15
Fev 14

Banca agrava cobrança de comissões bancárias. Quem tem menos, continua a pagar mais

CGD e Santander procederam a uma revisão que implica o pagamento de comissões por parte de quem estava isento até à data. Quem tem menos dinheiro no banco paga comissões mais altas. As contas com valores inferiores custam, em média, aos seus titulares, 67 euros por ano.

 

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Santander alteraram recentemente os patamares de valor em conta que são considerados para efeitos da cobrança de comissões bancárias, segundo noticia o Jornal de Negócios.

Até meados de 2013, os titulares de conta com um saldo médio acima de 3000 euros durante o trimestre estavam isentos do pagamento de comissões. Atualmente, já pagam um encargo de 5 euros por trimestre, ao qual acresce o imposto de selo de 4%, o que equivale a um total de mais de 20 euros por ano.

Atualmente, a isenção pressupõe, para titulares que não tenham o vencimento domiciliado na instituição, um saldo médio superior a 3500 euros.

Já o Santander passou apenas a isentar aqueles que tenham um saldo médio de 5000 euros, ou que o total dos recursos – como por exemplo um depósito a prazo, supere esse patamar. Os titulares de contas com valores que oscilem entre os 3000 euros e os 5000 euros pagam 12,5 euros por trimestre, acrescido de imposto de selo, o que perfaz mais de 50 euros por ano.

Das 13 instituições bancárias analisadas pelo Jornal de Negócios, sete cobram comissões a contas com 3000.

Quem tem menos, continua a pagar mais

Os cidadãos com menores recursos são os mais flagelados pelas comissões bancárias.

Se aos titulares de contas com 3000 euros são cobrados, em média, 3,67 euros mensais, já aos titulares de contas com 1500 euros esse valor ascende a 4,53 euros, o equivalente a um acréscimo de 23%. No final de 12 meses a diferença atinge os 10 euros.

A uma conta com um valor médio de 850 euros já corresponde, por sua vez, uma comissão média de 5,63 euros mensais. No final de um ano, as contas de valores inferiores implicam uma despesa média de 67 euros.

Das 13 instituições bancárias analisadas pelo Jornal de Negócios, e quando está em causa um saldo médio de 850,01 euros, o Barclays (6,93 euros), o Deusche Bank (6,24 euros) e o BCP (6,24 euros) são aqueles que aplicam comissões bancárias mais elevadas. O BIC não cobra comissões a saldos superiores a 500 euros. Banif (5,20 euros), Montepio (5,20 euros) e Caixa Agrícola (4,85 euros) são os que apresentam comissões mais baixas.

Tendo em conta um saldo médio de 1500,01 euros, o Barclays (6,93 euros), o Deusche Bank (6,24 euros) e o BCP (5,51 euros) ocupam os primeiros lugares do pódio. BBVA, Banco Popular e BIC não aplicam comissões nestes casos e BPI (3,46 euros), BCP (3,12 euros) e Banif (3,12 euros) aplicam as comissões mais baixas.

Para os titulares de contas com um saldo médio de 3000,01 euros, o Barclays (6,93 euros), o Deusche Bank (6,24 euros) e o Santander (4,17 euros) são os que apresentam custos mais elevados. BPI, Banif, Montepio, BBVA, Banco Popular e BIC assumem que estas contas estão isentas do pagamento de comissões. BES (1,73 euros), CGD (1,73 euros) e Caixa Agrícola (1,73 euros) apresentam os valores mais baixos.

 

fonte:http://www.esquerda.net/a

publicado por adm às 17:27 | comentar | favorito
13
Fev 14

Banco Lloyds reduz prejuízo para 1.005 ME em 2013

O Lloyds Banking Group anunciou esta quinta-feira que reduziu o prejuízo para 1.005 milhões de euros em 2013, face ao ano anterior.

Em comunicado, o Lloyds informou ainda que o montante destinado aos prémios do pessoal ascendeu a 474 milhões de euros, uma quebra de 8,2% face ao ano anterior, e que o prejuízo em 2012 atingiu os 1.765 milhões de euros, contra 1.005 milhões de euros no ano passado.O presidente executivo do banco, António Horta Osório, recebeu um prémio de 2 milhões de euros, que será atribuído sob a forma de ações.

As receitas totais do grupo, no qual o Governo britânico tem uma participação de 32,7%, caíram ligeiramente para os 45.582 milhões de euros.

Durante a conferência de imprensa de divulgação dos resultados do exercício de 2013, Horta Osório disse que nos últimos três anos o banco se fortaleceu para se converter numa instituição financeira de baixo risco e numa entidade comercial centrada em ajudar o cliente e a economia britânica.

Graças ao compromisso com os funcionários do banco, o grupo «está em melhor situação», realçou Horta Osório, destacando que «há oportunidades de crescimento na área comercial e no negócio do retalho».

O banco tem apoiado a economia britânica através de empréstimos, nomeadamente para quem compra habitação pela primeira vez.

No segundo semestre deste ano, o banco espera solicitar aos reguladores do mercado bancário britânico o pagamento de dividendos em 2015.

No ano passado, o Governo britânico iniciou o processo de privatização total do banco ao vender 6% da sua participação no capital social, tendo esta baixado de 38,7% para 32,7%

O Governo prevê vender a sua participação no Lloyds até ao final deste ano.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/e

publicado por adm às 21:48 | comentar | favorito
11
Fev 14

Malparado na habitação recua em dezembro para 2,4 mil ME

Os créditos de cobrança duvidosa nos empréstimos à habitação recuaram ligeiramente em dezembro de 2013, para os 2.398 milhões de euros, depois de, em novembro, terem atingido um novo máximo histórico (2.417 milhões), segundo o Banco de Portugal.

De acordo com os números do Banco de Portugal divulgados esta terça-feira, em dezembro, o crédito malparado total cifrou-se nos 5.101 milhões de euros, o que representa uma queda de 102 milhões face ao mês anterior.

O crédito de cobrança duvidosa concedido para efeitos de consumo também registou uma queda no último mês do ano passado, passado dos 1.447 milhões de euros em novembro para os 1.408 milhões em dezembro.

Quanto ao crédito de cobrança duvidosa concedido para outros fins, em dezembro, este montante fixou-se nos 1.296 milhões de euros, tendo também baixado face ao mês anterior.

No último mês de 2013, foram concedidos no total 128.114 milhões de euros em créditos, um valor inferior ao de novembro (128.541 milhões), quebra que se reflete em todos os tipos de crédito.

Neste mês, foram concedidos no total 105.775 milhões de euros em créditos à habitação, 12.075 milhões de euros em crédito ao consumo e 10.264 milhões em crédito para outros fins.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5

publicado por adm às 21:04 | comentar | ver comentários (1) | favorito

Empréstimos da banca às empresas aumenta 18% em dezembro para os 4,8 mil milhões -

Os bancos emprestaram 4,8 mil milhões de euros em novas operações de crédito às empresas, em dezembro de 2013, um aumento de 18% face ao mês anterior, segundo o Banco de Portugal.

De acordo com os números hoje divulgados pelo banco central, em dezembro de 2013, os bancos concederam novos empréstimos às empresas no valor de 4,8 mil milhões, o que compara com os 4,1 mil milhões concedidos em novembro.

Em termos homólogos, registou-se um aumento de 18,8%, uma vez que em dezembro de 2012 foram concedidos 4.061 milhões de euros em novas operações de crédito às empresas.


fonte: http://expresso.sapo.pt

publicado por adm às 21:01 | comentar | favorito
04
Jan 14

BCP aguarda portaria para avançar com cortes nos salários

O Millennium BCP está a aguardar a publicação da portaria que autorize a realização dos cortes salariais temporários acordados com os sindicatos. O banco sublinha que “o ajuste salarial será temporário e cessa no ano imediatamente a seguir ao pagamento do investimento público. É progressivo, por escalões remuneratórios, e não se aplica aos rendimentos mensais ilíquidos inferiores a mil euros”.

 

A instituição financeira presidida por Nuno Amado fica assim mais próxima de atingir as metas acordadas com a Direção-Geral da Concorrência da Comissão Europeia (DGCom) pela ajuda estatal, de redução de custos com o pessoal entre 120 e 135 milhões de euros em 2017.

“A implementação do ajustamento salarial deverá ocorrer no decurso do primeiro semestre de 2014 por estar dependente da alteração das convenções coletivas e da aprovação de uma portaria de extensão, que permita a aplicação universal deste acordo dentro dum prazo adequado ao cumprimento dos compromissos assumidos com a DGCom e o Estado Português”, adiantava o comunicado emitido pelo BCP

Segundo o mesmo documento do Millennium, o ajustamento salarial temporário será feito nos salários acima de mil euros, e evita assim um despedimento de 400 funcionários.

Além dos cortes salariais negociados, fazem também parte dos planos de redução de custos com o pessoal “reformas antecipadas, rescisões por mútuo acordo e um programa de saídas por adesão voluntária”, adiantou o banco em comunicado.

Apesar de resultar em poupanças significativas com estas medidas de redução de custos com o pessoal e a reestruturação da rede de balcões, o banco liderado por Nuno Amado comprometeu-se ainda a vender as operações na Roménia e na Grécia (esta já concretizada). 

A manutenção da operação na Polónia está ainda dependente do reembolso de 2,3 mil milhões de euros dos CoCo’s (contingent capital) até 2016.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 16:23 | comentar | favorito
31
Dez 13

Maiores bancos portugueses têm mais de 26 mil millhões em dívida soberana portuguesa

A CGD, o BCP, o BPI e o Espírito Santo Financial Group (ESFG), a 'holding' que controla o BES, têm em carteira 26.1500 milhões de euros em títulos de dívida pública portuguesa, segundo a Autoridade Bancária Europeia (EBA).

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) lidera este 'campeonato', com 9,6 mil milhões de euros, seguida pelo BCP, com 6,8 mil milhões de euros, pelo Banco BPI, com 6 mil milhões de euros, e pelo ESFG, com 3,75 mil milhões de euros, de acordo com os dados resultantes do último exercício de transparência do regulador europeu, cuja data de referência é o final de junho.

Somando as carteiras de dívida pública portuguesa das quatro entidades financeiras analisadas pela EBA aos restantes títulos de dívida soberana de outros países, o montante global aproxima-se dos 38 mil milhões de euros.

Excluindo os títulos de dívida soberana portuguesa, as carteiras de dívida das quatro instituições em causa revelam as suas diferentes exposições a mercados distintos.

A CGD tem a esmagadora maioria da sua carteira de dívida soberana concentrada em títulos portugueses, mas também detém 214 milhões de euros de dívida pública francesa, 129 milhões de euros de dívida soberana espanhola, 43 milhões de euros de dívida pública da Eslováquia, 29 milhões de euros de dívida pública dos Estados Unidos (EUA), seis milhões de euros de dívida soberana da Bélgica e da Austrália, 3 milhões de euros de dívida grega e 83 milhões de euros de dívida dos países da América Latina e Caraíbas, a que se somam 540 milhões de euros de países não discriminados, num total de 10,6 mil milhões de euros.

Já o BCP, sem contar com Portugal, tem uma exposição de 1,7 mil milhões de euros à dívida polaca (onde tem uma importante operação bancária), 205 milhões de euros à dívida irlandesa, 50 milhões de euros à dívida italiana, 44 milhões de euros à dívida espanhola, 12 milhões de euros à dívida da Holanda e da Áustria e 11 milhões de euros à dívida belga. Mais 587 milhões de euros de outros países, num total de 9,5 mil milhões de euros.

O ESFG tem, além de dívida portuguesa, a fatia de leão da sua carteira de dívida soberana alocada a Espanha (1,7 mil milhões de euros) e à América Latina e Caraíbas (1,2 mil milhões de euros).

Nota também para a exposição de 414 milhões de euros à dívida dos países do Médio Oriente, 196 milhões de euros à dívida italiana, 132 milhões de euros à dívida norte-americana, 44 milhões de euros à dívida grega, 16 milhões de euros à dívida polaca e 1,7 mil milhões de euros à dívida de outros países, num total de 8,4 mil milhões de euros.

Por fim, o BPI tem uma forte exposição à dívida italiana (mais de mil milhões de euros) e à dívida de outros países (1,7 mil milhões de euros). No final do semestre, detinha ainda 363 milhões de euros de dívida irlandesa que, entretanto, como foi tornado público, foi totalmente alienada.

fonte:http://www.jn.pt/

publicado por adm às 12:44 | comentar | favorito
23
Dez 13

Bancos voltam a cortar avaliações dos imóveis

Os bancos voltaram a reduzir os preços médios das avaliações que fazem dos imóveis, em Novembro.

O preço médio da avaliação bancária em Portugal situou-se em 1.018 euros por metro quadrado, menos 0,1% do que em Outubro e menos 0,3% do que em Novembro de 2012, de acordo com os dados divulgados esta segunda-feira, 23 de Dezembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

 

O preço volta assim a cair, depois de, em Outubro ter atingido o valor mais elevado desde Dezembro de 2012

 

As regiões autónomas são as responsáveis pelas variações de preços mais acentuadas e o Algarve manteve o estatuto de região mais cara.

 

Quando comparado com Outubro, o preço médio do metro quadrado registou a maior queda na Região Autónoma dos Açores, ao diminuir 3,5% para 979 euros. Já do lado oposto está a Região Autónoma da Madeira, onde o preço subiu 2% para 1.242 euros.

 

Já em termos homólogos os papéis invertem-se. A Região Autónoma dos Açores registou um aumento de 7,8% e da Madeira uma queda de 5,9%.

 

A região onde o preço médio da avaliação bancária é mais elevado é no Algarve, com o valor a ascender a 1.288 euros. Já a região Centro continua a ter o valor mais baixo (846 euros).

 

Este indicador é fundamental para quem quer comprar casa através de crédito bancário. É que os bancos usam o valor da avaliação para determinar qual o montante que emprestam. Regra geral, os bancos financiam até 80% da avaliação. O que significa que se uma casa for avaliada em 100 mil euros, a banca empresta até 80 mil euros. E quanto maior for a diferença entre a avaliação feita do imóvel e o valor do empréstimo melhor serão as condições de financiamento.

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/e

publicado por adm às 11:38 | comentar | favorito
13
Dez 13

BCE obriga banca a tirar dinheiro da dívida para dar às empresas

Os bancos portugueses poderão vir a ser obrigados a vender os títulos de dívida soberana que detêm em carteira e direcionar o dinheiro para a concessão de crédito à economia. Isto porque o Banco Central Europeu (BCE) quer impedir que a banca europeia continue a usar a liquidez conseguida junto da instituição, a juros baixos, para comprar títulos de dívida pública, em vez de aumentar a concessão de crédito às famílias e às empresas.

De acordo com o Financial Times, a instituição liderada por Mario Draghi quer introduzir alterações regulatórias para travar essa compra de dívida pública por parte dos bancos europeus, através do recurso ao financiamento concedido pelo BCE, exigindo a constituição de uma reserva de capital para cobrir os riscos da sua carteira de crédito. Em entrevista ao jornal, Peter Praet, membro da Comissão Executiva do BCE, argumentou que caso as obrigações do Tesouro sejam tratadas “de acordo com o risco que representam para os bancos” na avaliação de ativos das instituições financeiras, provavelmente os bancos não utilizarão tanta liquidez do BCE para reforçar as suas posições em dívida pública.

A confirmar-se, a medida irá afetar negativamente a banca nacional, que mantém uma elevada exposição à dívida pública. Contas feitas, no final de setembro passado, os três maiores bancos cotados detinham uma carteira de dívida pública total que ascendia a 23,3 mil milhões de euros. No caso do BCP, o banco contava com 9,8 mil milhões de euros, 11,8% do total de ativos, enquanto o BES detinha 6,9 mil milhões, equivalente a 8,6% do total de ativos, e o BPI com 6,6 mil milhões, representativos de 15,3% do total de ativos. Do montante total, a “fatia de leão” da carteira de dívida dos três bancos está investida em títulos soberanos portugueses, responsáveis por 74% da carteira, estando 8,1 mil milhões de euros aplicados em bilhetes do Tesouro e 9,1 mil milhões em obrigações do Tesouro.

Numa nota de análise ontem emitida, o Caixa BI considera que se trata “de uma notícia com impacto potencialmente negativo”. O banco de investimento não só sublinha que “será importante perceber a metodologia a aplicar pelo BCE, nomeadamente em matéria de avaliação do risco”, como alerta que “a mera penalização da carteira de dívida pública não será, per se, um fator de aceleração da concessão de crédito à economia”. Esta é, igualmente, a opinião dos empresários contactados pelo DN/Dinheiro Vivo que exigem mais crédito e mais barato (ver caixas). Da parte dos bancos, o argumento de defesa é o de que há financiamento disponível para conceder, mas o que falta é procura por crédito, uma vez que crise levou à queda do investimento.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/Ec

publicado por adm às 22:27 | comentar | favorito
09
Dez 13

Banca vai deixar de vender produtos financeiros complexos

A partir de amanhã, as maiores instituições financeiras portuguesas vão começar a deixar de vender produtos financeiros complexos junto dos investidores de retalho.

Depois de vários meses de negociação, a CMVM e a Associação Portuguesa de Bancos (APB) chegaram a acordo e assinam amanhã de manhã um protocolo relativo à comercialização de produtos financeiros complexos junto de investidores não qualificados.

"O elevado grau de complexidade que caracteriza alguns dos produtos financeiros complexos requer especiais cuidados na respetiva comercialização, para que as suas características e riscos sejam apropriadamente apreendidos não só pelos clientes como pelos próprios colaboradores das entidades comercializadores", revela a CMVM em comunicado.

No entanto, com a celebração do protocolo, as entidades financeiras envolvidas "comprometem-se, entre outros aspetos, a abster-se de comercializar junto de clientes de retalho os produtos financeiros complexos com maior nível de risco associado e a dispor de recursos humanos devidamente qualificados que assegurem a transmissão aos clientes de informação correta sobre produtos financeiros complexos".

O regulador acrescenta ainda que "a comercialização de produtos financeiros complexos junto do retalho tem vindo a ganhar importância crescente nos mercados financeiros".

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 23:23 | comentar | favorito
05
Dez 13

Conheça a mais recente ameaça a quem usa a banca online

Foram detectadas milhares de tentativas de infecção a computadores para realizar operações fraudulentas de banca online através de um programa malicioso, detectou a empresa de segurança informática Kaspersky Lab.

O objectivo deste programa malicioso é atacar qualquer banco em qualquer país. Chama-se Neverquest e recorre a quase todos os truques possíveis utilizados para iludir os sistemas de segurança da banca online: web injection, acesso remoto ao sistema e engenharia social, entre muitos outros.

O Neverquest rouba nomes de utilizador e passwords de contas bancárias, bem como todos os dados introduzidos pelo utilizador nas páginas modificadas de um site bancário. Utilizam-se sequências de comandos especiais para o Internet Explorer e Firefox que facilitam estes roubos e o controlo da ligação do browser com o servidor central dos cibercriminosos, quando o utilizador visita algum dos 28 sites de bancos que estão na lista, incluindo grandes bancos internacionais da Alemanha, Itália, Turquia e Índia, bem como sistemas de pagamento.

De todos os alvos escolhidos por este programa em particular, um fundo de investimento parece ser o principal. O seu site oferece aos clientes uma longa lista de formas de gerir as suas finanças online, o que dá aos criminosos a oportunidade perfeita, não só de transferir fundos em numerário para as suas próprias contas, como também de jogar no mercado de valores mobiliários, fazendo uso das contas e do dinheiro das vítimas do Neverquest.

O Neverquest apareceu no mercado com um anúncio publicado em Julho deste ano em que o autor procurava um parceiro para trabalhar com o Trojan nos servidores de um grupo de criminosos.

Sergey Golovanov, analista da Kaspersky Lab, assinala: "Após terem sido resolvidos vários casos penais relacionados com a criação e proliferação do malware utilizado para roubar dados de sites de bancos, apareceram uns "buracos" no mercado negro. E os novos utilizadores maliciosos estão a tratar de enchê-los com novas tecnologias e ideias. O Neverquest é só uma das ameaças cujo objectivo é assumir a liderança que anteriormente detinham programas como o ZEUS e o Carberp".

fonte:SOL

publicado por adm às 22:32 | comentar | favorito