25
Jan 13

Governo limita movimentos a maiores accionistas do Banif

Limite é de meio milhão de euros. Há duas sociedades abrangidas pela decisão, publicada na quinta-feira à noite, que se aplica até 30 de Junho. A menos que o ministro das Finanças decida em contrário.

Os accionistas com mais de 2% de capital social do Banif ficam proibidos de fazer levantamentos de depósitos superiores a 500 mil euros sem autorização do Banco de Portugal. É uma das regras a que ficam sujeitos depois de o Estado ter injectado 1.100 milhões de euros dos contribuintes. 

O despacho do ministro das Finanças foi publicado na quinta-feira à noite em Diário da República. A intervenção do Estado deve terminar até Janeiro de 2018, enquanto o Estado detiver capital do Banif. 

A restrição ao levantamento de depósitos aplica-se até 30 de Junho, mas pode ser prolongada por mais tempo se o ministro das Finanças decidir. 

Neste caso, encontram-se duas sociedades: a Rentipar e Auto-industrial. 

O Governo fica com o poder de nomear um membro não executivo da administração e outro do conselho fiscal. 

Enquanto durar a intervenção, o Banif fica proibido de financiar quaisquer operações de fusão ou aquisição de empresas do sector financeiro, sendo que o ministro das Finanças pode limitar a aplicação de dinheiro do banco a todas as actividades que não correspondam à concessão de crédito. 

De resto, o financiamento das pequenas e médias empresas (PME) é um dos objectivos do Governo. O Banif tem de aplicar 10 milhões de euros por ano num fundo para investir nas PME. 

A recapitalização do BANIF foi aprovada no último dia do ano passado.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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04
Set 12

Banif avança com reestruturação do grupo

Tal como o Diário Económico tinha avançado no início do mês passado, o grupo Banif vai mesmo avançar com uma reestruturação interna.

Em comunicado enviado à CMVM ontem à noite, o grupo financeiro anunciou que vai submeter à aprovação dos accionistas na próxima assembleia geral,a fusão por incorporação da Banif SGPS no Banif S.A.

"Esta operação de fusão consubstancia a integração da ‘holding' de topo do Grupo Banif na sua principal instituição bancária e representa uma operação de reorganização interna que se enquadra no conjunto de iniciativas de restruturação societária que o Banif- Grupo Financeiro tem vindo a implementar, de acordo com o calendário previsto no plano de recapitalização submetido às autoridades nacionais", referia a instituição em comunicado.

Na verdade, a reorganização interna do grupo está directamente ligada com a necessidade do banco em recorrer à ajuda estatal para cumprir com os requisitos em termos de metas de capital impostas pela "troika". "De acordo com as regras e os procedimentos definidos pela lei (...), os fundos para a recapitalização apenas poderão ser aplicados a instituições de crédito, não sendo possível, por exemplo, às SGPS, ainda que consideradas SGPS financeiras nos termos do RGICSF, aceder a esses fundos, para assegurar o cumprimento em base consolidada dos rácios exigidos", adianta ainda o grupo à CMVM.

O banco refere ainda que com estas alterações, pretende-se também "redimensionar, simplificar, eliminar custos e, assim, contribuir positivamente para criar condições de sustentabilidade e desenvolvimento para o Banif-Grupo Financeiro". O projecto de fusão já obteve luz verde do Banco de Portugal. Os accionistas serão chamados a pronunciar-se sobre este projecto no dia 8 de Outubro- data da próxima assembleia geral.

 fonte:http://economico.sapo.pt/n

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11
Mai 12

Banif vai fechar 40 balcões em dois anos - presidente executivo

O Banif vai encerrar 40 balcões da rede de atendimento em dois anos, o que implicará "algumas saídas de pessoal", disse à agência Lusa o presidente executivo do banco, acrescentando que "este movimento de saídas é perfeitamente marginal".

Jorge Tomé afirmou que a administração do banco está "a preparar o plano estratégico para candidatar [a instituição] às linhas de recapitalização do Estado".

"Prevemos algumas saídas de pessoal. No plano estratégico, está prevista a redução de 40 balcões, mas grande parte do pessoal vai ser reafeto à reestruturação da rede. Esse movimento de saída é perfeitamente marginal e não tem, de todo, um impacto significativo" nas contas do banco ou em termos de redução de pessoal, referiu.

fonte:http://www.destak.pt/

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02
Mai 12

Grupo Banif fecha 2011 com prejuízo de 161,6 milhões de euros

A Banif SGPS terminou o ano passado com um ‘core tier 1’ de 6,77%, muito abaixo dos 9%.

A Banif SGPS registou, em 2011, um prejuízo de 161,6 milhões de euros, valor que compara com o lucro de 34,4 milhões de euros de 2010. Este volume de resultados negativos do grupo é justificado, em grande medida, pelo reforço de provisões, nomeadamente para riscos de crédito.

De acordo com o relatório e contas da SGPS, divulgado segunda-feira ao final da noite, as provisões para crédito mais do que triplicaram, já que as "dotações líquidas para imparidade" passaram de "107,9 milhões de euros" em 2010 para "342,3 milhões de euros até ao final do exercício de 2011". A Banif SGPS consolida, nomeadamente, a actividade de banca comercial, a banca de investimento e a actividade seguradora.

Em termos de receitas, foi a mais-valia de 46,8 milhões de euros conseguida com a venda da Banif Corretora de Valores e Câmbios, no Brasil, à CGD, que compensou em parte a forte queda na margem financeira. Esta rubrica, que não é mais do que a principal fonte de receitas da actividade bancária tradicional, caiu 20,4% em 2011 para os 277,3 milhões de euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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01
Mai 12

Banif admite recorrer à linha de recapitalização da troika

O Grupo Banif encerrou 2011 com um rácio «core tier 1» de 6,78 por cento, pelo que, face à exigência de nove por cento imposta pela troika à banca portuguesa para junho, admite recorrer à linha de recapitalização.

«O grupo encontra-se presentemente a analisar todas as opções disponíveis para cumprir com as necessidades de recapitalização, atendendo aos requisitos regulamentares impostos pelas autoridades de supervisão, não sendo de excluir o recurso à linha de recapitalização existente no âmbito do PAEF [Programa de Assistência Económica e Financeira]», revelou o banco na segunda-feira à noite.

O Banif deverá assim juntar-se ao BCP e ao Banco BPI, instituições que já admitiram a possibilidade de virem a recorrer à linha de 12.000 milhões de euros criada para apoiar a banca no âmbito do pacote de ajuda financeira a Portugal, escreve a Lusa.

Já o BES optou por não recorrer a esta linha, ao passo que a CGD, enquanto banco público, está impedida de utilizá-la.

O possível recurso à linha da troika foi anunciado pelo Banif no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), relativo aos resultados de 2011, marcados por um prejuízo de 161,1 milhões de euros.

Os bancos portugueses têm que, até junho, atingir nove por cento em termos do rácio «core tier 1», mas, de acordo com os requisitos mais exigentes da Autoridade Bancária Europeia (EBA, na sigla em inglês), a troika estima que os sete maiores bancos privados portugueses vão precisar de 4.000 milhões de euros para reforçar os seus rácios.

Este é precisamente o valor que a troika já transferiu para a linha pública de recapitalização da banca de 12.000 milhões de euros, estipulada no acordo com Portugal, estando previsto que as restantes transferências sejam realizadas à medida que as necessidades forem surgindo.

A portaria que regulamenta as condições de acesso dos bancos a este fundo ainda não é conhecida, mas a troika já adiantou que as ações que o Estado irá comprar para entrar no capital dos bancos que peçam ajuda pública para se recapitalizarem terão de ser vendidas com um «desconto considerável» para dar «uma grande margem de segurança» para os contribuintes.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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23
Abr 12

Conheça os bancos que mais sobem as comissões

Desde o pedido de ajuda financeira de Portugal, em Abril de 2011, as comissões bancárias das contas à ordem subiram, em média, 10%.

Os portugueses já se habituaram a receber notícias que, inevitavelmente, lhes vão pesar no "bolso". Passaram a ter de lidar com mais impostos, combustíveis mais caros, tarifas de energia mais elevadas ou menos benefícios fiscais. Os encargos com os bancos também têm sido agravados. Foi o que se passou com a subida de ‘spreads' que tornou praticamente proibitivo o recurso ao crédito à habitação. Outra área que tem vindo a encarecer são as comissões bancárias. Há algumas semanas, o Bloco de Esquerda pediu esclarecimentos ao Ministro das Finanças a propósito da subida deste tipo de encargos na CGD. Contudo, o banco estatal não é a única instituição que tem vindo a inflacionar as comissões bancárias. Trata-se de uma tendência transversal à generalidade das instituições.

O Diário Económico analisou quanto estão a cobrar os dez maiores bancos e, segundo as nossas contas, os encargos com as comissões habitualmente associadas às contas à ordem subiram 10% desde que Portugal avançou com o pedido de ajuda financeira em Abril de 2011. Nessa altura, ter uma conta à ordem, fazer uma requisição de 20 cheques ao balcão, e 15 transferências interbancárias, também ao balcão, custava em média 127,9 euros, por ano. Hoje, o mesmo cabaz de operações custa 140,1 euros.

Este agravamento de custos é fácil de explicar. Perante o agudizar da crise, os bancos foram obrigados a encontrar fontes alternativas para captar receitas e contrariar os resultados menos positivos de outras áreas de actividade. Recorde-se que em 2011, os principais bancos a operar em Portugal registaram prejuízos históricos. Foi o que se passou com CGD, BCP, BES, BPI ou o Banif. Numa altura em que o preço cobrado para emprestar dinheiro- os ‘spreads'- começa a dar sinais de estagnação, uma das vias disponíveis para os bancos aumentarem as suas receitas é através da subida das comissões. Basta ter em conta que em Portugal existem cerca de 25 milhões de contas à ordem.

Para a nossa análise foram comparados os preçários actuais com os que vigoravam em Abril do ano passado nos dez maiores bancos nacionais. Designadamente: CGD, BCP, BES, Santander, BPI, Barclays, Montepio, Banif, Crédito Agrícola e Popular. Deste leque, o BES foi a instituição financeira que mais subiu as comissões consideradas. No último ano, a instituição liderada por Ricardo Salgado aumentou em cerca de 20%, o valor das três comissões. Esta subida faz com que o BES seja também um dos que mais cobra por estes serviços. Essas comissões passaram de 128,5 euros, em Abril de 2011, para os actuais 154,1 euros. O Crédito Agrícola e o Montepio são, respectivamente, o segundo e o terceiro banco que mais agravaram as comissões. Estas subiram 18% e 17%, respectivamente, nas duas instituições. Do lado oposto, o Banco Popular, o BCP e o BPI são os que menos incrementos realizaram. O BPI e o Popular destacam-se, ainda como os bancos que menos cobram pela prestação dos três serviços considerados. No nosso cenário, a manutenção de conta, a requisição de cheques e a realização de transferências interbancárias tem um custo anual de 98,6 euros e de 127 euros, respectivamente, no BPI e no Popular.

Por tipos de comissões, verifica-se que a requisição de cheques ao balcão foi a que mais subiu. Em Abril do ano passado, este serviço custava, em média, 14,3 euros. Agora, o valor médio subiu para 17,1 euros. Contudo, foi nos custos de manutenção de conta que, em termos de montantes, ocorreram os maiores agravamentos. Estas subiram, em média, 5,8 euros (11%). Já o pacote de transferências interbancárias encareceu cerca de 6% e passaram a custar, em média, 62,5 euros.

Apesar da subida que se tem vindo a verificar nas comissões bancárias, é importante ressalvar um outro aspecto que pode fazer baixar consideravelmente esse tipo de custos. Contas ordenado, para jovens ou para montantes mais elevados, normalmente são isentas de comissões de manutenção. Para além disso, se o canal escolhido para realizar requisições de cheques ou transferências interbancárias for a ‘internet' também mais reduzidos são esses encargos.

Cenário base
Foram analisadas três comissões associadas a serviços de contas à ordem. Foi tido em conta o caso de um cliente que tem uma conta à ordem com um saldo médio de 1.000 euros, que faz 15 transferências interbancárias pontuais por ano e requisita um livro de 20 cheques. Foram analisadas as comissões cobradas ao balcão. No caso dos cheques, na impossibilidade de ter o número exacto de cheques (20), optou-se pela solução mais próxima (exemplo: livro de 22 ou 25 cheques). Foram comparados os valores dos preçários actuais e os que vigoravam em Abril de 2011.


Quanto cobram os bancos

CGD
Desde Abril do ano passado, a CGD agravou em cerca de 7% as comissões analisadas. A manutenção de conta, a requisição de 22 cheques ao balcão e a realização de 15 transferências interbancárias custa 144 euros, o que compara com os 135,17 euros de há um ano. A requisição de cheques foi a que sofreu o maior agravamento de custos. Subiu 26 % para os actuais 33 euros. O banco estatal é, aliás, o que mais cobra por este serviço.

BCP
O BCP é uma das instituições que, no último ano, menos agravou as comissões analisadas. A manutenção de conta, a requisição de 20 cheques ao balcão e a realização de 15 transferências interbancárias tem um custo de 145,3 euros. Este valor representa um acréscimo de cerca de 3% face aos 141,29 euros que eram cobrados em Abril de 2011. A requisição de cheques foi a única comissão que ficou mais cara: subiu 35%.

BES
O BES é o banco que no último ano mais subiu as suas comissões e, simultaneamente é uma das instituições que mais cobra por este tipo de serviços. Os encargos com a manutenção de conta, a requisição de 20 cheques ao balcão e a realização de 15 transferências interbancárias subiram 20% nos últimos 12 meses, dos 128,5 euros para os actuais 154,10 euros. Neste banco, a maior subida de custos ocorreu na comissão de requisição de cheques (33%).

Santander
Trata-se da instituição bancária que mais cobra pelos serviços analisados. A manutenção de conta, a requisição de 20 cheques ao balcão e a realização de 15 transferências interbancárias custa agora 167,4 euros. No último ano, estes encargos encareceram perto de 10%, sendo que os custos de requisição de cheques foram os que mais subiram nos últimos 12 meses: 60%. O Santander é ainda a instituição que mais cobra pelas transferências interbancárias: 81,6 euros.

BPI
O BPI é, simultaneamente, o banco que menos cobra pelos serviços considerados na análise e também um dos que menos agravou esses encargos no último ano. A manutenção de conta, a requisição de 20 cheques ao balcão e a realização de 15 transferências interbancárias custa 98,6 euros. Mais cerca de 5% do que acontecia há 12 meses. Apenas o custo das transferências interbancárias sofreu um agravamento: de 10%.

Barclays
O Barclays é uma das instituições que mais cobra pelo conjunto de comissões consideradas. Neste banco, a manutenção de conta, a requisição de 25 cheques ao balcão e a realização de 15 transferências interbancárias tem um custo anual de 147,8 euros. Cerca de 8% a mais do que há um ano. Desde essa altura, o maior incremento de custos aconteceu na requisição de cheques que ficou 25% mais cara.

Montepio
Este banco foi um dos que mais subiu as comissões no último ano. Estas ficaram 17% mais caras. Por ano, a manutenção de conta, a requisição de 20 cheques e a realização de 15 transferências bancárias têm um custo de 136,6 euros, o que compara com os 116,58 euros que eram cobrados há um ano. Apesar disso, o Montepio continua a ser uma das instituições que menos cobra por este tipo de encargos.

Banif
O Banif cobra, por ano, 139 euros pela manutenção de conta, requisição de 20 cheques ao balcão e pela realização de 15 transferências interbancárias. Ou seja, mais 9% face a Abril de 2011. Nessa altura, o banco cobrava 127 euros na prestação dos mesmos serviços. Esta subida de custos deve-se exclusivamente à alteração na comissão de manutenção de conta. Este serviço encareceu 12 euros para os actuais 50 euros.

Crédito Agrícola
O Crédito Agrícola foi um dos bancos que mais subiu os custos anuais com as três comissões analisadas. A manutenção de conta, a requisição de 20 cheques ao balcão e 15 transferências interbancárias custam 141 euros, o que representa um acréscimo de 18,5% face aos valores praticados em Abril do ano passado. A maior subida aconteceu na comissão de manutenção, que subiu 66% para 50 euros.

Popular
No último ano, o banco espanhol não alterou no seu preçário o valor das comissões analisadas. O Popular é também uma das instituições que menos cobra pela prestação destes serviços. A manutenção de conta, a requisição de 20 cheques ao balcão e a realização de 15 transferências interbancárias custa neste banco 127 euros. Mais em conta, estão apenas as comissões em vigor no BPI.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/noticias/conheca-os-bancos-que-mais-sobem-as-comissoes_142930.html

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05
Abr 12

Banif regista prejuízos de 86,65 milhões

O Banif registou prejuízos de 86,65 milhões de euros no ano passado, depois de ter apresentado lucros de 37,1 milhões de euros em 2010, anunciou o banco em comunicado.

Segundo o Banif, o prejuízo em 2011 resultou em grande parte de «uma abordagem mais prudente no que diz respeito à qualidade do crédito, decorrente da atual conjuntura económica».

Ainda assim, o banco destacou que fechou o ano passado com um rácio de capital core tier 1 de 10,1%, acima do patamar mínimo exigido pela troika.

Já ao nível da estratégia de desalavancagem em curso, o Banif dá conta de que, no final de dezembro de 2011, apresentava um rácio de crédito sobre depósitos de 119,5%, «já em linha com o objetivo estabelecido pelo Programa de Assistência Económica e Financeira (PAEF)» a Portugal, que é de 120% para o final de 2014.

Os acionistas do Banif aprovaram, numa assembleia geral realizada no final de março, a entrada de Jorge Tomé [antigo administrador da Caixa Geral de Depósitos (CGD)] para presidente executivo do banco, bem como a nomeação de Luís Amado para a presidência do conselho de administração.

Banco fechou 17 agências

O Banif reduziu do número de balcões de 360 para 343, e a diminuição do quadro de pessoal em 121 colaboradores, para um total de 2.548 funcionários.

«O banco encerrou 17 agências durante o ano de 2011 e continuará a avaliar de forma criteriosa a dimensão da rede em Portugal com base em estritos critérios de produtividade e eficiência», anunciou o Banif no comunicado de apresentação dos resultados de 2011, ano em que teve um prejuízo de 86,7 milhões de euros.

Já no que toca ao número de trabalhadores, houve uma diminuição de 4,5% (121 funcionários) entre os 2.669 colaboradores que o banco tinha em dezembro de 2010 e os 2.548 funcionários no final de 2011.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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21
Mar 12

Banco de Portugal dá ‘luz verde’ à nova equipa do Banif

O Banco de Portugal já aprovou a lista dos nomes que irão compor a nova equipa de gestão do Banif, apurou o Económico.

Os accionistas do Banif reúnem-se amanhã, dia 22, na sede do grupo, no Funchal, para eleger os novos órgãos sociais do banco. Jorge Tomé irá liderar a nova equipa do Banif e do Banif Investimento.

A decisão tomada pelo Ministério Público de deduzir acusação por burla fiscal no caso Sumol+Compal, visando várias sociedades do grupo CGD, um conjunto de antigos responsáveis e o ex-administrador do banco estatal Jorge Tomé, terá provocado uma sucessão de questões remetidas ao Banco de Portugal, a propósito da capacidade deste último para assumir as funções de presidente do Banif.

Em declarações recentes ao Diário Económico, Jorge Tomé refutou todas as acusações contra os vários envolvidos no processo e, sobretudo, contra ele próprio. O ex-administrador da CGD - que será o próximo CEO do Banif - assegurou que "a lei foi cumprida religiosamente". "Tudo o que foi feito pelas sociedades da Caixa, de acordo com a assessoria fiscal prestada, não contém qualquer ilegalidade", disse ainda o gestor. Quanto à acusação de que é, ele próprio, alvo, Jorge Tomé garantiu não perceber a razão de ser de estar envolvido neste processo, uma vez que "não fazia parte dos órgãos sociais das sociedades [do grupo CGD]". O seu envolvimento nesta operação, lembrou o gestor, ocorreu na montagem do financiamento via Caixa BI da aquisição da Compal.

Jorge Tomé, que era até há pouco tempo administrador da Caixa, abandonou a instituição para assumir a liderança do Banif. Sempre que há lugar à eleição de elementos para cargos de administração ou fiscalização das instituições financeiras, o BdP tem de dar a sua aprovação prévia aos nomes. Essa aprovação chegou hoje.

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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22
Jan 12

Luís Amado a caminho do Banif

Ajudar o banco a consolidar negócios internacionais e a reduzir exposição à Madeira serão missões do ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, convidado para chairman do banco.

Saído da política activa há menos de um ano, a próxima paragem de Luís Amado deverá ser na banca privada. O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros de Sócrates, segundo apurou o SOL, foi convidado pela Rentipar, accionista do Banif, para assumir a liderança do grupo financeiro e terá aceite o desafio – depois de ter rejeitado ir para a administração da Caixa Geral de Depósitos e, mais recentemente, para o Conselho Geral e de Supervisão da recém-privatizada EDP. 

A nomeação de Luís Amado para chairman do grupo financeiro com origem madeireinse deverá acontecer no âmbito da próxima assembleia-geral, cuja data ainda não está marcada. A presidência da Banif SGPS, holding do grupo, é hoje ocupada por Joaquim Marques dos Santos, que sucedeu ao fundador do banco, o comendador Horácio Roque, após a sua morte, em meados de 2010. Luís Amado não respondeu às perguntas do SOL. Também não foi possível ter reacções de Marques dos Santos, nem de Fernando Inverno, presidente da Rentipar. 

Num momento em que o mercado doméstico está em quebra para a generalidade dos bancos portugueses – antecipando-se uma vaga de prejuízos, inclusivamente para o Banif –, ajudar o grupo a reforçar a consolidação nos negócios internacionais será uma das missões que Amado terá no novo cargo, explicou ao SOL uma fonte próxima do processo. Reduzir a exposição aos negócios na Madeira, a que pelas suas origens a instituição está particularmente ligada, será outra das prioridades da futura gestão, dada a grave crise financeira do arquipélago. O Banif chegou a ser um dos bancos que admitia recorrer ao pacote dos 12 mil milhões de euros para cumprir as metas impostas pela troika em termos de rácios de capital. Mas Marques dos Santos, garantiu recentemente ao Diário Económico que essa hipótese já não se deverá colocar. 

Afinidades com a Madeira 

Amado tem uma relação próxima com a Madeira, que começou por razões familiares: a mulher, que conheceu em Lisboa quando era estudante universitário, é madeirense. Economista de formação, iniciou a vida profissional no arquipélago como professor no ensino secundário e depois como funcionário do Tribunal de Contas da Madeira. A aproximação ao PS deu-se também na política regional: em 1985, foi eleito deputado à Assembleia Legislativa Regional, pelo PS, e mais tarde vereador na Câmara do Funchal. Desde essa altura que mantém «uma muito boa relação» com Alberto João Jardim, segundo fontes do Governo Regional. 

Chegou ao Executivo com António Guterres, mas foi com Sócrates que se estreou como ministro: primeiro na Defesa e, mais tarde, na diplomacia. No xadrez socialista, é um dos (poucos) ‘gamistas’, ou seja, a ala mais à direita do PS. Manteve sempre a relação à Madeira, onde tem casa, e onde já fez exposições de escultura, um dos seus hóbis. 

fonte:http://sol.sapo.pt/i

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16
Dez 11

Banif precisa de reforçar imparidades em 90 milhões

O Banif precisa de reforçar as provisões relativas a imparidades relacionadas com risco de crédito no valor de 90 milhões de euros, concluiu a inspecção levada a cabo sobre os bancos portugueses, exigida pela troika. 

O Banco de Portugal divulgou hoje os primeiros resultados globais do Programa Especial de Inspecções (SIP) e concluiu «existir necessidade de reforço de 90 milhões de euros no valor da imparidade registada nas contas consolidadas do Grupo». 

Este montante corresponde a 0,8% do montante global dos créditos analisados e a 15,7% do valor da imparidade da carteira abrangida pela análise.

No entanto, o banco anuncia que, até 30 de Setembro de 2011, tinham já sido reforçadas extraordinariamente as imparidades em cerca de 20 milhões de euros. 

«Até ao final do ano, estão em curso iniciativas que permitirão atenuar o impacto da diferença apurada, designadamente, pela regularização ou reforço de garantias de uma parte significativa dos montantes das operações avaliadas. No final do presente exercício, o Grupo planeia efectuar a necessária dotação de imparidade que permita colmatar a necessidade de reforço remanescente», refere em comunicado.

O exercício incidiu sobre créditos no valor de 11,9 mil milhões de euros, cobrindo 96% do total da carteira de crédito do Banif - Grupo Financeiro. 

O impacto agregado destes resultados na avaliação da solvabilidade do grupo, a 30 de
Junho de 2011, tendo em conta a almofada prudencial1 existente à data, é nulo, mantendo-se o rácio de Tier 1 em 7,2%.

No contexto do SIP, foi também apurada a necessidade de efectuar correcções pontuais aos valores dos activos ponderados pelo risco, que implicariam um aumento de 0,3% no montante total calculado para aquela data. Refira-se, contudo, que as alterações regulamentares aplicáveis após a data de referência do SIP, em especial a entrada em vigor, no final de 2011, das alterações introduzidas pela legislação comunitária (CRD III), irão implicar uma redução do valor dos activos ponderados pelo risco, equivalente a 1,4% tendo por base os dados de 30 de Junho de 2011. 

Tendo sido identificadas algumas oportunidades de melhoria em matéria de políticas e procedimentos seguidos na gestão do risco de crédito, o Banif - Grupo Financeiro irá estabelecer e apresentar ao Banco de Portugal um plano para a implementação a curto prazo das situações que ainda subsistam.

As alterações regulamentares acima referidas, aplicáveis ao cálculo dos activos ponderados pelo risco, traduzir-se-ão numa melhoria do rácio Tier 1 em 0,1 pontos percentuais.

fonte:_http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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