Mário Lino sai da CGD por acumulação de pensão e salário

Mário Lino teve de sair da Caixa Geral de Depósitos (CGD), onde exercia o cargo de presidente do conselho fiscal da Fidelidade Mundial e da Império Bonança desde 2010, por estar a acumular a reforma que ganha atualmente com o salário relativo ao cargo que desempenhava no grupo Caixa. 

De acordo com a edição desta segunda-feira do «Diário Económico», tal deve-se à entrada em vigor das novas regras, que exclui tal possibilidade.

Para ocupar o cargo deixado por Lino foi eleito Pedro Nunes de Almeida, consultor da Casa Civil do Presidente da República e antigo secretário de Estado do Turismo de Durão Barroso. José António Figueiredo e Luís Vilhena da Cunha mantêm-se como vogais.

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publicado por adm às 22:04 | comentar | favorito