30
Out 12

CGD já tem «luz verde» para estudar banco de investimento

O Governo já deu instruções à Caixa Geral de Depósitos (CGD) para que estude a criação de uma «instituição financeira especializada em processos de investimento», adiantou esta terça-feira o primeiro-ministro.

«O Governo já deu instruções à Caixa Geral de Depósitos para que possa preparar uma medida que vise a criação de uma instituição financeira especializada em processos de investimento e desenvolvimento», declarou Passos Coelho, em resposta ao deputado do PSD, Luís Campos Ferreira, no debate do Orçamento do Estado para 2013.

O primeiro-ministro referiu que não pode ainda comprometer-se sobre se a instituição a criar será «estritamente de capitais públicos ou de capitais mistos».

No debate, Pedro Passos Coelho foi acusado pelo deputado do PS e ex-secretário de Estado Pedro Marques de «guardar 7,5 mil milhões de euros num fundo» destinado à capitalização bancária que «poderia ser utilizado na estabilização económica».

Passos Coelho respondeu que o montante de 12 mil milhões de euros para ser eventualmente utilizado na recapitalização da banca «não está disponível para outras utilizações» e que ainda que colocasse a troika perante a necessidade de «outras utilizações» essa não poderá ser uma decisão unilateral do Estado português.

No debate, o deputado socialista Eduardo Cabrita afirmou que o primeiro-ministro falhou nas previsões das receitas fiscais e de não antecipar a «desgraça da recessão».

«Não há ninguém que acredite na viabilidade de uma explosão fiscal que põe quem tem 580 euros por mês a passar de 14,5 por cento para 28 por mês. Aquela que é a visão para a Europa que este Orçamento nos traz é uma divida à italiana, um desemprego á espanhola e um caos social à grega», acusou.

No final da segunda ronda de debate, o primeiro-ministro considerou que a situação presente é «historicamente sensível e grave», dizendo que ao fim de ano e meio o Governo «orgulha-se de ser visto como um parceiro credível e fiável».

Passos Coelho disse que será a capacidade de o país se mostrar unido que «dará a Portugal um cheque de saída para esta crise».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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10
Out 12

CGD vende casas para arrendar com inquilino já incluído

Banco público aposta na venda a investidores estrangeiros e a luso-descendentes.

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) iniciou uma nova modalidade de venda de imóveis, destinada a investidores nacionais, luso-descendentes e estrangeiros que queiram apostar no mercado de arrendamento, avança hoje o Público.

A oferta de imóveis para arrendamento, já com o inquilino incluído, está reunida num novo site que a CGD lançou ontem e que arrancou com um universo de 35 imóveis, número que será reforçado brevemente, podendo chegar a várias centenas, disse ao Público Paulo Sousa, da Direcção de Financiamento Imobiliário da CGD.

O responsável explicou que a oferta de imóveis com rendimento garantido arranca com casas residenciais, mas será alargada, numa segunda fase, a imóveis comerciais, também com contrato de arrendamento assegurado.

Paulo Sousa explicou que a estratégia de venda de casas com contrato de arrendamento visa responder a uma nova necessidade do mercado, "a do investimento no imobiliário para rendimento".

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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27
Set 12

Privatização da CGD: os prós e os contras

O presidente do BES, Ricardo Salgado, admite uma privatização parcial da Caixa Geral de Depósitos (CGD), desde que o banco continue a ser controlado pelo Estado.

«Disse várias vezes que era contra a privatização da CGD. Atendendo à situação difícil do nosso país, parece que a privatização não seria um problema», afirmou Ricardo Salgado à margem de uma conferência realizada pela revista «Exame», num hotel de Lisboa, e citado pela Lusa.

Apesar de aceitar a privatização da CGD, o banqueiro afirmou que esta instituição deve «continuar a ser controlada pelo Estado atendendo à missão que tem para desempenhar na área bancária e financeira».

Questionado sobre se os próximos tempos seriam o melhor momento para uma privatização do banco público, Salgado reiterou que «o Estado tem de privatizar, não tenhamos dúvidas, vamos ver qual será melhor altura».

Já o presidente executivo do BPI, que «sempre disse que era a favor da privatização da CGD», quer mais. «Penso que, para começar, uma privatização parcial é o mais indicado».

«Desde agora até concretizar uma operação destas ainda hão de acontecer muitas coisas. Uma vez feita, é preciso dar tempo para ver como a CGD se desenvolveria nesse cenário e, porque não, um dia ser privatizada mais», acrescentou.

Para Fernando Ulrich, com o capital parcialmente privatizado, o banco público seria «um ator importante no processo de consolidação da banca que possa ser necessário ocorrer», ou seja, poderia participar em fusões e aquisições.

«Se estiver cotada em bolsa tem mais agilidade para participar em operações de consolidação do que agora, em que a única forma de obter capitais é através do acionista Estado, que durante anos vai estar limitado na possibilidade de fornecer capitais», detalhou.

Ulrich disse ainda que com acionistas privados a gestão da Caixa «teria mais escrutínio e controlo».

«Se fosse feita uma auditoria à gestão CGD no tempo dos governos socialistas, nenhum dirigente socialista teria coragem para fazer qualquer pronunciamento sobre a CGD», afirmou.

Ex-ministros divididos

Também Mira Amaral e Carlos Tavares se manifestaram hoje favoráveis à privatização total ou parcial da Caixa Geral de Depósitos (CGD),.

«Vamos ser realistas e pragmáticos, se é para privatizar privatize-se 100%», defendeu Mira Amaral. «Todos os contribuintes são acionistas da CGD e eu falo como acionista da CGD».

O ex-presidente da CGD e atual presidente do banco BIC sustentou que o banco público não é «grande instrumento de apoio às pequenas e médias empresas (PME)», pelo que, «se a CGD é só para financiar grandes operações e grande capital, não é preciso o banco ser público».

Mas, se é para apoiar PME e empresas de risco privado, projetos de internacionalização interessantes para a economia portuguesa, «faz sentido» manter o banco público.

Mais moderadamente, Carlos Tavares defendeu uma eventual privatização parcial, na ordem de 40%, da CGD. «Contribuiria para eficiência da gestão da CGD ter acionistas privados», afirmou, lembrando «exemplos de negócios feitos pela CGD que ficaram caros ao país». 

Pelo contrário, Pina Moura e José Vieira da Silva são contra. «Não, de todo não!», afirmou o ex-ministro da Economia e Finanças de António Guterres, defendendo a manutenção de um perímetro financeiro e económico no setor publico, no qual «a CGD é um instrumento muito importante».

Já Vieira da Silva defendeu que uma CGD totalmente pública «é útil para a economia de um país como Portugal», ainda que tenha admitido terem «existido maus negócios». 

Augusto Mateus, também ele ministro da Economia no primeiro governo socialista liderado por António Guterres, afirmou que fazia uma distinção entre «empresas estatais e empresas públicas», para defender que «o modelo de transformar a CGD deve passar pela abertura do capital, mas não pela privatização».

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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30
Ago 12

CGD está obrigada a financiar PMEs e proibida de campanhas comerciais agressivas

A Caixa Geral de Depósitos está obrigada a aumentar o financiamento às pequenas e médias empresas. É uma das contrapartidas exigidas, depois do Estado ter injetado 1.750 milhões de euros na instituição bancária para que cumprisse as medidas de solvabilidade portuguesas e internacionais.

As PME passam a dispor de 90 milhões de euros anuais para reforçarem os seus fundos próprios.

O despacho do ministro das Finanças publicado em Diário da República com as condições de recapitalização do banco do Estado também proíbe a Caixa de seguir estratégias comerciais agressivas, de adquirir participações sociais em empresas e financiar fusões ou aquisições no setor financeiro sem autorização da tutela.

fonte:http://sicnoticias.sapo.pt/e

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28
Ago 12

Clientes da CGD alvo de tentativa de fraude por email

Os clientes da CGD estão a ser alvo de uma nova tentativa de fraude através de emails falsificados registados no domínio @mail.pt.

Hoje de madrugada, por volta das 3h40, e às 10h50, um falso remetente "CGD" enviou uma mensagem com o assunto "O seu cartão matriz expirou." O endereço em causa é cgd@mail.pt.

"Para evitar o total bloqueio dos serviços prestados, solicitamos a atualização do cartão de segurança (Cartão Matriz)", ameaça o mesmo remetente, indicando em seguida um link fraudulento.

"Seja breve, caso contrario só poderá efetuar a atualização em nossos Balcões. Banco CGD ©2012", insiste.

Nos últimos quatro meses, a CGD detetou seis tentativas de phishing (fraude tentada através de emails). A última foi em agosto através de mensagens de correio eletrónico que repetiam esses avisos falsos de "expiração do cartão matriz". A 10 de agosto último, descreve a CGD, houve "tentativa de fraude usando emails falsificados que afeta clientes do Caixa e-Banking e Caixadirecta on-line."

"Sob o falso pretexto de ter expirado o cartão matriz, os destinatários destes e-mails são induzidos a aceder a links que remetem para páginas fraudulentas na Internet que visam a recolha de dados bancários e outra informação confidencial para uso fraudulento", acrescenta a Caixa.

Os serviços online da CGD nunca pedem a totalidade dos números do cartão matriz, nem enviam emails com domínio @mail.pt.

A CGD adverte que "o phishing é um tipo de ação fraudulenta que recorre ao uso de mensagens de e-mail que aparentam ter origem no banco, mas que efetivamente provêm de impostores. Tipicamente estes e-mails induzem o recetor a utilizar um link para uma página web onde é levado a introduzir ou confirmar informação sensível, como por exemplo, códigos de acesso a serviços de banca direta, cartões de crédito e débito, dados sobre contas bancárias, etc. Apesar destes websites terem uma aparência legítima (logos, páginas e navegação), efetivamente não o são."

O email oficial do serviço online da Caixa é caixadirecta@cgd.pt. Para mais informações sobre fraudes vá ahttps://www.cgd.pt/seguranca/Pages/Seguranca.aspx

 

fonte_http://www.dinheirovivo.pt/

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04
Jun 12

Caixa Geral de Depósitos reforça fundos em 1650 milhões de euros

A Caixa Geral de Depósitos (CGD) vai reforçar os seus fundos próprios em 1.650 milhões de euros de forma a cumprir os rácios de solvabilidade exigidos pelo Banco de Portugal até 30 de Junho deste mês.

 

Em comunicado enviado à Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), o banco estatal informa que, "no cumprimento das metas definidas no Programa de Assistência Económica e Financeira" e das exigências da Autoridade Bancária Europeia (EBA em inglês) quanto aos objectivos para o rácio de capital 'core tier 1', que terá de atingir os 9 por cento até final do mês, os fundos próprios da CGD "serão reforçados em 1.650 milhões de euros até ao final do corrente mês de Junho de 2012".

O banco liderado por José de Matos adianta que a repartição daquele montante entre acções e obrigações de conversão contingente "será definida oportunamente".

As obrigações de conversão contingente são instrumentos totalmente reembolsáveis pelos bancos que aderem ao plano de recapitalização ao longo de um período de cinco anos e que só em certos casos, designadamente de incumprimento ou falta de pagamento, são susceptíveis de conversão em acções.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n


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18
Mai 12

CGD aposta no arrendamento e na troca de casas

Banco quer usar o seu fundo de arrendamento e aproveitar a sua dimensão para dinamizar o sector da habitação.

Portugal é conhecido por ser um dos países onde as pessoas mais questão fazem de ter casa própria. Os ‘spreads' atractivos e os financiamentos dos bancos contribuíram, durante muitos anos, para que fosse habitual comprar-se casa no início da vida profissional. No entanto, o agravar da crise financeira colocou bancos e proprietários com problemas acrescidos: um orçamento familiar mais reduzido dificulta o pagamento das prestações aos bancos, que tentam agora combater o aumento do incumprimento no crédito à habitação. É neste contexto que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) decidiu apostar em Fundos de Investimento Imobiliário para Arrendamento Habitacional (FIIAH). Este instrumento já existe, mas deverá conhecer agora um novo impulso, segundo os responsáveis da Caixa.

Ou seja, permitir que os clientes com dificuldades em cumprir os seus compromissos com o banco passem o seu imóvel para um dos fundos do banco e optem por arrendar um outro ou até o mesmo, com encargos financeiros mais baixos. Desta forma, o banco evita que o imóvel entre para a sua carteira de activos, ao mesmo tempo que evita um aumento do incumprimento no seu balanço. Para além disto, ainda garante que os imóveis que tem em carteira são rentabilizados.

"A Caixa Geral de Depósitos (CGD) está particularmente activa para as boas práticas nesta matéria", garantiu ontem José de Matos, presidente da CGD, durante um encontro com jornalistas para apresentar a estratégia da instituição neste campo. "Somos o banco com a maior experiência no crédito à habitação e essa experiência pode ajudar-nos e ao País", afirmou o responsável. "A troca de casa é uma iniciativa inovadora da CGD, é um programa muito importante com o objectivo de preservar a habitação das famílias", acrescentou o administrador João Nuno Palma, que tem o pelouro do imobiliário no banco público.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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10
Mai 12

Lucro da Caixa cai 89% para 8,8 milhões

A CGD teve lucros de 8,8 milhões de euros no primeiro trimestre, uma quebra de 89 por cento face ao período homólogo do ano passado, numa conjuntura adversa que obrigou a um reforço significativo das imparidades e provisões do banco.

"O Resultado Líquido Consolidado atingiu 8,8 milhões de euros, não obstante o esforço de provisionamento acima referido, contra um montante de 83,5 milhões de euros registado no primeiro trimestre de 2011", segundo o comunicado enviado pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Ainda de acordo com esta nota, estes resultados alcançados pelo banco público entre Janeiro e Março traduzem "as condições económicas e financeiras adversas, que determinaram o registo, como custo de exercício, de provisões e imparidades no montante global de 329,7 milhões de euros".

Para a imparidade de crédito a CGD reservou 240,2 milhões de euros, enquanto as provisões e imparidades de outros activos líquidos (de que se destacam os títulos) foram de 89,5 milhões de euros.

Em declarações a Lusa, o presidente executivo da CGD, José de Matos, disse que neste trimestre "tudo correu bem" do ponto de vista da gestão do banco, "excepto a evolução da qualidade do crédito e reflexo nos resultados via imparidades". Para José de Matos, estes factores são consequência da situação económica nacional.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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16
Abr 12

Mário Lino sai da CGD por acumulação de pensão e salário

Mário Lino teve de sair da Caixa Geral de Depósitos (CGD), onde exercia o cargo de presidente do conselho fiscal da Fidelidade Mundial e da Império Bonança desde 2010, por estar a acumular a reforma que ganha atualmente com o salário relativo ao cargo que desempenhava no grupo Caixa. 

De acordo com a edição desta segunda-feira do «Diário Económico», tal deve-se à entrada em vigor das novas regras, que exclui tal possibilidade.

Para ocupar o cargo deixado por Lino foi eleito Pedro Nunes de Almeida, consultor da Casa Civil do Presidente da República e antigo secretário de Estado do Turismo de Durão Barroso. José António Figueiredo e Luís Vilhena da Cunha mantêm-se como vogais.

fonte_:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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27
Mar 12

Banco da CGD e Sonangol «abre» a partir de Junho

O banco de investimento com capitais da Caixa Geral de Depósitos e da petrolífera angolana Sonangol começa a funcionar no segundo semestre deste ano, anunciou esta terça-feira em Luanda o ministro das Finanças português.

Vítor Gaspar, que falava na conferência de imprensa que encerrou a sua visita oficial de dois dias a Angola, adiantou que está em curso, com o Banco Nacional de Angola, um «plano para a concretização do começo em funcionamento» do banco.

«Está em curso com o banco central de Angola um plano para a concretização do começo em funcionamento dessa organização bancária e que a entrada em funcionamento do banco possa ocorrer ainda durante a segunda metade do ano em curso».

No passado dia 24 de fevereiro, Baptista Sumbe, administrador da Sonangol, disse em Luanda que o processo da criação do banco de investimento, participado em partes iguais pela Caixa Geral de Depósitos (CGD) e pela Sonangol estava atrasado e que a sua abertura dependia da conjuntura económica internacional.

«O processo não avançou muito, principalmente pela conjuntura financeira vigente no mercado internacional, mas as intenções estão presentes», garantiu então Baptista Sumbe, reconhecendo que o processo estava a avançar de forma «lenta».

«É uma questão de o mercado melhorar financeiramente e vamos concluir um processo que já se iniciou há algum tempo».

O banco de investimento entre a CGD e a Sonangol foi constituído em março de 2009 e o objetivo desta parceria é o de apoiar e financiar projetos de maior dimensão na economia angolana, nomeadamente na área de grandes infraestruturas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

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