30
Jan 13

BPI com lucros de 250 milhões

O banco pediu o pagamento antecipado de uma nova tranche ao Estado, no âmbito da recapitalização.

O BPI regressou aos lucros em 2012. O banco fechou o ano com um saldo positivo de quase 250 milhões de euros.

Ainda segundo o comunicado avançado esta quarta-feira pelo banco, a instituição pediu o pagamento antecipado de uma nova tranche ao Estado, no âmbito da recapitalização do BPI com recurso ao empréstimo da “troika”.

O banco dirigido por Fernando Ulrick quer pagar mais 200 milhões de euros, reduzindo assim o montante em falta para mil milhões de euros.

fonte:http://rr.sapo.pt/


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24
Out 12

BPI duplica provisões para imparidades de crédito

Os lucros do Banco BPI até setembro foram afetados pela subida homóloga de 98,1% das provisões para imparidades de crédito, que ascenderam a 213,4 milhões de euros devido à crise económica, revelou esta quarta-feira o presidente Fernando Ulrich.

Há um ano, o banco tinha 107,7 milhões de euros para fazer face às imparidades de crédito, contudo, com a degradação da situação económica, durante os primeiros nove meses do ano, estas provisões foram reforçadas em 105,7 milhões de euros, para o total de 213,4 milhões de euros.

«São quase todas provisões para crédito», frisou Fernando Ulrich, durante a conferência de imprensa de apresentação de resultados do BPI, em Lisboa, especificando que «as evoluções negativas são sobretudo de crédito a empresas e também na habitação, mas em valores normais e comportáveis», cita a Lusa.

Questionado sobre os lucros de 117,1 milhões de euros obtidos entre janeiro e setembro, mais 15,3% do que no mesmo período de 2011, Ulrich realçou que «há um aspeto negativo, que é um aumento muito significativo imparidades para crédito, fruto da situação económica do país».

Para a frente, o gestor considera que «é natural que o número de imparidades aumente no quarto trimestre, mas não deverá ser muito».

E acrescentou: «O futuro o dirá. Admitimos que, em 2013, os valores possam começar a melhorar».

Fernando Ulrich também salientou que «a margem financeira foi afetada muito negativamente pela baixa da Euribor» e que «outro fator que pesa negativamente na margem financeira é a subida dos custos de financimaneto, nomeadamente nos depósitos a prazo».

De acordo com o mesmo responsável, o BPI tem 152 milhões de euros em imóveis, resultantes de processos de recuperação de crédito, e, para fazer face à eventual desvalorização dos mesmos, constituiu uma provisão de 59 milhões de euros.

Pela positiva, o banqueiro apontou para os ganhos em operações financeiras, envolvendo, entre outros, títulos de dívida pública portuguesa.

«Houve um elemento muito positivo que compensa as imparidades para crédito, que foram os ganhos em operações financeiras», assinalou.

Segundo o Ulrich, o banco que lidera aproveitou para comprar dívida portuguesa «com grandes descontos» e estas operações traduziram-se num lucro que aparece registado nas operações financeiras (aumento de 46,2% para 222 milhões de euros).

Como «o segredo é a alma do negócio», Ulrich escusou-se a divulgar os valores em causa, apontando para outros itens que contribuiram para os lucros do BPI, nomeadamente, o contributo positivo das comissões e a redução de custos.

fonte;http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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27
Set 12

BES e BPI: ajustamento vai continuar pela receita

Os presidentes do BES e do BPI disseram esta quinta-feira que o Governo deve continuar a cortar na despesa, mas que será difícil conseguir um ajustamento apenas desse lado, afirmando que também do lado da receita o Executivo deverá tomar medidas.

«Não tenho dúvidas nenhumas de que o ajustamento que já foi feito ainda não é suficiente, vamos ter de continuar a ajustar as finanças públicas», disse o presidente do BPI, Fernando Ulrich, à margem de uma conferência organizada pela revista Exame, num hotel, em Lisboa.

Questionado sobre onde deve o Governo atuar, se do lado da despesa do Estado ou da receita que os cofres públicos arrecadam, Ulrich disse que os «desequilíbrios são tão grandes que não se consegue resolver só atuando de um lado».

Também Ricardo Salgado, responsável pelo BES, foi questionado sobre as medidas do próximo Orçamento do Estado e considerou que os cortes do lado da despesa «demoram mais tempo e temos objetivos a atingir».

Sobre o recuo do Governo no aumento da contribuição dos trabalhadores para a Segurança Social e o corte da Taxa Social Única (TSU) para as empresas, Ulrich considerou que revelou «bom senso» do Executivo, apesar dos eventuais «méritos técnicos» da medida. Também Ricardo Salgado considerou «salutar» o recuo e recusou que a vantagem que o BES teria se pudesse «repercutir na economia de forma sensível».

Ainda em resposta aos jornalistas, os dois responsáveis mostraram-se favoráveis à privatização da Caixa Geral de Depósitos (CGD). No entanto, enquanto Ricardo Salgado defendeu que esta deve ser parcial, mantendo o Estado o controlo do banco, já Fernando Ulrich considerou que a longo prazo esta deve ser alienada na totalidade a privados.

Salgado e Ulrich participaram em seguida num debate, que também contou com a presença do presidente do Banco Popular Portugal. Rui Semedo considerou que a economia portuguesa necessita de um banco público e defendeu a divisão da CGD em dois bancos: um que concorreria com bancos privados e seria alienado a investidores e outro ¿ uma «espécie de banco de fomento» - que ficaria na posse Estado para «intervir no processo de alteração estrutural da economia».

Além da CGD, no debate os banqueiros também discutiram os rácios de capital (medidas para avaliar a solvabilidade de um banco) exigidos às instituições de crédito.

Salgado mostrou-se desagradado com as diferentes exigências entre países: «Estamos a concorrer com bancos de Espanha e estamos submetidos a rácios de capital diferentes, isso desvirtua a concorrência», afirmou o banqueiro.

Sobre a eventual consolidação do sistema bancário português (depois de Fernando Ulrich ter dito que a CGD privatizada teria um importante papel nesse processo), o presidente do BES considerou que «já temos um mercado muito consolidado» e que os bancos portugueses têm de «dar o salto» e pensar, por exemplo, «numa associação com um banco espanhol».

Já Ulrich mostrou-se insatisfeito com o facto de o banco ter de manter capital para fazer face a dívida pública a preços de mercado de setembro de 2011, defendendo que a EBA deveria permitir que o seu valor fosse atualizado já que, no caso do BPI, algumas dívidas já foram amortizadas e a que continua a deter foi valorizada. Segundo afirmou, essa alteração de critérios permitiria ao banco amortizar mais cedo parte do empréstimo obrigacionista que pediu ao Estado para se recapitalizar.

«Isso permitiria que pelo menos três bancos (BPI, BCP e CGD) estivessem a reembolsar o Estado ainda antes de completar um ano em que fizeram a recapitalização», afirmou Ulrich.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

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26
Set 12

BPI emite 950.000 euros em obrigações

O BPI emitiu na terça-feira obrigações com reembolso indexado a ações, no valor de 950.000 euros, no âmbito de um programa de emissão de obrigações de médio prazo, com juros condicionados, que totaliza os 10 milhões de euros.

Em comunicado enviado durante a noite à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) e citado pela Lusa, o BPI refere que a emissão destas obrigações tem «um juro fixo na data de reembolso», a 25 de janeiro de 2013, «não tendo capital garantido».

«O montante de reembolso dependerá da evolução da cotação do subjacente, podendo, em determinadas circunstâncias, o reembolso ser efetuado por entrega física do ativo subjacente», esclarece o comunicado do banco.

Esta emissão faz parte do Programa de Emissão de Obrigações de médio prazo, de 10 milhões de euros, para a emissão de obrigações sénior, subordinadas, perpétuas subordinadas e valores mobiliários com juros condicionados.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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11
Ago 12

La Caixa reforça posição no BPI para 46%

O banco espanhol La Caixa reforçou a posição no BPI para 46,22 por cento na sequência do aumento de capital, mantendo-se a holding angolana Santoro como segundo maior acionista com 19,47 por cento, divulgou esta sexta-feira o BPI.

Segundo o comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) pelo banco, o espanhol CaixaBank (holding do La Caixa) subscreveu 251,0 milhões de ações no aumento de capital passando a ser dono de 46,22 por cento do capital do BPI, acima dos 39,5 por cento detidos antes da operação.

Em nota ao regulador espanhol, o CaixaBank disse hoje que investiu 125,5 milhões de euros neste aumento de capital.

Já a holding Santoro subscreveu 78,2 milhões de ações. A empresa angolana controlada por Isabel dos Santos detém agora 19,47 por cento das ações do banco, pouco acima dos 19,43 por cento detidos antes do aumento de capital.

A compra de ações pela holding angolana nesta operação serviu sobretudo o objetivo de manter a sua posição no banco de segundo maior acionista, que detinha desde julho, quando comprou parte da posição que o CaixaBank tinha adquirido os brasileiros do Itaú.

CaixaBank e Santoro subscreveram, assim, mais de 80 por cento das ações emitidas neste aumento de capital, em que foram emitidas 400 milhões de ações a 0,50 euros cada.

A alemã Allianz, terceira acionista do BPI, também foi a este aumento de capital e comprou 35,5 milhões de ações, também no intuito de manter a sua participação, de 8,8 por cento.

Como já tinha afirmado na imprensa, a portuguesa HVF, da família Violas, não foi ao aumento de capital e desceu, assim, a sua participação no BPI para 2,15 por cento.

Este aumento de capital insere-se no plano de recapitalização do BPI.

Os 200 milhões de euros conseguidos com esta operação vão ser entregues ao Estado para amortizar parte do empréstimo concedido ao abrigo da linha da troika para o setor financeiro de 1.500 milhões de euros em instrumentos híbridos (obrigações convertíveis em ações em determinadas condições, designadas CoCos).

Com esta recapitalização, o BPI cumpre as exigências tanto da Autoridade Bancária Europeia como do Banco de Portugal.

A liquidação financeira das novas ações foi feita esta semana, pelo que entram segunda-feira em negociação na bolsa de Lisboa.

O BPI teve esta semana um desempenho positivo no PSI20 e na quarta-feira subiu mesmo mais de três por cento. A sessão de hoje foi a exceção, com as ações do banco a desvalorizarem 0,55 por cento para 0,54 euros.

O banco liderado por Fernando Ulrich apresentou lucros de 85,1 milhões de euros no primeiro semestre, mais 7,5 por cento do que no período homólogo de 2011.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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05
Ago 12

BPI entre os 10 bancos mais solventes da Europa

O BPI está entre os dez bancos europeus que melhor se situarão com a harmonização dos critérios de supervisão na Europa.

Esta é a conclusão de um research da Goldman Sachs, que hierarquizou 23 bancos para os quais conseguiu apurar informação. Em termos gerais, o BPI surge na 9ª posição, num ranking liderado surgem os espanhóis Santander, Popular e BBVA. Já o BCP aparece na 19ª posição, enquanto o BES não é citado devido a escassez de dados para o exercício em causa.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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24
Jul 12

BPI: analistas esperam queda de 19% nos lucros

O BPI terá fechado o primeiro semestre do ano com uma queda de 19 por cento nos lucros, estimam os analistas contactados pela Reuters.

A média das estimativas de cinco analistas aponta para que o lucro líquido do terceiro maior banco cotado em Portugal se tenha fixado, entre janeiro e junho, em 64,5 milhões de euros, conta os 79,5 milhões de euros registados no mesmo período do ano passado.

Já numa ótica trimestral, é esperada também uma queda do lucro do banco liderado por Fernando Ulrich, entre abril a junho, de 26 por cento face ao mesmo período de 2011, para um total de 25 milhões de euros. Isto apesar de se prever que o banco tenha tido um ganho extraordinário de 20 milhões com a recompra de dívida no segundo trimestre de 2012.

A mesma poll antecipa uma margem financeira sob pressão em plena crise da Zona Euro e uma subida das imparidades de crédito devido à recessão da economia nacional. 

A unidade de Angola é, assim, encarada com a chave para a rentabilidade. Trata-se do maior mercado externo do BPI, onde detém uma posição maioritária no Banco Fomento Angola, e espera-se que tenha terminado o segundo trimestre com o lucro estimado de 19,3 milhões de euros.

O BPI é o primeiro banco a apresentar resultados - esta quarta-feira depois do fecho dos mercados - e deverá revelar o difícil ambiente em que se encontra a banca nacional, dependente do financiamento do Banco Central Europeu, e numa economia recessiva.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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11
Jul 12

BPI com aumento de capital de 200 milhões de euros

A administração do BPI anunciou esta quarta-feira ter aprovado um aumento de capital de 200 milhões de euros, com cada acção a custar 0,5 euros, devendo a operação pública de subscrição estar concluída em meados de Agosto.

 

Em comunicado divulgado na Comissão do mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a administração do BPI informa que o aumento de capital foi aprovado na terça-feira à noite e que o objectivo é atingir os 1190 milhões de euros.

Referindo que a oferta pública de subscrição só avançará depois da aprovação do prospeto da CMVM, o BPI explica que irá emitir 400 milhões de acções e que cada uma será subscrita por 0,5 euros.

O aumento de capital será feito "integral e obrigatoriamente" em dinheiro, ficando limitado às subscrições conseguidas.

"O processo tem por destinatários os accionistas do banco, ao abrigo do direito de preferência, e as acções a emitir neste âmbito conferirão direito aos lucros, reservas e outros bens cuja distribuição seja deliberada posteriormente à sua emissão", adianta o BPI no comunicado.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n


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02
Jul 12

Isabel dos Santos já detém quase 20% do BPI

A angolana Santoro detém quase 20 por cento do BPI, depois de o Banco de Portugal ter permitido a compra de 9,436 por cento que estavam nas mãos dos espanhóis do La Caixa, segundo informação prestada à CMVM.

De acordo com o comunicado enviado hoje pelo BPI à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), "o CaixaBank informa que se concretizou, na presente data, a alienação de ações representativas de 9,436 por cento do capital social do Banco BPI à Santoro Finance - Prestação de Serviços", detida maioritariamente pela empresária angolana Isabel dos Santos.

Esta transação acontece depois da "obtenção, pela Santoro, da decisão do Banco de Portugal de não oposição à transação", acrescenta a nota.

fonte:http://www.destak.pt/

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04
Jun 12

BPI pede empréstimo ao Estado

O BPI vai pedir um empréstimo de 1500 milhões de euros ao Estado no âmbito do plano de recapitalização definido pelo Banco de Portugal, utilizando os 12.000 milhões de euros colocados à disposição na verba de resgate a Portugal.

 

Em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o BPI refere que a administração aprovou esta segunda-feira o plano de recapitalização "que visa reforçar os fundos próprios 'core tier 1' [que define a solvabilidade de uma instituição financeira], por forma a dar cumprimento ao previsto em recomendação da Autoridade Bancária Europeia (EBA em inglês)" e ao aviso do Banco de Portugal.

O plano de recapitalização do banco liderado por Fernando Ulrich compreende a emissão de obrigações de conversão contingente (chamadas "coco bonds") no valor de 1300 milhões, mais um aumento de capital de 200 milhões de euros. No total, o reforço dos capitais próprios será de 1500 milhões de euros.

O BPI apresenta este plano de capitalização para cumprir um rácio de solvabilidade "core tier 1" de nove por cento até 30 de Junho deste ano, "considerando a valorização a preços de mercado da dívida soberana a 30 de Setembro de 2011".

O banco refere no comunicado que, no seu caso, "o impacto da dívida soberana ascendeu a 1359 milhões de euros".

O plano de recapitalização inclui a subscrição pelo Estado, em 29 de Junho, "de instrumentos de dívida elegíveis para fundos próprios 'core tier 1' no montante de 1500 milhões de euros, que será reduzido para 1300 milhões de euros logo após a realização do aumento de capital", adianta o comunicado.

O aumento de capital, no valor de 200 milhões de euros e com direito de preferência dos accionistas, será realizado até 30 de Setembro.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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