade: quanto mais baixa melhor. Deve procurar um cartão de crédito sem anuidade, mas tenha cuidado com a TAEG associada. É normal que os cartões isentos de anuidade tenham associadas taxas de juro elevadas, mesmo assim se regularizar a dívida dentro do prazo gratuito não pagará juros.

A conta certa

Regra geral, as contas à ordem têm uma comissão de gestão, paga trimestralmente, que está prevista no preçário. No entanto, existem contas isentas de comissões, basta encontrá-las. Fique a saber que estudantes, jovens, pensionistas ou emigrantes têm contas especiais, com vantagens e encargos diferentes. Para começar, deverá consultar o preçário do seu banco e procurar as alternativas gratuitas. Pode consultar o preçário físico no banco ou virtual no site da instituição bancária.

Dinheiro pelo multibanco

Com o surgimento das caixas de multibanco deixou de ser necessário dirigir-se ao balcão cada vez que quisesse ter dinheiro vivo nas mãos, o que fez com que as despesas relacionadas com as instituições bancárias reduzissem. Por isso, se continua a insistir em ir ao balcão levantar dinheiro, está a ter um encargo financeiro desnecessário.

Vá pela internet

Hoje em dia já pode realizar todas as operações bancárias através do conforto do seu sofá. Fazer transferências bancárias, requisitar cheques, pedir uma nova via do cartão multibanco, ler o extrato bancário ou até dar ordens de compra e venda de ações, são tudo afazeres que antes implicavam deslocação ao banco e agora já pode fazê-lo através do serviço homebanking. Além de bastante prático é uma excelente forma de poupar dinheiro, uma vez que as comissões reduzem ou desaparecem, pois deixa de haver custos operacionais.

Tudo no mesmo banco

Ter todas as suas necessidades bancárias reunidas num só banco é bastante interessante porque fará com que pague menos pelos serviços. Além disso, transforma-a numa cliente fidelizada dessa instituição bancária, o que trará vantagens na hora de negociar condições de depósitos a prazo, contas à ordem e até quando quiser pedir um crédito.

fonte;http://mulher.sapo.pt/c

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13
Abr 12

BdP: «Depósitos são o maior ativo da economia»

Para o governador do Banco de Portugal (BdP), «maior ativo da economia portuguesa» são os depósitos. Por isso, a instituição que lidera tem vindo a tomar medidas para garantir a confiança dos depositantes.

«Os depósitos são hoje o maior ativo que temos na economia portuguesa e cujo comportamento temos de elogiar», disse Carlos Costa, na comissão parlamentar para o acompanhamento das medidas do programa de assistência financeira a Portugal.

O reforço dos rácios de capital por parte dos bancos foi uma medida defendida por Carlos Costa, na intervenção inicial, quando aplaudiu o bom desemprenho do setor em fazer face à crise.

Além disso, o responsável pelo BdP referiu o bom comportamento do Governo perante o acordo com a troika: «O país está a cumprir com as metas a que se comprometeu»e, por isso, «até final de maio, Portugal terá recebido 53 mil milhoes de euros, mais de 2/3 do capital previsto» na ajuda internacional.

Carlos Costa disse, ainda, que a flexibilização dos saláriosestá a reforçar a competitividade externa do país.

Segundo Carlos Costa, os objetivos do reforço destes rácios são três: aumentar a solvência dos bancos, reforçar a confiança dos depositantes e fazer frente a imprevisto numa conjuntura económica em degradação.

Neste sentido, o governador disse que elogiou o comportamento dos depósitos.

Na sua declaração inicial, Carlos Costa reconheceu também que as dificuldades de acesso das empresas ao crédito bancário é evidente

A audição de Carlos Costa começou pelas 15h00 no Parlamento e acontece no âmbito do terceiro exame da troika ao acordo assinado o ano passado.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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Guerra dos depósitos: «Não há almoços grátis»

«A questão da guerra dos depósitos é simples: trata-se de um problema de liquidez», começou por dizer o governador do Banco de Portugal, no Parlamento, referindo-se às elevadas taxas de juro oferecidas pelos bancos e travadas, entretanto, pela instituição que lidera. «Como nós sabemos não há almoços grátis. Se pago de um lado, tenho de recuperar do outro e, se não recupero, agravo o meu risco».

Foi a pensar nisso, explicou Carlos Costa, que o Banco de Portugal estabeleceu um limite a partir do qual os juros pagos pelos bancos para os depósitos são penalizados. 

«O Banco de Portugal não proibiu que se pagassem taxas superiores. O que disse foi que quem corre o risco de assumir encargos tem que ter capital para o fazer, ou seja, tem de ter capital para estar perfeitamente à vontade para pagar 6% ou 7%», explicou o responsável, durante uma audição parlamentar, em resposta à pergunta do socialista Basílio Horta.

«O que eu não quero ver é uma instituição fragilizada porque se põe numa posição em que não consegue recuperar», acrescentou Carlos Costa, admitindo que o importante é evitar situações do passado, quando «tivemos exemplos de depósitos muito bem pagos que acabaram mal. Não podemos repetir essa experiência». 

Carlos Costa já tinha frisado, na sua declaração inicial, que os«depósitos são o maior ativo da economia»

Na mesma comissão, o governador disse também que osbancos estão a cumprir o acordo com a troika, sugerindo que comecem a emprestar uns aos outros. Quanto aos empréstimos junto do BCE, são quase todos a três anos.

Quanto ao acesso ao crédito, Carlos Costa admitiu que as dificuldades das empresas são evidentes, aconselhando que os bancos resgatados devem ficar limitados na hora de emprestar dinheiro.

Quanto ao desempenho do país em cumprir o acordo com a troika, o responsável disse que estamos «no bom caminho», mas avisa: «Portugal arrisca-se a entrar numa espiral recessiva».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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13
Abr 12

BdP quer bancos nacionais a emprestarem uns aos outros

O Banco de Portugal quer que os bancos portugueses que têm liquidez emprestem esse dinheiro a outros bancos, que precisem dele. 

O governador do banco central, que está a ser ouvido no Parlamento esta sexta-feira, anunciou que vai repor o mercado monetário interbancário nacional, dados os constrangimentos sentidos nas instituições europeias para emprestarem liquidez entre si. 

«Vamos repor o mercado monetário interbancário de modo a que uma instituição com capacidade de cedência liquidez a ceda a instituições que tenham capacidade de a aplicar», disse Carlos Costa na audição na comissão parlamentar para o acompanhamento das medidas do programa de assistência financeira a Portugal.

Segundo Carlos Costa, esta função de cedência de liquidez entre bancos vai ser assumida a nível nacional, quando deveria acontecer a nível europeu, porque «o mercado [monetário interbancário] europeu colapsou» durante a atual crise financeira.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

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