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Fev 14
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Fev 14

Ricardo Salgado admite novo aumento de capital do BES este ano

O presidente do BES, Ricardo Salgado, admitiu hoje um novo aumento de capital no banco caso tal se revele necessário no âmbito dos testes de «stress» a que vai ser sujeito pelo Banco Central Europeu e pela Autoridade Bancária Europeia (EBA em inglês).

«Temos dois exercícios pela frente [dos reguladores europeus], só depois disso é que podemos garantir a resiliência dos rácios de capital. Não podemos dizer nesta altura que não vamos ter um aumento de capital», disse Ricardo Salgado, na apresentação dos resultados do BES de 2013, ano em que o banco registou prejuízos de 517,6 milhões de euros.

O presidente do BES considerou que a instituição que lidera tem «bons buffers» de capital, sobretudo com [as novas regras de] Basileia III, mas afirmou que não se pode «cantar glória antes dos exercícios» do BCE e da EBA a que vai ser submetido este ano e que aí será ponderado um aumento de capital.

fonte:Dinheiro Digital / Lusa

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13
Fev 14

Barclays Portugal regista aumento de 60% de incumprimentos no crédito habitação

O Barclays tinha em Portugal, no final do ano passado, mais de 500 casas no balanço por falta de pagamento das famílias portuguesas.

Segundo o Jornal de Negócios desta quinta-feira, a instituição britânica registou um forte aumento (60%) no número de imóveis que entraram para o balanço fruto do incumprimento de crédito.

A filial do Barclays em Portugal fechou o ano na posse de 540 casas que pertenciam a clientes nacionais, refere o jornal indicando que duas 2000 famílias portuguesas «arriscam perder a casa» para o banco.

fonte:http://dinheirodigital.sapo.pt/

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Banco Lloyds reduz prejuízo para 1.005 ME em 2013

O Lloyds Banking Group anunciou esta quinta-feira que reduziu o prejuízo para 1.005 milhões de euros em 2013, face ao ano anterior.

Em comunicado, o Lloyds informou ainda que o montante destinado aos prémios do pessoal ascendeu a 474 milhões de euros, uma quebra de 8,2% face ao ano anterior, e que o prejuízo em 2012 atingiu os 1.765 milhões de euros, contra 1.005 milhões de euros no ano passado.O presidente executivo do banco, António Horta Osório, recebeu um prémio de 2 milhões de euros, que será atribuído sob a forma de ações.

As receitas totais do grupo, no qual o Governo britânico tem uma participação de 32,7%, caíram ligeiramente para os 45.582 milhões de euros.

Durante a conferência de imprensa de divulgação dos resultados do exercício de 2013, Horta Osório disse que nos últimos três anos o banco se fortaleceu para se converter numa instituição financeira de baixo risco e numa entidade comercial centrada em ajudar o cliente e a economia britânica.

Graças ao compromisso com os funcionários do banco, o grupo «está em melhor situação», realçou Horta Osório, destacando que «há oportunidades de crescimento na área comercial e no negócio do retalho».

O banco tem apoiado a economia britânica através de empréstimos, nomeadamente para quem compra habitação pela primeira vez.

No segundo semestre deste ano, o banco espera solicitar aos reguladores do mercado bancário britânico o pagamento de dividendos em 2015.

No ano passado, o Governo britânico iniciou o processo de privatização total do banco ao vender 6% da sua participação no capital social, tendo esta baixado de 38,7% para 32,7%

O Governo prevê vender a sua participação no Lloyds até ao final deste ano.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/e

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13
Fev 14

BES deverá apresentar prejuízos superiores a 470 milhões

O BES fecha amanhã, após o final da negociação do mercado, a época de apresentação de resultados de 2013 da banca privada em Portugal. De acordo com as estimativas dos analistas, a instituição financeira liderada por Ricardo Salgado deverá ter passado de lucros a prejuízos superiores a 470 milhões de euros no espaço de um ano.

Segundo a média das previsões de quatro casas de investimento, compiladas pelo Dinheiro Vivo, o BES terá fechado o ano passado com prejuízos de 476 milhões de euros. O montante representa uma inversão face aos lucros de 96,1 milhões arrecadados em 2012.

A penalizar as contas do banco terá estado a queda da margem financeira, ou seja a diferença entre os juros cobrados no crédito e os juros pagos nos depósitos, que de acordo com média dos analistas terá recuado 11% para os 1,06 mil milhões de euros face aos homólogos 1,18 mil milhões.

"As comissões deverão apresentar uma descida de 6,7% em base trimestral para 169,4 milhões de euros (efeito de sazonalidade com menor volume de transações)", refere o Caixa BI.

A casa de investimento estima ainda que "as imparidades para crédito ascendam a 235,7 milhões de euros no quarto trimestre de 2013 (+4,1% que os 226 milhões de euros do terceiro trimestre de 2013". "Antecipamos ainda que o banco registe provisões para 'outros ativos' de 115,2 milhões de euros (95 milhões de euros no terceiro trimestre 2013), nomeadamente para reforço das taxas de cobertura dos imóveis recebidos como recuperação de crédito", salienta.

Já o BPI sublinha que "os resultados deverão continuar em terreno negativo, conduzidos pela deterioração da qualidade de ativos e pelos esforços em melhorar os níveis de desalavancagem".

Além de estimar um aumento trimestral de 8% das provisões, o banco de investimento espera ainda uma quebra da margem financeira de 4% no trimestre "devido à redução trimestral de 8% na operação internacional depois da excelente performance da unidade angolana no terceiro trimestre".

No caso do KBW, os analistas chamam a atenção para os ganhos de trading que "deverão beneficiar com um ganho de cerca de 35 milhões de euros com a venda da participação na EDP e com a evolução positiva das obrigações e das ações nacionais no quarto trimestre do ano passado".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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11
Fev 14

Malparado na habitação recua em dezembro para 2,4 mil ME

Os créditos de cobrança duvidosa nos empréstimos à habitação recuaram ligeiramente em dezembro de 2013, para os 2.398 milhões de euros, depois de, em novembro, terem atingido um novo máximo histórico (2.417 milhões), segundo o Banco de Portugal.

De acordo com os números do Banco de Portugal divulgados esta terça-feira, em dezembro, o crédito malparado total cifrou-se nos 5.101 milhões de euros, o que representa uma queda de 102 milhões face ao mês anterior.

O crédito de cobrança duvidosa concedido para efeitos de consumo também registou uma queda no último mês do ano passado, passado dos 1.447 milhões de euros em novembro para os 1.408 milhões em dezembro.

Quanto ao crédito de cobrança duvidosa concedido para outros fins, em dezembro, este montante fixou-se nos 1.296 milhões de euros, tendo também baixado face ao mês anterior.

No último mês de 2013, foram concedidos no total 128.114 milhões de euros em créditos, um valor inferior ao de novembro (128.541 milhões), quebra que se reflete em todos os tipos de crédito.

Neste mês, foram concedidos no total 105.775 milhões de euros em créditos à habitação, 12.075 milhões de euros em crédito ao consumo e 10.264 milhões em crédito para outros fins.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5

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Lucro do Santander Totta baixa 59% para 102 ME em 2013

O resultado líquido do Banco Santander Totta caiu 59,2% para 102 milhões de euros, menos de metade do que o lucro superior a 250 milhões de euros registado pelo banco em 2012.

Apesar da queda significativa, o presidente do Santander Totta, António Vieira Monteiro, destacou as «melhorias sucessivas do resultado trimestral ao longo do ano».

No primeiro trimestre, a entidade lucrou 10,2 milhões de euros, no segundo semestre duplicou o resultado para 20,7 milhões de euros, no terceiro trimestre o lucro ascendeu a 29,6 milhões de euros e no último trimestre do ano o resultado fixou-se nos 41,5 milhões de euros.

A descida significativa do lucro do Santander Totta é, em boa parte, explicada pela operação extraordinária efetuada em 2012, ano em que o banco vendeu no verão o risco da carteira de seguros Vida à Abbey Life, uma subsidiária do Deutshce Bank, numa operação avaliada em 150 milhões de euros.

«Temos um resultado líquido bom, para o período que estamos a atravessar», sintetizou Vieira Monteiro, na conferência de apresentação das contas, em Lisboa.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/e

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Empréstimos da banca às empresas aumenta 18% em dezembro para os 4,8 mil milhões -

Os bancos emprestaram 4,8 mil milhões de euros em novas operações de crédito às empresas, em dezembro de 2013, um aumento de 18% face ao mês anterior, segundo o Banco de Portugal.

De acordo com os números hoje divulgados pelo banco central, em dezembro de 2013, os bancos concederam novos empréstimos às empresas no valor de 4,8 mil milhões, o que compara com os 4,1 mil milhões concedidos em novembro.

Em termos homólogos, registou-se um aumento de 18,8%, uma vez que em dezembro de 2012 foram concedidos 4.061 milhões de euros em novas operações de crédito às empresas.


fonte: http://expresso.sapo.pt

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11
Fev 14

Barclays quer despedir até 12 mil trabalhadores este ano

O banco britânico Barclays planeia extinguir este ano entre 10 a 12 mil postos de trabalho no grupo, que emprega 139 mil pessoas, anunciou esta terça-feira o diretor executivo Antony Jenkins.

O anúncio foi feito no mesmo dia em que o banco divulgou os seus resultados anuais, segundo os quais o bónus dos diretores e administradores serão aumentados em 10% e irão custar ao grupo 2,8 mil milhões de euros.

O Barclays voltou em 2013 a registar lucro, atingindo 650 milhões de euros, depois de ter tido prejuízos de 624 milhões no ano anterior, num ano marcado por pesadas provisões destinadas a compensar clientes lesados por vendas abusivas de produtos financeiros.

No ano passado, o Barclays já tinha anunciado um corte de pelo menos 3.700 empregos.

Nessa altura, o grupo planeou fechar pelo menos 100 agências e despedir 300 a 400 trabalhadores.

O Barclays está presente em Portugal desde 1981 e emprega cerca de 1.600 funcionários.

Em 2012, o Barclays encerrou 19 das suas 279 agências em Portugal, na sequência do plano de redução da base de custos no país.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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09
Fev 14
09
Fev 14

Barclays investiga milhares de ficheiros desviados

Documentos incluem dados como números do passaporte e da segurança social, rendas, hipotecas, estado de saúde, investimentos e mesmo dados sobre a situação de risco dos clientes.

 

O banco Barclays garante que não sabia mas já está a investigar os cerca de 27 mil ficheiros com dados pessoais de clientes que terão sido desviados e vendidos a agentes financeiros.

A notícia é avançada pelo diário britânico "Mail on Sunday", que teve acesso a cerca de dois mil desses documentos. Ficheiros que incluem dados como os números do passaporte e da segurança social, rendas, hipotecas, estado de saúde, investimentos e mesmo dados sobre a situação de risco dos clientes.

O Barclays agradeceu a denúncia e já fez saber que vai iniciar uma investigação interna com vista ao apuramento de responsabilidades.

fonte:http://rr.sapo.pt/

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03
Fev 14
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Fev 14

BCP fecha 2013 com prejuízos de 740 milhões

O BCP registou em 2013 prejuízos de 740,5 milhões de euros, um resultado que saiu pior do que o esperado pelo mercado.

O BCP fechou o ano de 2013 com um resultado líquido negativo de 740,5 milhões de euros, um resultado que saiu pior do que os prejuízos de 730 milhões de euros estimados pelos analistas da poll da Reuters. Ainda assim, o resultado do ano passado representa uma melhoria face ao mais de 1,2 mil milhões de prejuízos registados em 2012.

A penalizar as contas do banco liderado por Nuno Amado estiveram os juros pagos com os CoCos (capital contingente), que representaram encargos em termos brutos de 269 milhões de euros, e os custos com a reestruturação da actividade em Portugal (relacionados com o programa de reformas antecipadas e rescisões por mútuo acordo), que ascenderam a mais de 120 milhões de euros. Neste ponto, o BCP diz que conseguiu reduzir em mais de 15% os custos operacionais em Portugal para os 733 milhões de euros - face à redução dos custos em quase 2% lá fora para os 442,4 milhões de euros.

Para o primeiro semestre deste ano, o banco acordou com os sindicatos no final de 2013 a implementação do plano de reestruturação para a redução temporária dos salários e redução da estrutura em território nacional para cumprir as exigências da DG Com.

Para o resultado líquido final, o BCP sublinha o contributo das operações internacionais (excluindo Grécia e Roménia) para o resultado líquido consolidado de 178 milhões de euros, uma subida de 6,5% face a 2012.

Em termos operacionais, a margem financeira registou uma quebra dos 998 milhões em 2012 para os 848,1 milhões no ano passado, devido ao aumento dos custos com a ajuda do Estado.

Do lado positivo, o banco destaca a desaceleração das imparidades do crédito para os 820,8 milhões de euros (contra os 969 milhões em 2012), reflectindo "efeito da prossecução do enfoque na monitorização dos mecanismos de controlo e gestão do risco", apesar da conjuntura económica continuar desfavorável.

Em 2013, o banco viu os depósitos dos clientes aumentarem 5,2% para os 48,59 mil milhões, num ano em que voltou a reduzir a concessão de crédito (caiu 4,7% em Portugal e 2,9% na actividade internacional).

Destacar ainda o rácio core tier I de 10,8% de acordo com critério EBA (12,8% ajustado do buffer para os valores de 31 Dezembro de 2013), o que deixa o BCP em boa posição para cumprir os testes de stress previstos para arrancarem em Maio.

As acções do BCP fecharam hoje a cair 2,59% para os 0,1617 euros, acumulando uma desvalorização de 2,8% desde o início do ano.

"O abrandamento do do crédito malparado, que caiu 53% em termos anuais, é uma excelente notícia para o BCP. No lado do crédito, a redução do peso do imobiliário e da construção, que ascende agora a 12%, é outra notícia positiva", referiu Steven Santos, da XTB Portugal. "A interpretação pelos investidores dos resultados do BCP e do Banif, a ser publicados hoje, vão ser fundamentais para a direcção do PSI-20 nas próximas sessões, uma vez que a banca tem um peso superior a 15% no índice", acrescentou.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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