01
Jan 13

Clientes e bancos: novos direitos e deveres

Banca tem de estar alerta e atuar ao mínimo sinal de incumprimento. Clientes também podem e devem tomar algumas atitudes

São novas regras do Banco de Portugal, impostas à banca a partir de agora. Os bancos têm de estar alerta e atuar ao mínimo sinal de que o cliente corre o risco de deixar de pagar o empréstimo.

Para prevenir o incumprimento, a banca passa a estar obrigada a dispor de meios informáticos capazes de identificar factos que apontem para uma degradação da capacidade financeira do cliente.

Identificado o perigo, é dado o alerta: os bancos têm um prazo de 10 dias para contactar o cliente, dando conta do risco de virem a falhar com os respetivos créditos. 

Ao cliente, é pedido que não deixe para amanhã o que deve fazer desde logo. Sempre que o perigo esteja à espreita, pode e deve comunicar ao banco a situação, antes que se torne irremediável.

Aos funcionários do banco, cabe estarem bem atentos e devem reportar o risco de forma a que a situação possa ser analisada de modo rápido.

A banca fica obrigada a propor soluções adequadas, caso a caso. Em primeiro lugar, há que verificar se a situação financeira do cliente permite um reajustamento das despesas em função do orçamento. 

renegociação do crédito é outra alternativa possível.


fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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18
Dez 12

O que os bancos lhe oferecem este Natal

Os bancos não deixam passar a quadra natalícia sem apresentar ‘presentes’ para atrair novos clientes ou lançar produtos.

A correria da quadra e a falta de tempo para pensar e comprar presentes originais é um problema recorrente todos os anos. E por isso mesmo o Natal é uma das melhores épocas para se apresentar novos produtos ou para dar um ‘novo rosto' aos que já estão disponíveis no mercado. O sector financeiro não é indiferente a esta tendência e este ano os bancos voltam a dar destaque a diversas campanhas de Natal, que vão desde a oferta de presentes em troca de depósitos, passando pela possibilidade de oferecer um ‘cheque-poupança' a alguém, ou mesmo realizar uma ‘poupança familiar' através da junção de várias contas, em troca de taxas de juro mais atractivas.

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) é uma das instituições mais empenhadas em fazer sobressair o espírito natalício. Uma das campanhas da CGD é direccionada sobretudo ao público mais novo e passa pelo sorteio de diversos prémios - tablets, smartphones e afins - através da sua página do Facebook. A cada milhar de fãs conseguidos para a página, a CGD sorteia um ‘gadget'. Dentro do mesmo espírito, o banco sugere ainda , aos clientes residentes no estrangeiro, que juntem todas as suas contas poupança numa só, com o serviço ‘Caixa família', "para que todos possam receber mais de juro e assim poupar mais", lê-se no site da instituição.

Já o BCP lançou há pouco dias o ‘voucher presente' . Segundo o banco, a ideia é substituir o tradicional envelope com dinheiro por um "presente no valor de 25 euros ou de múltiplos de 25 euros", que pode ser oferecido por clientes ou não clientes, "permitindo aos seus destinatários constituírem uma poupança de entre várias disponíveis no Millennium BCP". No entanto, a utilização deste ‘voucher' obriga à abertura de uma conta depósito na instituição, com depósito mínimo inicial de 100 euros, segundo informações do banco no seu ‘site'.

Também o Banif tem uma campanha de Natal, no caso centrada na captação de depósitos. "Até ao final do ano, ao constituir o Depósito Especial de Natal e ao domiciliar ou manter dois pagamentos de serviços, para além de beneficiar de uma taxa de juro anual de 3,00% (TANB)", recebe também um cartão FNAC com um montante que pode chegar aos 250 euros. A informação, no ‘site' do banco, refere ainda que esta última oferta é válida para depósitos a partir de 10.000 euros. O BPI, por outro lado, retoma a habitual campanha com alguns artigos em destaque que podem ser adquiridos através de cartões de crédito da instituição, mas sem nenhuma nuance exclusiva para a época de Natal.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

 

 

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06
Nov 12

Bancos vão ter muitas dificuldades em gerar lucros

Deterioração da qualidade do crédito provocada pela crise explica este cenário, segundo o Banco de Portugal

Os bancos portugueses enfrentam grandes desafios nos próximos tempos e o maior prende-se com a rendibilidade. A banca vai ter dificuldades em conseguir gerar lucros nos tempos mais próximos, devido à deterioração da qualidade do crédito provocada pela crise, anteviu esta terça-feira o vice-governador do Banco de Portugal (BdP).

«A rentabilidade constitui o grande desafio para os próximos tempos» para o sistema bancário português, sublinhou Pedro Duarte Neves, citado pela Lusa, na sua intervenção no X Fórum Banca, promovido em Lisboa pelo «Diário Económico», com o apoio da Accenture e da Schroders.

«É preciso termos consciência que as atuais condições são extraordinariamente difíceis para o sistema bancário português em termos de rentabilidade», reforçou, apontando para a difícil conjuntura económica.

O vice-governador frisou que, nos últimos anos, a rendibilidade do setor foi severamente afetada, especialmente devido ao reconhecimento de imparidades, «consequência direta da deterioração da qualidade do crédito».

Em 2008, o rácio de crédito em risco da banca portuguesa situava-se nos 3,5%. Em 2011, já estava nos 7,4% e, em junho, tocou nos 9,1%.

«É uma evolução extraordinariamente difícil», assinalou o responsável, salientando que «não há qualquer período comparável» no que toca à degradação deste indicador.

Mas nem tudo são más notícias: «O sistema bancário português hoje está mais capitalizado, mais transparente e menos alavancado do que há um ou dois anos atrás», disse o vice-governador, depois de já ter sublinhado que «uma das lições da presente crise financeira foi a necessidade de haver mais e melhor capital».

O sistema bancário português tinha, em 2008, um rácio core tier 1 [capital puro] de 6,8%, mas em junho este valor já ascendia a 11,3%, acima do objetivo de 10% acordado com a troika.

Só de junho de 2011 a junho de 2012, este rácio cresceu 22%. E, entre 2008 e junho de 2012, a subida foi de 61%, correspondentes a um reforço de 13 mil milhões de euros.

Noutro campo, o responsável realçou que «nos oito maiores grupos bancários, o rácio de transformação [de depósitos em crédito] encontra-se já bastante aproximado do valor indicativo de 120% - acordado com a troika para ser atingido em 2014».

Pedro Duarte Neves apontou para a estrutura de financiamento da banca, que se foi adaptando ao longo destes anos de crise, sendo constituída, no final do primeiro semestre, por 48% de depósitos, 16% de dívida titulada, 13% do mercado interbancário, 13% de recursos obtidos junto dos bancos centrais e 10% de capitais próprios.

Agora, o objetivo do supervisor da banca portuguesa é «elevar a confiança do público português no sistema bancário».

Para tal, a nível da supervisão prudencial, Pedro Duarte Neves diz que o Banco de Portugal vai ter uma «presença intrusiva» nas instituições, uma recorrente avaliação dos ativos, e irá colocar os bancos «em cenários adversos» para testar a sua solidez.

Defendeu ainda que «a supervisão deve ser mais exigente a nível europeu, em que não existam diferenças de país para país».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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25
Out 12

Bancos proibidos de cobrar comissões na renegociação

Os bancos vão ficar proibidos de cobrar comissões pela renegociação dos contratos. 

A análise e formalização dos mesmos não poderá ser taxada. Só mesmo despesas devidamente justificadas, como pagamentos a conservatórias, cartórios notariais ou encargos fiscais é que poderão ser cobradas.

É o que prevê um decreto-lei que fixa novas regras para prevenir situações de incumprimento. O diploma foi publicado esta quinta-feira em Diário da República e define novas obrigações para os bancos.

As entidades financeiras terão, ainda, de desenvolver de um Plano de Ação para o Risco de Incumprimento (PARI) e o recurso ao Procedimento Extrajudicial de Regularização de Situações de Incumprimento, relativamente a clientes que se atrasem mais de 30 dias nos pagamentos.

Mas as novas regras não se ficam por aqui: será obrigatório implementar sistemas informáticos que permitam identificar «factos que indiciem a degradação da capacidade financeira do cliente bancário», nomeadamente incumprimentos registados na Central de Responsabilidade de Crédito do Banco de Portugal, devolução e inibição do uso de cheques, existência de dívidas fiscais e à segurança social, insolvências, existência de processos judiciais e situações litigiosas e penhora de contas bancárias.

Sempre que detete estes indícios ou que o cliente lhe transmita factos que indiciem risco de incumprimento, o banco deve avaliar a capacidade financeira do cliente e apresentar-lhe as propostas que mais se adequem à sua situação.

Devem também informar os clientes em incumprimento sobre as entidades incluídas na rede extrajudicial de apoio, à qual os consumidores poderão recorrer gratuitamente para renegociar os contratos com as instituições bancárias.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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07
Out 12

Bancos vão ter de pagar mais para garantir depósitos

A contribuição de cada banco para o Fundo de Garantia de Depósitos (FGD) vai aumentar em 2013, de acordo com um aviso do Banco de Portugal publicado hoje em Diário da República.

Segundo a instituição liderada por Carlos Costa, está desatualizado a legislação de 1994 que definia a contribuição dos bancos para o fundo que garante os depósitos em Portugal, já que "os níveis e fontes de risco que influenciam a atividade das instituições de crédito também conheceram uma evolução substancial, especialmente como consequência da crise económica e financeira internacional".

Neste contexto, o BdP atualiza "o método de apuramento das contribuições para o Fundo de Garantia de Depósitos", que é feita em função do rácio de solvabilidade de cada instituição.

Rácio 'core tier 1' passa a ser referência 

 

A partir de 2013, o cálculo do valor que cada banco terá de pagar para este fundo passa a ter como referência o rácio 'core tier 1' (a medida mais eficaz de avaliar a solvabilidade de um banco).

Uma vez que os rácios de capital dos bancos se têm vindo a reforçar (as instituições supervisionadas pelo BdP tiveram de aumentar o rácio de capital 'core tier 1' para 9% até final de 2011 e têm de atingir os 10% em dezembro deste ano) isto significa que vão passar a contribuir mais para o Fundo de Garantia Depósitos.

Em Portugal, está fixado em 100 mil euros o valor do reembolso de depósitos constituídos nas instituições de crédito participantes no Fundo de Garantia de Depósitos e do Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo.

Este valor era de 25 mil euros até 2008, ano em que eclodiu a crise financeira, quando um decreto-lei seguiu a tendência europeia e aumentou o valor para 100 mil de forma transitória.

Desde janeiro de 2011, com a transposição para a legislação nacional de uma diretiva europeia, os 100 mil euros de garantia tornaram-se definitivos.

1.397 milhões no final de 2011

 

De acordo com o relatório do Fundo de Garantia Depósitos, no final de 2011, os recursos próprios do fundo eram de "1.397 milhões de euros", dos quais mais de um milhão de euros são relativos a contribuições periódicas anuais feitas pelas instituições que participam no fundo. Em 2011, estas eram 47.

Em dezembro, mais de 16 milhões de depositantes estavam cobertos por este fundo, no total de 111.570 milhões de euros.

Ainda segundo o aviso do BdP, o rácio 'core tier 1' que vai servir de base à contribuição anual de cada instituição corresponde à média dos valores de 30 de junho e 31 de dezembro de cada ano.

O próximo ano, 2013, será a exceção com a contribuição desse ano a ser calculada com base apenas no rácio de 31 de dezembro de 2012.

Também a forma de cálculo das contribuições para o Fundo de Garantia de crédito Agrícola Mútuo é alterada no mesmo sentido com o BdP a dar argumentos semelhantes.



fonte: http://expresso.sapo.pt/ 

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31
Ago 12

Bancos alteram cartões para poderem ganhar mais

Os bancos portugueses BES, Santander e CGD decidiram proceder a alterações nos cartões de forma a receberem comissões mais altas. Na prática, o que fizeram foi distribuir entre os clientes cartões que são um «misto» entre o cartão de débito direto e o cartão de crédito. 

De acordo com a edição desta sexta-feira do jornal «Público», a banca sai assim a ganhar e os clientes e comerciantes saem prejudicados. 

Alguns dos clientes até podem não reparar na mudança, já que continuam a usar exatamente o mesmo cartão.

Mas o alerta já foi dado pelos comerciantes, que perceberam que a alteração foi feita. 

A Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor (DECO) considera o processo levado a cabo pelos bancos pouco transparente.

«Do ponto de vista da DECO houve uma falta de transparência em todo o processo. O que poderá ter acontecido foi uma alteração em massa dos cartões a um conjunto significativo de clientes», sublinhou à agência Lusa Carla Varela, jurista do Departamento de Estudos da DECO.

Carla Varela lembrou, contudo, que esta alteração não tem custos para o consumidor, apenas para os distribuidores, ou seja, os comerciantes é que têm de pagar comissões mais elevadas.

Caso não estejam informados sobre a forma de funcionamento deste tipo de produtos financeiros, os consumidores poderão é ter maior dificuldade na interpretação da gestão das suas contas, explicou.

«O que é importante é garantir os deveres de informação inerentes a este produto financeiro, especialmente quando há uma linha de crédito associado».

A jurista adiantou também que a DECO não recebeu quaisquer reclamações lembrando, contudo, que os cartões híbridos já não são novos e existem há algum tempo.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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28
Ago 12

Contas no banco: operações na Net poupam 326 euros/ano

Sabia que pode poupar uma boa dose de dinheiro por ano se realizar operações bancárias pela Internet? A revista «Dinheiro & Direitos», da Deco Proteste, revela que podemos economizar até 326 euros por ano com os custos das nossas contas à ordem, uma vez que as operações realizadas pela Net ficam mais baratas do que ao balcão.

«A opção por uma conta-ordenado também rende boas poupanças», segundo este estudo, que se baseou em quatro cenários:

Perfil 1: saldo médio mensal de 250 euros

Para um perfil considerado simples, baseado numa conta com saldo médio mensal de 250 euros, cartão de débito e algumas transferências interbancárias anuais, «a escolha acertada é o ActivoBank». É que, pela Net, não cobra e, ao balcão, tem um custo de 42 euros. 

Perfil 2: salário domiciliado de 750 euros

Já se em causa estiver um ordenado domiciliado de 750 euros e uma utilização mais frequente de produtos, a «escolha acertada pela Net é o Banco BPI, com 8,34 euros, e, ao balcão, a conta Solução Ordenado +, do Barclays, com 12,51 euros».

Perfil 3: saldo mensal de 1.500 euros

Se o seu caso disser respeito a um saldo médio mensal de 1.500 euros, sem ordenado domiciliado, mas com uma forte utilização de produtos, a escolha acertada, segundo esta revista da DECO, é o Activo-Bank, sem custos, ao realizar operações pela Net. «Ao balcão, a melhor opção é a conta Solução Dia-a-dia, do Barclays, com 79,92 euros».

Perfil 4: ordenado domiciliado de 1.500 euros

Para um ordenado domiciliado de 1.500 euros e forte utilização de produtos, há mais opções atraentes: o ActivoBank, o Banco BEST, o Banco Espírito Santo e a conta Solução Ordenado +, do Barclays, saem a custo zero. «A última, sem encargos, é também escolha acertada ao balcão».

A Associação para a Defesa do Consumidor avisa que «uma escolha pouco atenta pode implicar o desperdício de mais de 300 euros por ano»

Assim, «a fim de cortar nos custos, a DECO aconselha a Net na realização de operações e a abertura de conta-ordenado». Pode sempre comparar os custos das contas à ordem numsimulador no site da associação. 

Mudar de conta bancária ou subscrever um novo depósito deve merecer uma atenção redobrada por parte dos consumidores no que toca às despesas que lhes estão associadas. Um imperativo ainda maior em altura de crise, sabendo que pode poupar um montante considerável ao final do ano.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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25
Ago 12

Bancos fecham à hora de almoço por falta de clientes

Os bancos estão a fechar alguns balcões à hora do almoço. A menor afluência dos clientes e a maior utilização dos canais remotos (ATM, Internet Banking e Banca Telefónica), são as justificações apontadas para o ajuste de horário. Ainda assim, embora os bancos não o admitam, a crise, a necessidade de desalavancar os balanços e de reduzir custos podem ser outra das razões para a gestão mais racional dos horários das agências.

Os próprios banqueiros admitiram, nas apresentações de resultados, ofecho de agências sempre que a rentabilidade do balcão seja negativa.

Os cinco grandes bancos, a par de outras instituições financeiras mais pequenas, têm agências com horários distintos. Os balcões que estão situadas em centros comerciais têm horários mais alargados e fecham mais tarde, estando mesmo alguns abertos ao fim de semana, como é o caso do Activobank, do grupo Millennium bcp. Já as chamadas agências de rua têm horários que vão das 8h/8h30 até às 15h00.

Para já a percentagem de agências que fecha à hora de almoço ainda é pequena, mas esta é uma tendência crescente.

"Até há uns anos, pelo menos até à explosão dos canais de internet, era imprescindível ter as agências abertas à hora de almoço pela elevada afluência de clientes a essa hora. Os tempos hoje são outros. Utilizam-se cada vez mais outros canais, que além de permitirem realizar as operações a qualquer hora do dia não implicam deslocar-se à agência. E a tendência vai ser essa", adiantou um administrador de um banco, ao Dinheiro Vivo.

O BCP - que no final de junho deste ano contava com 862 sucursais - tem cerca de 12% que encerram à hora de almoço (das 12h às 13h ou das 13h às 14h).

Esta situação verifica-se essencialmente em dois cenários: "Nas sucursais do interior, onde não há grande movimento e, por isso, não há necessidade de ter o balcão aberto à hora de almoço; e nas zonas urbanas onde há uma alternativa , ou seja, onde há um serviço de complementaridade", adiantou fonte oficial do BCP, ao Dinheiro Vivo.

Também o BPI admite que, em algumas zonas, as agências encerram à hora de almoço. "É uma percentagem residual de agências, mas são sobretudo em zonas mais do interior. Nos centros urbanos isso já não acontece", acrescentou fonte oficial do banco.

Também o BES e o Santander Totta (10% dos balcões) têm balcões que encerram à hora de almoço, o que demonstra que esta não é uma prática apenas de algumas instituições mas sim uma tendência do sector, acompanhada inclusive por bancos mais pequenos e até estrangeiros.

No caso do Barclays, são 90 as agências que fecham à hora de almoço. "Tendo em consideração o número crescente de clientes que fazem a maioria dos seus movimentos através de canais remotos, bem como o número de visitas às agências em determinadas localidades e horários, consideramos ser mais eficiente e adequado o encerramento dessas agências no período de almoço", adiantou fonte do Barclays.

Por isso, se pensa nos próximos dias utilizar a hora de almoço para depositar um cheque o melhor mesmo é verificar o horário da agência.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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16
Ago 12

Poupe com o seu banco

Um total de 40% dos portugueses confessam não conhecer as comissões que o banco cobra pelas contas e 34% apenas conhecem “por alto”. Quanto menor a escolaridade, maior o desconhecimento sobre estes assuntos, de acordo com Inquérito à Literacia Financeira da População Portuguesa (2010), do Banco de Portugal.

Mas os tempos não estão para cometer deslizes financeiros, por isso, é importante saber exatamente como gasta todos os seus tostões. Comece por evitar alguns gastos que tem no seu banco. Uma boa conta à ordem não deverá ter comissões mensais, não deve exigir saldo médio elevado para ter isenção, emissão de cheques gratuita e homebanking que compense. Conheça 8 comissões bancárias que pode evitar.

Vá pelo online. As operações através de homebanking são mais baratas do que ao balcão ou telefone. Em muitos casos, o serviço é gratuito e é confortável. Através do banco virtual pode efetuar várias operações financeiras fora do horário de atendimento, em qualquer lugar e de forma segura, evitando filas de espera nos balcões de atendimento presencial.

Multibanco. Tal como no homebanking, muitas das operações feitas através do multibanco são mais baratas e, em alguns casos, até gratuitas. É ainda uma alternativa segura ao banco online, pois assegura a movimentação do dinheiro de forma eficaz e prudente.

Contas específicas. Algumas pessoas, como estudantes ou reformados, podem ter contas especiais, que têm encargos mais reduzidos, nomeadamente isenção comissão de gestão.

Transferências via InternetSe necessita fazer transferências com alguma frequência, faça-o através da internet, pois os custos são bem mais reduzidos e, em alguns casos, gratuitos.

Crédito em conta. O cartão de crédito pode ser o seu melhor amigo, desde que bem manuseado. Se está na hora de escolher um, opte por um que não tenha anuidade (ou reduzida) e que tenha uma taxa de juro baixa.

Mais por menos. Quantos mais produtos contratar dentro no mesmo banco, menos pagará de comissões. Ter todas as suas necessidades bancárias reunidas num só banco fará com que pague menos pelos serviços e tem vantagens na hora de negociar condições de depósitos a prazo, contas à ordem e até quando quiser pedir um crédito.

Extrato bancário online. Analisar o extrato bancário é uma excelente forma de manter a sua vida financeira organizada. Para evitar as comissões cobradas por requisitar um extrato bancário ao balcão, opte por consultar a conta através da internet ou multibanco.

Evite levantar dinheiro ao balcão. É daqueles que gosta de ir a uma agência do banco para levantar dinheiro? Está a gastar dinheiro desnecessariamente, opte por fazê-lo através do multibanco.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt

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13
Ago 12

Bancos agravam comissões cobradas a clientes

Os bancos estão a agravar as comissões que cobram aos clientes pela emissão de cheques ou pela manutenção das contas, por exemplo. Nenhuma das cinco maiores entidades financeiras fica de fora. 

CGD, BCP, BES, BPI e Santander Totta têm em vigor novos preços e/ou vão subi-los entretanto.

Segundo o «Correio da Manhã», o BCP já tem novas comissões desde o início de Agosto para os empréstimos à habitação. E este jornal adianta que os preços dos serviços prestados aos clientes deste banco voltam a aumentar em setembro, como o custo do pedido de cheques e a anuidade dos cartões. Aqui, solicitar uma segunda via de um extrato fica por 6,85 euros. Já se o fizer na Internet não paga nada. 

Já o Santander Totta agravou as comissões relacionadas com cartões de débito e de crédito e também no que toca aos depósitos à ordem. 

Este último item também foi alvo de mexidas por parte do BPI, que logo em junho atualizou as comissões, mas o preçário já subiu novamente este mês. E, neste banco, substituir um cartão, por uma questão de emergência, no estrangeiro, pode valer até 180 euros. No Santander custa 50. 

BES, desde abril e maio que tem novas comissões, mas agravou outras, nomeadamente as relativas a cartões já em julho. 

Na CGD, os novos valores estão a ser praticados já desde abril. Uma curiosidade: neste banco, por exemplo, um pedido de informação verbal é gratuito, mas por escrito custa 27 euros. 

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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