20
Fev 12

Venda do BPN ao BIC pode ser impugnada

O Governo vendeu o Banco Português de Negócios (BPN) ao luso-angolano BIC Portugal por 40 milhões de euros, sem ter na sua posse, como a lei exigia, o parecer da Comissão de Acompanhamento das Reprivatizações, que sobre esta operação nunca foi consultada, avança o «Público».

O lapso pode abrir a porta a uma guerra jurídica pela impugnação do negócio, sobre o qual está a ser discutida a abertura de uma comissão de inquérito parlamentar.

Segundo o jornal, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, não seguiu os procedimentos legais na entrega do BPN ao BIC, liderado por Mira Amaral, negócio que foi anunciado a 30 de Julho de 2011.

Em causa está o facto de a operação não ter passado no crivo da Comissão de Acompanhamento das Reprivatizações (CAR). A entidade foi entretanto extinta, mas só a 13 de Setembro, ou seja, depois de a decisão ter sido tomada.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

 

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01
Fev 12

BIC deve ficar com mais de 750 trabalhadores do BPN

Mira Amaral disse hoje que o banco deverá ficar com mais do que 750 trabalhadores do BPN, mas a decisão só será tomada no final do ano.

"O compromisso com o Governo é de ficarmos no mínimo com 750 trabalhadores. Estou convencido que ficaremos com mais, mas ainda não sei quantos", disse hoje o presidente do BIC à agência Lusa, à margem da conferência Energia para Portugal, em Lisboa.

O ex-ministro de Cavaco Silva afirmou que o banco tem uma estimativa dos trabalhadores de que precisará, mas que números definitivos não serão divulgados antes de final do ano.

"Já fizemos uma análise dos serviços centrais. Quando tomarmos conta do banco havemos de fazer uma análise das agências e centros de empresa e só depois disso, no fim do ano, podemos dizer com quantos trabalhadores iremos ficar", acrescentou Mira Amaral, garantindo que não seria "arrancado" qualquer número.

A Autoridade de Concorrência aprovou em Janeiro a aquisição pelo BIC da totalidade das acções do BPN por considerar que esta concentração não cria ou reforça uma posição dominante que provoque entraves de concorrência nos sectores da banca e seguros.

O acordo para a compra do BPN pelo Banco BIC foi assinado a 9 de Dezembro pelo Ministério das Finanças, tendo o banco de capitais luso-angolanos pagado 10 milhões de euros pela operação, o equivalente a 25% do valor total do negócio.

O Banco BIC pagará mais do que o preço acordado pelo BPN (40 milhões de euros) se ao fim de cinco anos os lucros acumulados excederem 60 milhões de euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

 

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25
Jan 12

Concorrência aprova compra do BPN pelo BIC

A Autoridade de Concorrência aprovou ainda na terça-feira a aquisição pelo BIC da totalidade das acções do BPN, concluindo que esta concentração não cria ou reforça uma posição dominante que provoque entraves de concorrência nos sectores da banca e seguros.

A operação de concentração foi notificada a 20 de Dezembro do ano passado ao regulador, em resultado da intenção do Banco BIC Português de adquirir a totalidade das acções representativas do capital social do Banco Português de Negócios (BPN) e concentrar as suas actividades em duas grandes linhas de negócios: a banca de empresas e, como banco correspondente de bancos angolanos, o negócio de particulares, pequenos negócios e Private Banking.

O Conselho da Autoridade da Concorrência não se opôs à operação de concentração, «uma vez que a mesma não é susceptível de criar ou reforçar uma posição dominante da qual possam resultar entraves significativos à concorrência efetiva nos mercados relevantes identificados no setor da banca e no setor dos seguros», segundo a decisão a que a Lusa teve acesso.

O acordo para a compra do BPN pelo Banco BIC foi assinado a 9 de Dezembro pelo Ministério das Finanças. O banco de capitais luso-angolanos pagou 10 milhões de euros pela operação, o equivalente a 25% do valor total do negócio, que ascende a 40 milhões de euros.

O Banco BIC pagará mais do que o preço acordado pelo BPN (40 milhões de euros) se ao fim de cinco anos os lucros acumulados excederem 60 milhões de euros, segundo uma nota do Ministério das Finanças sobre o negócio.

O presidente do BIC, Mira Amaral, já anunciou que depois do negócio estar concluído, «a marca BPN vai desaparecer».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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31
Jul 11

BIC é o comprador do BPN

O BPN custou 2,4 mil milhões de euros ao Estado. BIC pagará 40 milhões de euros pelo banco.

O Governo seleccionou a proposta do BIC no processo para a compra do BPN. O banco angolano deverá pagar 40 milhões de euros pelo BPN. "A proposta de aquisição de 100% das acções do BPN pelo Banco BIC é de 40 milhões de euros", referem as Finanças em comunicado. No entanto, caso o banco apresente resultados positivos superiores a 60 milhões de euros ao final de cinco anos, será pago ao Estado "uma percentagem de 20% sobre o respectivo excedente, a título de acréscimo de preço".

O ministério refere que o "custo do Estado com o BPN, descontando do preço de venda, ascende nesta data a cerca de 2,4 mil milhões de euros". A celebração do contrato formalizando a transacção deverá ocorrer num prazo de 180 dias.

A proposta apresentada pelo BIC apenas assegura a integração de metade dos actuais colaboradores do BPN. Dos actuais 1.580, o banco angolano compromete-se a integrar 750. O Estado assume os "custos com a eventual cessação dos vínculos laborais dos trabalhadores das agências e/ou centros de empresa que venham a ser encerrados ou reestruturados num prazo máximo de 120 dias após as transmissões das acções".

Além do BIC, o Governo recebeu propostas de compra por parte do Núcleo Estratégico de Investidores (NEI) e do Montepio. O porta-voz do NEI garantiu recentemente que a proposta deste grupo pelo BPN superava os 100 milhões de euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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