07
Out 12

Bancos vão ter de pagar mais para garantir depósitos

A contribuição de cada banco para o Fundo de Garantia de Depósitos (FGD) vai aumentar em 2013, de acordo com um aviso do Banco de Portugal publicado hoje em Diário da República.

Segundo a instituição liderada por Carlos Costa, está desatualizado a legislação de 1994 que definia a contribuição dos bancos para o fundo que garante os depósitos em Portugal, já que "os níveis e fontes de risco que influenciam a atividade das instituições de crédito também conheceram uma evolução substancial, especialmente como consequência da crise económica e financeira internacional".

Neste contexto, o BdP atualiza "o método de apuramento das contribuições para o Fundo de Garantia de Depósitos", que é feita em função do rácio de solvabilidade de cada instituição.

Rácio 'core tier 1' passa a ser referência 

 

A partir de 2013, o cálculo do valor que cada banco terá de pagar para este fundo passa a ter como referência o rácio 'core tier 1' (a medida mais eficaz de avaliar a solvabilidade de um banco).

Uma vez que os rácios de capital dos bancos se têm vindo a reforçar (as instituições supervisionadas pelo BdP tiveram de aumentar o rácio de capital 'core tier 1' para 9% até final de 2011 e têm de atingir os 10% em dezembro deste ano) isto significa que vão passar a contribuir mais para o Fundo de Garantia Depósitos.

Em Portugal, está fixado em 100 mil euros o valor do reembolso de depósitos constituídos nas instituições de crédito participantes no Fundo de Garantia de Depósitos e do Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo.

Este valor era de 25 mil euros até 2008, ano em que eclodiu a crise financeira, quando um decreto-lei seguiu a tendência europeia e aumentou o valor para 100 mil de forma transitória.

Desde janeiro de 2011, com a transposição para a legislação nacional de uma diretiva europeia, os 100 mil euros de garantia tornaram-se definitivos.

1.397 milhões no final de 2011

 

De acordo com o relatório do Fundo de Garantia Depósitos, no final de 2011, os recursos próprios do fundo eram de "1.397 milhões de euros", dos quais mais de um milhão de euros são relativos a contribuições periódicas anuais feitas pelas instituições que participam no fundo. Em 2011, estas eram 47.

Em dezembro, mais de 16 milhões de depositantes estavam cobertos por este fundo, no total de 111.570 milhões de euros.

Ainda segundo o aviso do BdP, o rácio 'core tier 1' que vai servir de base à contribuição anual de cada instituição corresponde à média dos valores de 30 de junho e 31 de dezembro de cada ano.

O próximo ano, 2013, será a exceção com a contribuição desse ano a ser calculada com base apenas no rácio de 31 de dezembro de 2012.

Também a forma de cálculo das contribuições para o Fundo de Garantia de crédito Agrícola Mútuo é alterada no mesmo sentido com o BdP a dar argumentos semelhantes.



fonte: http://expresso.sapo.pt/ 

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04
Out 12

Contribuição dos bancos para o fundo que garante os depósitos aumenta em 2013

A contribuição de cada banco para o Fundo de Garantia de Depósitos (FGD) vai aumentar em 2013, de acordo com um aviso do Banco de Portugal.

Segundo a instituição liderada por Carlos Costa, está desactualizada a legislação de 1994 que definia a contribuição dos bancos para o fundo que garante os depósitos em Portugal, já que "os níveis e fontes de risco que influenciam a actividade das instituições de crédito também conheceram uma evolução substancial, especialmente como consequência da crise económica e financeira internacional".

Neste contexto, o BdP actualiza "o método de apuramento das contribuições para o Fundo de Garantia de Depósitos", que é feita em função do rácio de solvabilidade de cada instituição.

A partir de 2013, o cálculo do valor que cada banco terá de pagar para este fundo passa a ter como referência o rácio 'core tier 1' (a medida mais eficaz de avaliar a solvabilidade de um banco).

Uma vez que os rácios de capital dos bancos se têm vindo a reforçar (as instituições supervisionadas pelo BdP tiveram de aumentar o rácio de capital 'core tier 1' para 9% até final de 2011 e têm de atingir os 10% em Dezembro deste ano) isto significa que vão passar a contribuir mais para o Fundo de Garantia Depósitos.

Em Portugal, está fixado em 100 mil euros o valor do reembolso de depósitos constituídos nas instituições de crédito participantes no Fundo de Garantia de Depósitos e do Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo.

Este valor era de 25 mil euros até 2008, ano em que eclodiu a crise financeira, quando um decreto-lei seguiu a tendência europeia e aumentou o valor para 100 mil de forma transitória. Desde Janeiro de 2011, com a transposição para a legislação nacional de uma directiva europeia, os 100 mil euros de garantia tornaram-se definitivos.

De acordo com o relatório do Fundo de Garantia Depósitos, no final de 2011, os recursos próprios do fundo eram de "1.397 milhões de euros", dos quais mais de um milhão de euros são relativos a contribuições periódicas anuais feitas pelas instituições que participam no fundo. Em 2011, estas eram 47.

Em Dezembro, mais de 16 milhões de depositantes estavam cobertos por este fundo, no total de 111.570 milhões de euros. Ainda segundo o aviso do BdP, o rácio 'core tier 1' que vai servir de base à contribuição anual de cada instituição corresponde à média dos valores de 30 de Junho e 31 de Dezembro de cada ano. O próximo ano, 2013, será a excepção com a contribuição desse ano a ser calculada com base apenas no rácio de 31 de dezembro de 2012.

Também a forma de cálculo das contribuições para o Fundo de Garantia de Crédito Agrícola Mútuo é alterada no mesmo sentido com o BdP a dar argumentos semelhantes.

Pela legislação anterior a taxa contributiva de cada banco para o FGD era "determinada em função do seu rácio médio de solvabilidade observado no ano anterior, de acordo com os escalões estabelecidos pelo Banco de Portugal".

A contribuição anual é ainda calculada em função dos saldos mensais dos depósitos de cada banco no ano anterior.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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01
Out 12

Créditos e cheques: consulte a sua situação

Banco de Portugal passa a disponibilizar novos serviços online. Saiba quantos créditos tem, se há prestações em atraso, e se pode usar cheques

O Banco de Portugal (BdP) inaugura esta segunda-feira um conjunto de novos serviços ao público, disponíveis no seu sítio na Internet. Empresas e particulares vão poder consultar onlineos seus mapas de responsabilidades de crédito e a informação sobre restrição ao uso de cheque.

O mapa de responsabilidades de crédito apresenta informação mensal sobre o endividamento da empresa face a todas as instituições de crédito e outras entidades participantes na Central de Responsabilidades de Crédito (CRC). 

A informação sobre restrição ao uso de cheque é obtida através da consulta à Listagem de Utilizadores de cheque que oferecem Risco (LUR). 

O site do BdP passa a contar com uma «Área de Empresa», um canal privilegiado de comunicação entre o banco central e as empresas, «seguro e gratuito, através do qual são disponibilizados um conjunto de serviços relevantes para a atividade das empresas e os meios para o cumprimento das suas obrigações de comunicação estatística ao Banco de Portugal». 

Trata-se de uma área reservada para cada empresa, a que é possível aceder utilizando as mesmas credenciais com que se autentica no Portal das Finanças. Nessa área serão disponibilizados desde já o mapa de responsabilidades de crédito das empresas, a informação sobre restrição ao uso de cheque, os quadros da empresa e do setor e ainda informação qualificada sobre numerário (reservada às entidades que operam profissionalmente com numerário). 

«Visto tratar-se de informação confidencial, a qual só deverá ser acedida pelo próprio titular dos dados, a realização destas consultas obriga a uma autenticação válida no site do Banco de Portugal. Essa autenticação poderá ser feita, no caso dos particulares, através da utilização do Cartão de Cidadão e do respetivo PIN de autenticação, ou, no caso de ser pretendida a obtenção do mapa de responsabilidades de crédito, do recurso às credenciais de acesso ao Portal das Finanças. Para se autenticarem, as empresas deverão utilizar as credenciais de acesso ao Portal das Finanças», explica o BdP em comunicado.

Até hoje, para a obtenção daqueles elementos informativos, os titulares dos dados tinham de se dirigir aos postos de atendimento do Banco de Portugal (em Lisboa ou nas instalações da rede regional) ou efetuar pedidos por escrito, acompanhados da documentação requerida para cada situação.

O Banco continuará a manter os serviços de atendimento presencial e escrito em Lisboa e na rede regional.

Novo sistema de reporte para a balança de pagamentos

Na Área de Empresa as empresas poderão, igualmente, efetuar as suas comunicações relativas à realização de operações com o exterior e responder ao inquérito sobre investimento internacional.

Vai entrar em vigor no dia 1 de janeiro de 2013 um novo sistema de comunicação ao Banco de Portugal de operações com o exterior por parte das empresas. 

Este novo sistema complementará o reporte de informação por parte do sistema financeiro e será essencial para a compilação das estatísticas externas do País, nomeadamente a Balança de Pagamentos, a Posição de Investimento Internacional e a Dívida Externa, cuja produção é da responsabilidade do Banco de Portugal.

Na Área de Empresa ficarão disponíveis, desde já, duas facilidades de reporte estatístico neste âmbito: Comunicação de operações e posições com o exterior e Inquérito sobre o investimento internacional.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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17
Set 12

Bancários podem ser exceção ao aumento da TSU

O bancários podem vir a beneficiar de uma exceção no aumento de sete pontos percentuais na contribuição para a Segurança Social. Pelo menos, é nisso que acreditam os sindicatos do setor. E explicam porquê: os bancários apenas descontam 3%, e não 11%, como os restantes trabalhadores.

A diferença é fácil de explicar: até há pouco tempo, os bancários não descontavam para a Segurança Social, e sim para um sistema próprio. Com o acordo alcançado em 2010, ficou estabelecido que os bancários admitidos antes de 3 de Março de 2009 seriam integrados no regime geral da Segurança Social, passando a descontar 3% para os cofres públicos, em vez de contribuírem para a Caixa de Abono de Família dos Empregados Bancários (CAFEB). Para os bancos, os descontos passaram de 11% para 23,6%.

No conjunto, patrão e empregado descontam 26,6%, menos que a soma noutros setores, em que trabalhador desconta 11% e a empresa 23,75%, o que dá um total de 24,75%.

Esta diferença explica-se pelo facto de os bancos continuarem a assegurar algumas das despesas que, noutros casos, estão a cargo da Segurança Social, como os subsídios de doença, invalidez e morte. Na verdade, e na sequência do acordo, a Segurança Social apenas assegurara o pagamento dos subsídios de parentalidade e de velhice (pensões de reforma).

Confrontados logo na semana passada com pedidos de esclarecimento de muitos bancários, o Sindicato Nacional dos Quadros Técnicos da Banca (SNQTB) e o Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI) responderam (separadamente) mas dizendo o mesmo: que, apesar de ainda não existir qualquer informação do Governo nem dos bancos relativamente a esta matéria, as duas estruturas sindicais esperam que as alterações não sejam aplicadas à banca.

«Esperamos que para a banca se mantenha tudo como está», disse à Agência Financeira fonte oficial do Sindicato Nacional dos Quadros Técnicos da Banca (SNQTB). Para já, o sindicato não foi contactado nem recebeu qualquer esclarecimento sobre a forma como as alterações serão aplicadas na banca, mas uma coisa é certa: não podem ser aplicadas da mesma maneira que noutros setores. 

Se aos atuais 3% de contribuição forem somados os mesmos 7 pontos percentuais que aos restantes trabalhadores, a taxa de descontos dos bancários mais que triplica: é um aumento de 230%. Para os restantes trabalhadores, o aumento dos encargos é de 64%.

Um aumento de 64% na contribuição dos bancários traduzir-se-ia numa subida dos atuais 3 para 4,92%.

Por isso mesmo, o Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas (SBSI), o mais representativo do setor, que também ainda não manteve quaisquer contactos sobre como será feita a atualização da contribuição destes trabalhadores, concorda que um aumento de sete pontos percentuais não será aceite. 

«Ao reclamarmos uma aplicação equitativa estamos implicitamente a aceitar que haja um aumento. Para nós, neste momento, é inadmissível esta medida e iremos combatê-la, quer seja um aumento de 3 para 4,92%, quer seja para 10%», disse à Agência Lusa Paulo Alexandre, dirigente do SBSI.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

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13
Set 12

Banca: aprovadas medidas para prevenir incumprimento

Medidas destinam-se a famílias incapazes de respeitar os compromissos financeiros com as instituições de crédito

O Executivo aprovou esta quinta-feira, em Conselho de Ministros, um conjunto de medidas que promovem a prevenção do incumprimento e a recuperação de créditos das famílias que não conseguem respeitar os compromissos financeiros assumidos junto das instituições de crédito.

Este pacote legislativo «promove a prevenção do incumprimento e a recuperação de créditos resultantes de contratos celebrados com consumidores que se revelem incapazes de respeitar os compromissos financeiros assumidos perante instituições de crédito, por factos de natureza diversa, em especial o desemprego e a quebra anómala dos rendimentos», lê-se no comunicado do Conselho de Ministros.

O diploma prevê que cada instituição de crédito crie um plano de ação para o risco de incumprimento (PARI), fixando os procedimentos e medidas de acompanhamento da execução dos contratos de crédito, escreve a Lusa.

É também estabelecido um procedimento uniformizado para a regularização de situações de incumprimento - o procedimento especial, extrajudicial, de regularização de situações de incumprimento (PERSI).

Finalmente, é criada a rede extrajudicial de apoio aos clientes bancários (consumidores) no âmbito da prevenção do incumprimento e da regularização das situações de incumprimento de contratos de crédito, constituída pelas entidades reconhecidas pela Direção-Geral do Consumidor.

Paralelamente, o Conselho de Ministros aprovou a extensão do diploma que regula as práticas comerciais das instituições de crédito aos contratos de crédito celebrados com clientes bancários particulares que, independentemente da sua finalidade, sejam garantidos por hipoteca ou por outro direito sobre coisa imóvel (por exemplo, os direitos de usufruto, uso e habitação).

«Trata-se do alargamento do regime de transparência já aplicável aos contratos de crédito celebrados com clientes bancários particulares que, independentemente da sua finalidade, tivessem garantia hipotecária, tendo como objetivo regular as práticas comerciais das instituições de crédito, assegurando a transparência da informação por elas prestada no âmbito da celebração, da renegociação e da transferência dos contratos de crédito para aquisição, construção e realização de obras em habitação própria permanente, secundária ou para arrendamento, bem como para aquisição de terrenos para construção de habitação própria», explicou o Executivo liderado por Passos Coelho.

A implementação destas medidas tinha sido anunciada em meados de março, no Dia do Consumidor, pelo secretário de Estado Adjunto e do Desenvolvimento Regional, Almeida Henriques, visando apoiar o consumidor e reduzir os atuais níveis de endividamento das famílias.

Na altura, em declarações à agência Lusa, Almeida Henriques disse que estas medidas «levam a uma maior responsabilização dos bancos, mas também os protegem».

«Os bancos passarão a estar obrigados a avisar o consumidor sempre que este entre numa situação de sobreendividamento e, ao mesmo tempo, a apresentarem um plano de recuperação em consonância com esse mesmo consumidor», sustentou.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/fi

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04
Set 12

Bancos despediram mais de 1200 pessoas

Os bancos portugueses reagiram à conjuntura económica adversa com a racionalização das suas redes de retalho, tendo sido encerrados 152 balcões e extintos 1.282 postos de trabalho em 2011, revelou esta terça-feira a Associação Portuguesa de Bancos (APB).


Após vários anos de expansão, a rede de agências bancárias no país registou um decréscimo de 152 balcões, fechando o ano passado com um total de 6.080 agências, de acordo com o Boletim Informativo da APB relativo a 2011.

Já o número de colaboradores desceu 2,2 por cento no mesmo período para um total de 57.130 funcionários, o que representa uma perda de 1.282 postos de trabalho face a 2010.

"Esta evolução deveu-se essencialmente à aplicação de políticas de redução de custos", explicou a APB.

Dada a contracção da actividade bancária, apenas houve a substituição de menos de 50 por cento dos 2.742 colaboradores que saíram em 2011. Isto significa que, por cada dois empregados que deixaram as instituições, apenas foi contratado um.

"A entrada em reforma foi a principal forma de saída destes empregados, representando 39,1 por cento dos casos, mas quase 85 por cento foram reformas antecipadas", revelou a entidade liderada por Faria de Oliveira.

"Também o término de contratos a prazo pesou no total das saídas de colabores, atingindo os 28,6 por cento, enquanto as saídas por iniciativa voluntária do trabalhador e por mútuo acordo foram responsáveis por 21,2 por cento. As saídas por despedimento representaram apenas 3,2 por cento do total", acrescentou a APB.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/n


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01
Set 12

Banco de Portugal: cartões de débito diferido são cartões de crédito

O Banco de Portugal esclareceu na noite de sexta-feira que os designados cartões de débito diferido são cartões de crédito e as instituições financeiras que os comercializam têm deveres legais de informação para com os clientes, noticia a Lusa.

O esclarecimento do Banco de Portugal sucede à edição de sexta-feira do jornal «Público», que avançou que «alguns bancos portugueses (BES, Santander e Caixa Geral de Depósitos) começaram este ano a distribuir aos seus clientes cartões que são um misto» de cartão de débito e crédito, o que lhes permite receber mais comissões.

Em declarações à agência Lusa, uma jurista do Departamento de Estudos da DECO, Carla Varela, disse que, do ponto de vista desta associação de defesa dos consumidores, «houve uma falta de transparência» no processo, mas que a alteração não tem custos para o consumidor, apenas para os distribuidores, ou seja, os comerciantes é que têm de pagar comissões mais elevadas.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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28
Ago 12

Contas no banco: operações na Net poupam 326 euros/ano

Sabia que pode poupar uma boa dose de dinheiro por ano se realizar operações bancárias pela Internet? A revista «Dinheiro & Direitos», da Deco Proteste, revela que podemos economizar até 326 euros por ano com os custos das nossas contas à ordem, uma vez que as operações realizadas pela Net ficam mais baratas do que ao balcão.

«A opção por uma conta-ordenado também rende boas poupanças», segundo este estudo, que se baseou em quatro cenários:

Perfil 1: saldo médio mensal de 250 euros

Para um perfil considerado simples, baseado numa conta com saldo médio mensal de 250 euros, cartão de débito e algumas transferências interbancárias anuais, «a escolha acertada é o ActivoBank». É que, pela Net, não cobra e, ao balcão, tem um custo de 42 euros. 

Perfil 2: salário domiciliado de 750 euros

Já se em causa estiver um ordenado domiciliado de 750 euros e uma utilização mais frequente de produtos, a «escolha acertada pela Net é o Banco BPI, com 8,34 euros, e, ao balcão, a conta Solução Ordenado +, do Barclays, com 12,51 euros».

Perfil 3: saldo mensal de 1.500 euros

Se o seu caso disser respeito a um saldo médio mensal de 1.500 euros, sem ordenado domiciliado, mas com uma forte utilização de produtos, a escolha acertada, segundo esta revista da DECO, é o Activo-Bank, sem custos, ao realizar operações pela Net. «Ao balcão, a melhor opção é a conta Solução Dia-a-dia, do Barclays, com 79,92 euros».

Perfil 4: ordenado domiciliado de 1.500 euros

Para um ordenado domiciliado de 1.500 euros e forte utilização de produtos, há mais opções atraentes: o ActivoBank, o Banco BEST, o Banco Espírito Santo e a conta Solução Ordenado +, do Barclays, saem a custo zero. «A última, sem encargos, é também escolha acertada ao balcão».

A Associação para a Defesa do Consumidor avisa que «uma escolha pouco atenta pode implicar o desperdício de mais de 300 euros por ano»

Assim, «a fim de cortar nos custos, a DECO aconselha a Net na realização de operações e a abertura de conta-ordenado». Pode sempre comparar os custos das contas à ordem numsimulador no site da associação. 

Mudar de conta bancária ou subscrever um novo depósito deve merecer uma atenção redobrada por parte dos consumidores no que toca às despesas que lhes estão associadas. Um imperativo ainda maior em altura de crise, sabendo que pode poupar um montante considerável ao final do ano.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

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Clientes da CGD alvo de tentativa de fraude por email

Os clientes da CGD estão a ser alvo de uma nova tentativa de fraude através de emails falsificados registados no domínio @mail.pt.

Hoje de madrugada, por volta das 3h40, e às 10h50, um falso remetente "CGD" enviou uma mensagem com o assunto "O seu cartão matriz expirou." O endereço em causa é cgd@mail.pt.

"Para evitar o total bloqueio dos serviços prestados, solicitamos a atualização do cartão de segurança (Cartão Matriz)", ameaça o mesmo remetente, indicando em seguida um link fraudulento.

"Seja breve, caso contrario só poderá efetuar a atualização em nossos Balcões. Banco CGD ©2012", insiste.

Nos últimos quatro meses, a CGD detetou seis tentativas de phishing (fraude tentada através de emails). A última foi em agosto através de mensagens de correio eletrónico que repetiam esses avisos falsos de "expiração do cartão matriz". A 10 de agosto último, descreve a CGD, houve "tentativa de fraude usando emails falsificados que afeta clientes do Caixa e-Banking e Caixadirecta on-line."

"Sob o falso pretexto de ter expirado o cartão matriz, os destinatários destes e-mails são induzidos a aceder a links que remetem para páginas fraudulentas na Internet que visam a recolha de dados bancários e outra informação confidencial para uso fraudulento", acrescenta a Caixa.

Os serviços online da CGD nunca pedem a totalidade dos números do cartão matriz, nem enviam emails com domínio @mail.pt.

A CGD adverte que "o phishing é um tipo de ação fraudulenta que recorre ao uso de mensagens de e-mail que aparentam ter origem no banco, mas que efetivamente provêm de impostores. Tipicamente estes e-mails induzem o recetor a utilizar um link para uma página web onde é levado a introduzir ou confirmar informação sensível, como por exemplo, códigos de acesso a serviços de banca direta, cartões de crédito e débito, dados sobre contas bancárias, etc. Apesar destes websites terem uma aparência legítima (logos, páginas e navegação), efetivamente não o são."

O email oficial do serviço online da Caixa é caixadirecta@cgd.pt. Para mais informações sobre fraudes vá ahttps://www.cgd.pt/seguranca/Pages/Seguranca.aspx

 

fonte_http://www.dinheirovivo.pt/

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25
Ago 12

Bancos fecham à hora de almoço por falta de clientes

Os bancos estão a fechar alguns balcões à hora do almoço. A menor afluência dos clientes e a maior utilização dos canais remotos (ATM, Internet Banking e Banca Telefónica), são as justificações apontadas para o ajuste de horário. Ainda assim, embora os bancos não o admitam, a crise, a necessidade de desalavancar os balanços e de reduzir custos podem ser outra das razões para a gestão mais racional dos horários das agências.

Os próprios banqueiros admitiram, nas apresentações de resultados, ofecho de agências sempre que a rentabilidade do balcão seja negativa.

Os cinco grandes bancos, a par de outras instituições financeiras mais pequenas, têm agências com horários distintos. Os balcões que estão situadas em centros comerciais têm horários mais alargados e fecham mais tarde, estando mesmo alguns abertos ao fim de semana, como é o caso do Activobank, do grupo Millennium bcp. Já as chamadas agências de rua têm horários que vão das 8h/8h30 até às 15h00.

Para já a percentagem de agências que fecha à hora de almoço ainda é pequena, mas esta é uma tendência crescente.

"Até há uns anos, pelo menos até à explosão dos canais de internet, era imprescindível ter as agências abertas à hora de almoço pela elevada afluência de clientes a essa hora. Os tempos hoje são outros. Utilizam-se cada vez mais outros canais, que além de permitirem realizar as operações a qualquer hora do dia não implicam deslocar-se à agência. E a tendência vai ser essa", adiantou um administrador de um banco, ao Dinheiro Vivo.

O BCP - que no final de junho deste ano contava com 862 sucursais - tem cerca de 12% que encerram à hora de almoço (das 12h às 13h ou das 13h às 14h).

Esta situação verifica-se essencialmente em dois cenários: "Nas sucursais do interior, onde não há grande movimento e, por isso, não há necessidade de ter o balcão aberto à hora de almoço; e nas zonas urbanas onde há uma alternativa , ou seja, onde há um serviço de complementaridade", adiantou fonte oficial do BCP, ao Dinheiro Vivo.

Também o BPI admite que, em algumas zonas, as agências encerram à hora de almoço. "É uma percentagem residual de agências, mas são sobretudo em zonas mais do interior. Nos centros urbanos isso já não acontece", acrescentou fonte oficial do banco.

Também o BES e o Santander Totta (10% dos balcões) têm balcões que encerram à hora de almoço, o que demonstra que esta não é uma prática apenas de algumas instituições mas sim uma tendência do sector, acompanhada inclusive por bancos mais pequenos e até estrangeiros.

No caso do Barclays, são 90 as agências que fecham à hora de almoço. "Tendo em consideração o número crescente de clientes que fazem a maioria dos seus movimentos através de canais remotos, bem como o número de visitas às agências em determinadas localidades e horários, consideramos ser mais eficiente e adequado o encerramento dessas agências no período de almoço", adiantou fonte do Barclays.

Por isso, se pensa nos próximos dias utilizar a hora de almoço para depositar um cheque o melhor mesmo é verificar o horário da agência.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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