21
Out 13

BES disponibiliza produtos na moeda chinesa

O BES é o primeiro banco português a disponibilizar uma oferta integrada de produtos na moeda chinesa.

"Com o objectivo de facilitar a entrada dos seus clientes neste competitivo mercado, o BES torna hoje possível que as empresas portuguesas paguem ou recebam fundos decorrentes das suas importações ou exportações em renminbis, usufruindo ainda da possibilidade de manutenção de depósitos à ordem e a prazo nesta moeda", adianta o banco num comunicado enviado às redacções.

Ao mesmo tempo, o BES inova também na oferta de produtos de trade finance, que pela primeira vez poderão ser liquidados em renmimbis, que permite às empresas importadoras ou exportadoras assegurar os riscos associados às operações de comércio internacional através de operações cambiais.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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26
Jul 13

BES passa de lucro a prejuízo de 237 milhões

O Banco Espírito Santo (BES) registou um resultado líquido negativo de 237,4 milhões de euros entre Janeiro e Junho, um prejuízo que contrasta com o lucro de 25,5 milhões de euros no primeiro semestre de 2012. 

Em comunicado, o BES diz que o resultado foi “afectado negativamente pela evolução da receita (o produto bancário caiu 17,6% para 982,4 milhões de euros) e pelo reforço de provisões em 75,3% para 747,3 milhões de euros. 

Nota para a área internacional, que contribuiu para os resultados do banco com um lucro próximo de 19 milhões de euros, suavizando o prejuízo consolidado do BES, ditado pela actividade doméstica. Os activos totais do banco baixaram ligeiros 1,7% para cerca de 98 mil milhões de euros. 

Já o crédito a clientes manteve-se praticamente inalterado face ao primeiro semestre do ano passado, fixando-se nos 51.176 milhões de euros, ao passo que os depósitos de clientes cresceram 15,7% para quase 38 mil milhões de euros. 

O financiamento do banco liderado por Ricardo Salgado junto do Banco Central Europeu (BCE) diminuiu significativamente face ao primeiro semestre de 2012, passando de 13,7 mil milhões de euros nessa data para 8,3 mil milhões de euros no final de Junho.

fonte:http://rr.sapo.pt/inf

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07
Mai 13

BES quer reduzir 200 trabalhadores após prejuízo de 62 milhões

O Banco Espírito Santo fechou o primeiro trimestre em terreno vermelho, com um prejuízo de 62 milhões de euros, valor que no período homólogo do ano passado foi positivo, de 11,6 milhões de euros.

Em face dos resultados, o BES  vai avançar com um plano de redução de custos até cem milhões de euros, a realizar até 2016, que inclui redução de 200 trabalhadores através da não renovação de contratos, reformas antecipadas e saídas negociadas.

No que se refere às contas divulgadas, o produto bancário diminuiu 14,2% e o reforço de provisões aumentou 25,9%.

“A recessão económica, traduzida em decréscimos do PIB em dez trimestres consecutivos, dificultou a geração de receitas pelo aumento das insolvências e do desemprego e agravou os custos com as imparidades, factores que determinaram o apuramento de um prejuízo no trimestre de 62 milhões de euros”, explica o banco liderado por Ricardo Salgado. O rácio Core Tier I situou-se no final dos primeiros três meses do ano em 10,5%, acima dos 10% fixados pelo Banco de Portugal. Segundo os critérios da EBA o rácio Core Tier I é de 9,9% (requisito mínimo: 9%).

Os resultados da actividade internacional foram também afectados “pela desaceleração das operações de exportação/importação que impactaram as operações de créditos documentários nas diferentes plataformas operacionais.” Neste contexto o banco assinala “os efeitos do programa de desalavancagem imposta ao BESA em Angola e a não maturação dos investimentos realizados em Moçambique, Venezuela e Luxemburgo”. 

No comunicado enviado ao mercado, o BES revela que a carteira de crédito, “interrompendo a trajectória de decréscimo que registava desde Junho de 2011, cresceu na base anual 0,6% (mais 283 milhões), suportada pelo crédito a empresas que aumentou no mesmo período 2,1% (mais 761 milhões), tendo aumentado nos primeiros três meses deste ano 868 milhões de euros”. No que respeita à evolução do crédito a particulares este reduziu-se em 3,4% “devido à contracção da procura e ao reembolso do crédito à habitação”.

Em termos de captação de recursos de clientes houve uma subida de 7% (mais 3,8 mil milhões), o que se reflectiu no rácio de transformação que atingiu 129% (valor que há um ano era de 135%). Já o financiamento líquido de aplicações junto do BCE, no final do primeiro trimestre, situava-se em 7,9 mil milhões de euros (12,1 mil milhões em Março de 2012).

fonte:http://www.publico.pt/e

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17
Abr 13

BES cria linha de 8,75 milhões para microcrédito e empreendorismo

O BES assinou a primeira operação do FEI em Portugal e disponibiliza uma linha de 8,75 milhões de euros para projectos de microcrédito e empreendedorismo

O Banco Espírito Santo (BES) celebrou um contrato de crédito no valor de 8,75 milhões de euros com o Fundo Europeu de Investimento (FEI), no âmbito do programa europeu de apoio ao microcrédito e empreendedorismo, promovido pela Comissão Europeia e pelo Banco de Europeu Investimento.

O banco liderado por Ricardo Salgado enviou um comunicado anunciado que este acordo é "a primeira operação de financiamento efectuada pelo FEI com uma instituição financeira em Portugal e tem como principal objectivo potenciar o incremento do microcrédito por parte de micro-empresas, trabalhadores por conta própria ou desempregados".
Tendo em consideração o mandato do Fundo, os créditos a enquadrar nesta linha não poderão exceder os 25 mil euros por entidade/promotor, refere o BES.

O Grupo BES desde 2006 que desenvolve e disponibiliza "uma linha de microcrédito e microfinança que abrange serviços e soluções financeiras desenvolvidos para segmentos sociais e profissionais com necessidades específicas e acesso dificultado ao crédito bancário tradicional", refere o banco. O BES possui mesmo uma rede dedicada de gestores de microcrédito com cobertura nacional.

O banco responde assim a parte dos desafios lançados pelo Governo para que a banca reanime o crédito à economia. O BES assume que o principal objectivo deste apoio ao microcrédito e às micro empresas tem em vista "impulsionar a economia e promover o emprego ao potenciar a inclusão social, como forma de resposta ao actual contexto socioeconómico".

O BES refere que "esta aposta no empreendedorismo nacional, permitiu até Março de 2013, apoiar 668 projectos, num montante total de 11,7 milhões de euros de investimento aprovado, que contribuíram para a criação de 1.159 postos de trabalho.

 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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13
Abr 13

Montepio, BES e BPI são os bancos com clientes mais satisfeitos

Resultados da satisfação dos clientes dos bancos, estimados no âmbito do modelo ECSI-Portugal.

O Montepio Geral é o banco que mais satisfaz os seus clientes. A conclusão é de um estudo para o ano 2012, elaborado pelo Instituto Superior de Estatística e Gestão da Informação (ISEGI) da Universidade Nova de Lisboa.

O presidente do Montepio, Tomás Correia, em declarações ao Diário Económico, congratulou-se com este resultado, e explicou que esta posição no ‘ranking' é o fruto de "uma aposta na melhoria da qualidade dos produtos e serviços, disponibilidade total para o atendimento dos clientes e associados. Mas sobretudo é resultado do empenho e dedicação de todos aqueles que trabalham no grupo Montepio".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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05
Abr 13

BES avança com proposta de compra do Banco Gallego

Numa curta nota enviada há instantes à comunicação social, o Banco Espírito Santo confirma ter entregue uma oferta de aquisição do Banco Gallego e informa que a iniciativa “é apresentada no âmbito do processo competitivo de venda do Banco Gallego e se encontra sujeita à verificação das condições constantes da proposta”. A instituição tem uma base de depósitos de 3,5 mil milhões de euros e 150 agências localizadas na região da Galiza e na zona de Madrid.

O jornal espanhol Cinco Días noticiou que para além do BES estão na corrida para comprar a instituição galega, o catalão Sabadell e o venezuelano Banesco. Não há informação sobre os valores envolvidos na operação.

O mesmo jornal informou que uma inspecção realizada em Fevereiro pelo Fundo de Reestruturação Ordenada Bancária (FROB ), criado, em 2009, pelo governo espanhol para “salvar” bancos tóxicos (nomeadamente promovendo aquisições e fusões), detectou no Banco Gallego um buraco de 150 milhões de euros. A instituição financeira foi, entretanto, objecto de uma injecção de fundos por parte dos seus accionistas.

fonte:http://www.publico.pt/

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05
Fev 13

BES vai cortar mais 200 postos de trabalho

O BES quer cortar este ano mais de 200 trabalhadores em Portugal, o que vai acontecer através de rescisões amigáveis e reformas, disse esta terça-feira o presidente do banco, Ricardo Salgado.


"Temos o objetivo de que saiam 224 pessoas este ano, no mercado doméstico, em 2013. Com isto deveremos manter num nível de eficiência elevado e fazer face às necessidades de crescimento que temos", disse Ricardo Salgado, na conferência de imprensa de apresentação dos resultados de 2012, na sede do banco, em Lisboa.

O ano passado, o BES registou um resultado líquido de 96,1 milhões de euros em 2012, o que compara com o prejuízo de 108,8 milhões de euros no ano anterior.

O banqueiro avançou que essa redução de trabalhadores acontecerá de forma amigável, "como sempre acontece nesta casa".

O BES chegou ao fim de 2012 com 7.477 trabalhadores em Portugal, menos 136 do que em 2011. Já se for tido o efeito da consolidação da BES Vida (cuja totalidade da seguradora o banco comprou em maio), a saída líquida de trabalhadores foi menor, de 60 pessoas.

Na atividade internacional, o número de trabalhadores aumentou em 141 para 2.467 (tendo sido o principal criador de emprego o BES Angola, com mais 118 trabalhadores).

No total, entre atividade doméstica e internacional, o BES fechou 2012 com 9.944 trabalhadores, mais 81 do que em 2011.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n


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08
Jan 13

BES coloca 500 ME em obrigações a cinco anos

O Banco Espírito Santo (BES) colocou hoje 500 milhões de euros numa emissão de obrigações a cinco anos com uma taxa de 4,9%.

A informação foi avançada pela agência de informação financeira Bloomberg, que já na manhã de hoje tinha noticiado que a operação que vence em 2018 seria liderada pelos bancos BES Investimento, Credit Suisse e Deutsche Bank.

A emissão do BES ofereceu um cupão (juro nominal) de 4,75% e uma taxa (rendimento ao investidor) de 4,9%.

fonte:http://www.destak.pt/a

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29
Nov 12

BES vai alargar horário de funcionamento dos balcões

O Banco Espírito Santo (BES) vai em breve alargar os horários de funcionamento de alguns balcões nos centros urbanos, para ir ao encontro das necessidades dos clientes, revelou o administrador Joaquim Goes, citado pela Lusa.

«A gestão integrada dos balcões nas zonas urbanas permite desfasamento de horários de abertura para assegurar maior conveniência no atendimento a cliente», disse o responsável num encontro com jornalistas portugueses, em Madrid.

Um dos horários em estudo é a abertura de alguns balcões entre as 15:00 e as 19:00, algo que pode acontecer «num futuro próximo», sublinhou.

Questionado sobre a possibilidade de abrir as agências durante o fim de semana, tal como já faz atualmente o rival BCP (aos sábados), Joaquim Goes avançou que, «neste momento, não se está a pensar nisso, mas não se exclui qualquer possibilidade».

Clientes vão usar mais Internet que balcões em 2015

Olhando para as tendências futuras da banca de retalho, o responsável antecipou que, «em 2015, o número de clientes que usarão regularmente a Internet já será superior ao dos que irão ao balcão».

O BES espera que, nessa data, 60% dos seus clientes usem o banco online. Hoje, são 41% (estando a média portuguesa fixada nos 30,7%).

Mas, conforme realçou Joaquim Goes, hoje, «95% das vendas ainda são feitas nos balcões».

Logo, apesar de existir uma redução do número de visitas ao balcão, as agências vão continuar a ser o centro do negócio bancário, devendo apostar na prestação de serviços de valor acrescentado, através do reforço da formação dos seus funcionários.

Menos balcões, menos funcionários

«Se os clientes vão menos vezes ao balcão, têm que ser cada vez melhor atendidos», frisou o administrador.

«Em termos globais, acho que pode haver necessidade menor número de balcões do que existe hoje no mercado português. Mas não uma grande redução», disse Joaquim Goes, ressalvando que «mais relevante que a quantidade de balcões, é o número de pessoas que lá trabalham».

Na sua opinião, o BES tem «uma dimensão relativamente adaptada», pelo que exclui um plano de corte significativo de agências.

Os números mostram que, desde 2009, o BES fechou 103 balcões, tendo aberto 26, isto é, tem atualmente menos 77 agências no mercado português.

Refira-se que, mesmo sem estar ainda fechado, 2012 foi o ano em que se fecharam mais balcões (31), seguido pelas 28 agências encerradas em 2011.

Neste momento, a rede doméstica do BES é composta por 670 balcões.

Afastando a necessidade de o BES lançar um programa de despedimentos para se ajustar ao difícil contexto económico em Portugal, o banqueiro disse que só na rede de retalho a instituição liderada por Ricardo Salgado emprega cerca de 3.300 pessoas.

Ainda assim, Joaquim Goes admitiu que, desde janeiro, «pode ter havido uma redução de 70 a 80 pessoas», principalmente, entre os colaboradores que foram para a reforma e os funcionários cujos contratos a prazo terminaram.

E concluiu: «Não estou a dizer que nos próximos anos não possam ser feitos alguns reajustamentos, mas não haverá um número significativo de saídas».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

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27
Set 12

BES e BPI: ajustamento vai continuar pela receita

Os presidentes do BES e do BPI disseram esta quinta-feira que o Governo deve continuar a cortar na despesa, mas que será difícil conseguir um ajustamento apenas desse lado, afirmando que também do lado da receita o Executivo deverá tomar medidas.

«Não tenho dúvidas nenhumas de que o ajustamento que já foi feito ainda não é suficiente, vamos ter de continuar a ajustar as finanças públicas», disse o presidente do BPI, Fernando Ulrich, à margem de uma conferência organizada pela revista Exame, num hotel, em Lisboa.

Questionado sobre onde deve o Governo atuar, se do lado da despesa do Estado ou da receita que os cofres públicos arrecadam, Ulrich disse que os «desequilíbrios são tão grandes que não se consegue resolver só atuando de um lado».

Também Ricardo Salgado, responsável pelo BES, foi questionado sobre as medidas do próximo Orçamento do Estado e considerou que os cortes do lado da despesa «demoram mais tempo e temos objetivos a atingir».

Sobre o recuo do Governo no aumento da contribuição dos trabalhadores para a Segurança Social e o corte da Taxa Social Única (TSU) para as empresas, Ulrich considerou que revelou «bom senso» do Executivo, apesar dos eventuais «méritos técnicos» da medida. Também Ricardo Salgado considerou «salutar» o recuo e recusou que a vantagem que o BES teria se pudesse «repercutir na economia de forma sensível».

Ainda em resposta aos jornalistas, os dois responsáveis mostraram-se favoráveis à privatização da Caixa Geral de Depósitos (CGD). No entanto, enquanto Ricardo Salgado defendeu que esta deve ser parcial, mantendo o Estado o controlo do banco, já Fernando Ulrich considerou que a longo prazo esta deve ser alienada na totalidade a privados.

Salgado e Ulrich participaram em seguida num debate, que também contou com a presença do presidente do Banco Popular Portugal. Rui Semedo considerou que a economia portuguesa necessita de um banco público e defendeu a divisão da CGD em dois bancos: um que concorreria com bancos privados e seria alienado a investidores e outro ¿ uma «espécie de banco de fomento» - que ficaria na posse Estado para «intervir no processo de alteração estrutural da economia».

Além da CGD, no debate os banqueiros também discutiram os rácios de capital (medidas para avaliar a solvabilidade de um banco) exigidos às instituições de crédito.

Salgado mostrou-se desagradado com as diferentes exigências entre países: «Estamos a concorrer com bancos de Espanha e estamos submetidos a rácios de capital diferentes, isso desvirtua a concorrência», afirmou o banqueiro.

Sobre a eventual consolidação do sistema bancário português (depois de Fernando Ulrich ter dito que a CGD privatizada teria um importante papel nesse processo), o presidente do BES considerou que «já temos um mercado muito consolidado» e que os bancos portugueses têm de «dar o salto» e pensar, por exemplo, «numa associação com um banco espanhol».

Já Ulrich mostrou-se insatisfeito com o facto de o banco ter de manter capital para fazer face a dívida pública a preços de mercado de setembro de 2011, defendendo que a EBA deveria permitir que o seu valor fosse atualizado já que, no caso do BPI, algumas dívidas já foram amortizadas e a que continua a deter foi valorizada. Segundo afirmou, essa alteração de critérios permitiria ao banco amortizar mais cedo parte do empréstimo obrigacionista que pediu ao Estado para se recapitalizar.

«Isso permitiria que pelo menos três bancos (BPI, BCP e CGD) estivessem a reembolsar o Estado ainda antes de completar um ano em que fizeram a recapitalização», afirmou Ulrich.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

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