13
Abr 12
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Abr 12

Banco Rural Europa não descarta aquisições em Portugal

O brasileiro Banco Rural Europa, que esteve interessado na privatização do BPN, não afasta a hipótese de avançar com aquisições no sector português.

"Estamos preparados para crescer organicamente, mas se o crescimento nos for proposto por via da aquisição, não descartamos, avaliaremos", afirmou o administrador Luís Rodrigues, ao Diário Económico.

O banco brasileiro abandonou a operação na Madeira com o fim do ‘off-shore' na região, e veio para Lisboa, onde terá para já um escritório na Avenida Miguel Bombarda, mas há planos para expandir as operações por todo o País. 

"A nossa vocação são as empresas", frisou Claudio da Silva, administrador brasileiro, na apresentação oficial do banco, que decorreu ontem em Lisboa. O responsável acrescentou que o nicho que mais interessa à instituição é composto pelas médias empresas, as que ficam "entre o oito e o 80". "Pretendemos colocar a nossa experiência de 48 anos no Brasil e 12 anos em Portugal ao serviço das empresas e podemos ser uma boa ferramenta de internacionalização para as empresas portuguesas", sustentou. Luís Rodrigues também admite que o objectivo do banco é "crescer de Portugal para a Europa".

O Banco Rural Europa, que tem sede em Belo Horizonte, chegou a Lisboa em Janeiro e já conta com "muitos dossiers para avaliar", adiantou o administrador português. Sobre o processo de privatização do BPN, o responsável esclareceu que o banco não chegou a apresentar uma proposta. "Fizemos a análise, o estudo, e concluímos que não estavam reunidas as condições para podermos apresentar uma proposta", explicou. "O BPN podia ter sido um complemento engraçado, mas foi difícil conciliar os ‘timings' da operação devido à saída do Funchal", referiu.

A instituição, que conta actualmente com uma carteira de crédito de 50 milhões de euros em Portugal, quer duplicar o volume de negócios este ano, mantendo a rentabilidade dos accionistas.

O Banco Rural Europa também está presente em Londres, Luanda, Madrid e Miami.

fo te:http://economico.sapo.pt/

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11
Abr 12
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Abr 12

BES aumenta capital até mil milhões de euros

BES anunciou hoje que aumento de capital ascende a mil milhões de euros, valor já assegurado por accionistas e sindicato bancário.

O Banco Espírito Santo (BES) informou hoje o mercado que vai realizar um aumento de capital de até mil milhões de euros por entradas em dinheiro. O objectivo é reforçar os seus rácios de capital de acordo com as exigências das autoridades internacionais. A operação já tinha sido anunciada mas o valor só hoje foi conhecido. Parte do aumento de capital será canalizada para financiar a compra de metade do BES Vida ao Crédit Agricole.

"O Conselho de Administração do Banco Espírito Santo deliberou hoje um aumento de capital social por novas entradas em dinheiro a realizar através de subscrição pública com respeito pelo direito de preferência dos accionistas de até 2.556,7 milhões de acções, ao preço de subscrição de €0,395 por acção, o que permitirá um encaixe de até €1.010 milhões", lê-se num comunicado divulgado através do site da CMVM.

O banco calcula que, após este reforço de capital, o Core Tier I subirá de 9,21 para 10,75%, ficando assim acima da exigência de 10% do Banco de Portugal, que tem de ser cumprida até ao final deste ano. O sucesso do aumento de capital está assegurado, dado que 50,63% dos accionistas do BES já comunicaram a sua intenção de exercer a totalidade dos seus direitos de subscrição e que o sindicato bancário contratado para tratar da operação firmou um acordo que assegura a percentagem restante. Desse sindicato fazem parte BESI, Nomura, UBS, Citigroup, Credit Suisse e JP Morgan. Os maiores accionistas do BES são a BESPAR (35%), o Crédit Agricole (10%) e o Banco Bradesco (4,8%).

No mesmo comunicado, o BES anuncia que utilizará 225 milhões de euros do aumento de capital para comprar ao Crédit Agricole 50% da BES Vida, ficando assim com o controlo de gestão.

Na sessão de hoje as acções do BES desvalorizaram 0,26% para 1,167 euros, cotação que avalia o banco em 1,7 mil milhões de euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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06
Abr 12
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Abr 12

Volkswagen Bank começa a operar em Junho em Portugal

Grupo alemão, que já tem licença do Banco de Portugal, iniciou o recrutamento e está ainda a definir a oferta de serviços.

O Volkswagen Bank, instituição financeira que pertence ao construtor de automóveis alemão, já tem licença para operar em Portugal. Segundo apurou o Diário Económico o Volkswagen Bank estará apto para iniciar a actividade no mercado nacional em Junho próximo. "Estamos a definir o tipo de produtos e serviços que o banco vai disponibilizar no mercado português," confirma fonte ligada ao Volkswagen Bank em Portugal.

A instituição financeira recebeu a licença do Banco de Portugal a 14 de Fevereiro passado, e neste momento, já trabalham para o banco 30 pessoas. Contudo, a fase de recrutamento irá continuar. Apesar de ainda não disponibilizar dados sobre a operação em Portugal, fonte ligada ao processo explica que "o Volkswagen Bank não irá funcionar como um banco de retalho e, como tal, não terá agências. Vamos apoiar as marcas do grupo Volkswagen em Portugal".

Nos países onde o banco está presente, os colaboradores do grupo VW recebem o ordenado através desta instituição, mantêm o fundo de pensões através dele e conseguem financiamentos ao consumo com taxas mais vantajosas. Além disso, qualquer pessoa que vá comprar um carro a um concessionário das marcas poderá recorrer ao financiamento através do Volkswagen Bank.

Em Portugal, se houver regalias para os trabalhadores afectos ao grupo VW, o potencial de clientes do banco ultrapassa, à partida, os cinco mil - número que inclui 3.603 pessoas da fábrica VW Autoeuropa e 2.400 colaboradores directos da rede de concessionários ligada às marcas do grupo alemão. 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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05
Abr 12

Rácio crédito/ depósitos já está em 130%

A banca portuguesa terminou o ano de 2011 com um rácio crédito/depósitos que já atingiu os 130%, de acordo com os dados divulgados hoje pelo Fundo Monetário Internacional.

Uma desalavancagem substancial alcançada nos últimos três meses do ano, com o rácio que mede o montante de crédito concedido face à base de depósitos a passar de 146% em Setembro para cerca de 130% em Dezembro.

De lembrar que de acordo com o memorando de entendimento, este rácio deveria atingir os 120% até ao final de 2014, uma meta que deverá ser atingida mais cedo do que o previsto. Já em Novembro, o Banco de Portugal afirmava que "Em termos agregados, os planos apresentados pelos bancos apontam para uma redução gradual do rácio para níveis inferiores a 120 a partir do final de 2013". Na prossecução deste objectivo os bancos portugueses têm beneficiado até à data de um aumento substancial da sua base de depósitos, mas não têm excluído igualmente cortes nas suas carteiras de crédito. Aliás, o FMI alerta também neste documento relativo à terceira avaliação do programa de ajustamento, para a falta de acesso, principalmente das empresas, ao crédito bancário.

No final de 2011, o BPI apresentava o rácio crédito/depósitos mais baixo entre as cinco maiores instituições portuguesas, com um rácio de 109%, seguido pela CGD com 122,2%. Santander, BES e BCP reportaram rácios de 139,5%, 141% e 145%.

A possibilidade de os bancos conseguirem atingir a meta de 120% mais cedo do que o previsto poderá ser uma boa notícia para empresas e famílias, já que os bancos podem ganhar assim alguma margem de manobra para voltar a abrir as torneiras do crédito. Embora tal possa resultar em maiores montantes de financiamento, não é no entanto líquido que os elevados spreads praticados actualmente pela banca possam baixar substancialmente.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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Banif regista prejuízos de 86,65 milhões

O Banif registou prejuízos de 86,65 milhões de euros no ano passado, depois de ter apresentado lucros de 37,1 milhões de euros em 2010, anunciou o banco em comunicado.

Segundo o Banif, o prejuízo em 2011 resultou em grande parte de «uma abordagem mais prudente no que diz respeito à qualidade do crédito, decorrente da atual conjuntura económica».

Ainda assim, o banco destacou que fechou o ano passado com um rácio de capital core tier 1 de 10,1%, acima do patamar mínimo exigido pela troika.

Já ao nível da estratégia de desalavancagem em curso, o Banif dá conta de que, no final de dezembro de 2011, apresentava um rácio de crédito sobre depósitos de 119,5%, «já em linha com o objetivo estabelecido pelo Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF)» a Portugal, que é de 120% para o final de 2014.

Os acionistas do Banif aprovaram, numa assembleia geral realizada no final de março, a entrada de Jorge Tomé [antigo administrador da Caixa Geral de Depósitos (CGD)] para presidente executivo do banco, bem como a nomeação de Luís Amado para a presidência do conselho de administração.

Banco fechou 17 agências

O Banif reduziu do número de balcões de 360 para 343, e a diminuição do quadro de pessoal em 121 colaboradores, para um total de 2.548 funcionários.

«O banco encerrou 17 agências durante o ano de 2011 e continuará a avaliar de forma criteriosa a dimensão da rede em Portugal com base em estritos critérios de produtividade e eficiência», anunciou o Banif no comunicado de apresentação dos resultados de 2011, ano em que teve um prejuízo de 86,7 milhões de euros.

Já no que toca ao número de trabalhadores, houve uma diminuição de 4,5% (121 funcionários) entre os 2.669 colaboradores que o banco tinha em dezembro de 2010 e os 2.548 funcionários no final de 2011.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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Bancos dão tolerância de ponto quinta-feira à tarde

Os funcionários bancários, à excepção dos do Banco de Portugal, vão na quinta-feira gozar de tolerância de ponto durante a parte da tarde.

Os funcionários bancários, à excepção dos do Banco de Portugal, vão na quinta-feira gozar de tolerância de ponto durante a parte da tarde, seguindo uma recomendação da Associação Portuguesa de Bancos do passado dia 20, confirmou a Lusa.

Já o Banco de Portugal, quebrando uma longa tradição na instituição, não dará tolerância de ponto aos seus funcionários, informou fonte oficial do banco central.

Segundo a recomendação da Associação Portuguesa de Bancos, à qual a Lusa teve acesso, enviada por email no passado dia 20 de Março aos seus associados, a APB recordava que "vem sendo prática o encerramento da banca ao público durante na tarde de quinta-feira santa", pelo que recomendava que "também no corrente ano encerrem no dia 5 de Abril de 2012 na parte da tarde".

BCP, BES, CGD e Santander confirmaram expressamente à Lusa a determinação de seguir a recomendação. Já o banco BPI, ainda que contactado, ainda não fez chegar à Lusa a indicação sobre se será ou não dada a tolerância de ponto aos seus funcionários.

Na PT, como, de resto, já aconteceu na terça-feira de Carnaval, quinta-feira santa será "um dia normal de trabalho", segundo fonte oficial da empresa.

No início de Fevereiro, o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, anunciou que este ano não haveria tolerância de ponto para a terça-feira de Carnaval, embora a maioria das empresas de vários sectores - desde banca, tecnologias, energia ou automóvel, entre outros - tivesse considerado o dia como feriado, uma vez que está previsto no Acordo Colectivo de Trabalho (ACT).

Entre as grandes empresas então contactadas pela Lusa e às quais foi colocada a questão se iriam dar o feriado aos trabalhadores, a PT e a Vodafone foram excepções, garantido funcionariam normalmente.

Optimus e Zon Multimédia no sector das telecom, mas também CTT, REN, EDP, RTP, Lusa, Autoeuropa, Cofina, Altri ou Sonae deram o dia de feriado aos seus trabalhadores.

O mesmo aconteceu no sector da banca, em que os balcões da CGD, BES, BCP, Banif, BPI e Santander Totta estiveram encerrados.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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05
Abr 12

Banca precisaria de 242 mil milhões para cumprir novas regras

Os bancos europeus precisariam de 242 mil milhões de euros para cumprir com as regras de Basileia III, caso estas estivessem em vigor em junho de 2011, revelou esta quarta-feira a Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês).

Segundo um estudo feito pela entidade para avaliar a capacidade de 48 grandes bancos europeus para satisfazer os requisitos das novas regras europeias para o setor bancário, com base nos indicadores das entidades analisadas a 30 de junho do ano passado, 27 dos 48 bancos testados teriam apresentado um rácio core tier 1 inferior a 7 por cento à data, o patamar exigido pelas normativas de Basileia para bancos com presença internacional.

Dez bancos, ou seja, cerca de um quinto das instituições analisadas, nem sequer atingiriam um rácio core tier 1 de 4,5 por cento, que é o mínimo absoluto definido.

Para atingir o nível de 7 por cento, os bancos teriam que aumentar o seu capital até um total de 242 mil milhões de euros, o que, segundo o organismo, é indicativo das suas carências atuais.

«Face a estes resultados, espera-se um esforço significativo dos bancos para satisfazer os requisitos de capital calculados em função do risco», salientou a EBA, citada pela Lusa.

Este estudo serviu para conhecer o impacto que teria nos bancos europeus a implementação do acordo de Basileia III, que se aplicará faseadamente entre 2013 e 2019.

As normas internacionais acordadas em 2010 pelo comité de supervisão bancária de Basileia, que reúne supervisores bancários de vários países, exigem maiores reservas de capital aos bancos para evitar que exista uma nova crise como a que assolou os mercados financeiros mundiais em 2008, após a falência do banco de investimento norte-americano Lehman Brothers.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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